Here comes the Sun!

Espaçonaves são coisa do passado: empresa quer construir elevador espacial até 2050

Extraído de UOL – Olhar Digital

Quem gosta de astronomia certamente deve acompanhar o destino dos humanos rumo ao espaço. Entre as notícias mais recentes, a que mais chama a atenção é sobre as viagens turísticas que serão realizadas pela Virgin Galactic, empresa do milionário Richard Branson, que vai colocar pessoas comuns em órbita entre 2012 e 2013.
Mas uma outra empresa parece ter planos ainda mais ambiciosos. A Obayashi Corp, uma companhia japonesa do ramo de infraestrutura responsável por projetos de engenharia bastante ousados, planeja construir um elevador com destino ao espaço onde os ocupantes vão levar pouco mais de sete dias para chegar à órbita terrestre, em um percurso de aproximadamente 36 mil quilômetros. As operações devem se iniciar daqui cerca de 40 anos, ou seja, em 2050.

Os engenheiros da empresa com sede em Tóquio esperam fazer avanços com o projeto “para que ele não seja simplesmente um sonho”, afirmou um funcionário da Obayashi Corp ao site The Daily Yomiuri.

Mas como isso pode se tornar realidade? De acordo com o Digital Trends, a empresa acredita que a construção do elevador será possível graças à descoberta dos nanotubos de carbono, em 1991, que são 20 vezes mais fortes que o aço. Dessa forma, os nanotubos seriam usados para produzir os cabos necessários que colocarão o elevador em órbita.

O plano, nesse caso, é enviar um cabo de 96 mil km até uma espécie de estação espacial contendo laboratórios e uma sala de estar, localizada a cerca de 36 mil km da Terra – distância que corresponde a um quarto da viagem daqui até a lua. O elevador teria a capacidade de levar até 30 passageiros em cada operação e seria alimentado por motores magnéticos acoplados aos nanotubos de carbono.

O valores referentes ao negócio não foram anunciados, mas devem ser tão altos quanto a distância que será percorrida pelo elevador. Pessoas ligadas à Obayashi Corp dizem que a viabilidade do protótipo depende da cooperação de outras empresas de todo o mundo, incluindo a NASA.

 

Vídeo mostra como o sol seria visto da superfície de Plutão

por Redação Galileu
 

Superfície de Plutão é formada por camadas de metano congelado // Crédito: divulgação via dailymail.co

Um artista patrocinado por astrônomos europeus colheu dados do Observatório Astronômico Europeu do Sul (ESO) para compor o que seria um dia ensolarado em Plutão, planeta 40 vezes mais distante do Sol do que a Terra.

Graças à enorme distância, em Plutão o sol seria 1000 vezes menor do que é visto por nós. Sabe-se também que o planeta de um quinto do tamanho do nosso tem a superfície, de -220 ºC, coberta por manchas de metano congelado e é rodeado por uma atmosfera nebulosa também de gás metano.

O artista teve auxílio dos cientistas para estudar cuidadosamente o planeta antes de produzir, em computador, uma paisagem de Plutão. Depois de pronto, o vídeo acabou por deixar os astrônomos surpresos. “É fascinante pensar que somos capazes de medir e reproduzir com precisão os traços de um planeta distante e muito menor do que o nosso”, disse um dos diretores do Observatório, Hans-Ulrich Kaufl.

Confira o vídeo abaixo:

Suíços desenvolvem ‘caminhão de lixo’ espacial

O Centro Espacial Suíço está desenvolvendo uma espécie de caminhão de lixo espacial, projetado para agarrar detritos que estão na órbita terrestre e colocam em perigo as missões espaciais tripuladas.

Os mais de 500 mil pedaços de detrito espacial que a Nasa, a agência espacial americana, monitora na órbita da Terra causam muita dor de cabeça aos cientistas. Apenas 16 mil desses objetos têm mais de 10 centímetros de diâmetro, mas mesmo um parafuso representa grande perigo para satélites em operação e, principalmente, para veículos tripulados. Em janeiro, por exemplo, os astronautas da Estação Espacial Internacional precisaram fazer uma manobra para desviar de lixo espacial. Em junho de 2011, a tripulação chegou a se refugiar na cápsula de fuga porque pedaços de metal passaram perto da estação a velocidades que podem chegar a 28.000 quilômetros por hora.

O maior desafio do satélite faxineiro, batizado de CleanSpaceOne pela agência espacial suíça, será agarrar os objetos em altíssima velocidade. Ele vai precisar se concentrar em um alvo, entrar na rota de sua órbita e agir rápido na hora do impacto. Um movimento errado e o detrito pode destruir o satélite, espalhando mais lixo. Para realizar o serviço, os suíços desenvolveram garras flexíveis, inspiradas em tentáculos, e câmeras e sensores óticos para ajudar na hora do ‘bote’.

CleanSpaceOne prestes a agarrar o detrito espacial

Uma vez que o detrito é agarrado, o satélite terá que ser estabilizado, pois há o perigo de perda de controle após o impacto. Se esse problema for contornado, o CleanSpaceOne vai levar o lixo até uma órbita mais baixa, onde a gravidade pode atraí-lo para a Terra. Ao entrar na atmosfera, tanto o CleanSpaceOne quanto o satélite vão queimar em atrito com o ar a grandes velocidades.

A construção da sonda custará 11 milhões de dólares no total, segundo os pesquisadores suíços. A previsão é de que ela fique pronta entre 2015 e 2017. O primeiro alvo já foi definido: é o satélite desativado SwissCube, enviado ao espaço em 2009, na primeira missão espacial do país.

Se tiver sucesso, o programa pode render alguns milhões de dólares aos suíços, pois os países que investem na exploração espacial, como Estados Unidos, Rússia e China, estão ansiosos para diminuir os já enormes riscos que envolvem a atividade.

Extraído do sítio da Veja.

Here comes the Sun! Confira o episódio de hoje do ABC da Astronomia e saiba mais sobre nosso Sol!

Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia. Clique na imagem abaixo e confira o episódio!

Para saber ainda mais, confira esse recurso do Banco Internacional de Objetos Educacionais. Ele lhe possibilitará saber mais sobre a composição do Sol, as características de cada uma de suas camadas e mais. Você sabia que a superfície do Sol tem 6.000 C de temperatura, enquanto que em sua corona (a “atmosfera” do Sol), as temperaturas chegam a 1.000.000 C?

Marte 500 poderá acontecer na Estação Espacial Internacional

A segunda experiência científica Marte 500 poderá acontecer na Estação Espacial Internacional. É o que divulgou o diretor do programa de voos tripulados da Agência Espacial Russa (ISS), a Roskosmos, Aleksei Krasnov. Em entrevista à Rádio Voz da Rússia de Moscou, ele declarou que a escolha da ISS como sede da experiência não é gratuita. “Como a Estação Espacial Internacional será desativada em 2020, nada mais justo do que aproveitarmos ao máximo as suas potencialidades. Desta forma, nós da Roskosmos estamos conversando com os parceiros internacionais da Rússia sobre o nosso projeto e podemos dizer que a receptividade tem sido a melhor possível.”

A oito anos de sua desativação total, a Estação Espacial Internacional será preparada para iniciativas mais ousadas como, por exemplo, a simulação de um voo interplanetário entre Terra e Marte.

A Estação Espacial Internacional será desativada em oito anos, mas antes poderá sediar a experiência Marte 500

Concluída em 4 de novembro de 2011, a primeira experiência Marte 500 teve início em 2010. Com o nome original em inglês de “Marte 520 dias”, a iniciativa foi realizada em contêineres instalados no Instituto de Problemas Médico-Biológicos da Academia de Ciências da Rússia. Nos contêineres, foram reproduzidas as condições de ida e volta de um voo tripulado ao planeta vermelho bem como as condições ambientais em que os tripulantes encontrariam em Marte.

Os 520 dias que deram nome à experiência referem-se ao lapso de tempo de duração da viagem de ida e volta Terra-Marte-Terra e ao período de permanência dos tripulantes no planeta vermelho, coletando material para análise científica em bases terrestres.

Durante todo este período de 520 dias, os seis voluntários permaneceram isolados de qualquer contato externo. Eles foram monitorados por cientistas, biólogos, astrônomos, astrofísicos, engenheiros e médicos de várias especialidades, inclusive psiquiatras, que analisaram o comportamento de seis homens submetidos a confinamento durante um ano e meio, num mesmo ambiente.

Aleksei Krasnov afirmou que, se a segunda experiência Marte 500 for de fato executada na Estação Espacial Internacional, ela será ainda mais séria e aprofundada. O pesquisador explica: “Temos discutido com os colegas, como reproduzir a experiência nas condições do voo cósmico na Estação Espacial. O objetivo principal é observar a autonomia do trabalho dos sistemas mecânico, vital e de alimentação. No espaço interplanetário, existe o fator mais nefasto do espaço cósmico aberto, a radiação galáctica. Certamente, este fator não existia na maquete da cosmonave, construída no Instituto de Problemas Médico-Biológicos da Academia de Ciências da Rússia. Da mesma maneira, não havia naquela primeira experiência a imponderabilidade científica. Na ISS, existe uma radiação fraca que exerce influência sobre o estado geral dos tripulantes. Portanto, o ambiente mais indicado para repetir e aprofundar o segundo projeto Marte 500 é justamente o da Estação Espacial Internacional.”

Extraído do sítio do “Diário da Rússia”, em 16.02.2012.


Confira esse recurso da Nasa, em que você pode aprender sobre a estrutura e funcionamento da Estação Espacial Internacional!


O recurso apresenta a possibilidade de que você assista vídeos que falam sobre a rotina dos astronautas na Estação, por exemplo explicando como eles comem, dormem e se exercitam. Além disso, é possível aprender sobre cada parte componente da Estação. Se você quiser embarcar em um tour pelos diferentes módulos da Estação, esse recurso também lhe permite tal passeio. Por fim, há materiais em pdf para que você possa ampliar seus conhecimentos. Confira: http://www.nasa.gov/externalflash/ISSRG/

Saiba como são criadas as belas e coloridas imagens de planetas, nebulosas e galáxias

Extraído do sítio do Instituto Ciência Hoje
 

Não se decepcione com esta notícia, mas a verdade é que as imagens de planetas, estrelas, nebulosas e galáxias captadas pelos mais potentes telescópios óticos do mundo são originalmente cinzentas.

Acredite se quiser, as coloridas fotos astronômicas são a junção de três ou mais fotos em tons de cinza tiradas com diferentes filtros de luz e tratadas em programas de edição de imagem. (foto: ESO)

As belas e psicodélicas cores que vemos em fotos estampadas em jornais, revistas, livros e sites são construídas e tratadas em programas de edição de imagem.

Calma, isso não significa que é tudo invenção. O processo de coloração não é aleatório. As imagens capturadas por telescópios óticos são mais complexas do que as que tiramos com nossas câmeras fotográficas. Os telescópios não têm filme colorido ou um sensor CCD que capte as cores básicas da luz de uma só vez.

Para trazer ao público uma foto parecida com o que veríamos, é necessário fazer a combinação de pelo menos três imagens

Eles possuem detectores eletrônicos com filtros que captam apenas uma faixa de luz em cada detecção, geralmente em comprimentos de onda não visíveis a olho nu, como o infravermelho e o ultravioleta. O resultado são imagens em tons de cinza que representam a intensidade de cada comprimento de onda, muito diferentes das belas imagens que estamos acostumados a ver nas notícias sobre astronomia.

Para trazer ao público uma foto que seja parecida com o que veríamos se pudéssemos olhar para as mais distantes regiões do espaço, é necessário fazer a combinação de pelo menos três imagens, em tons de cinza, tiradas com diferentes filtros e em diferentes exposições.

O infográfico mostra como as imagens astronômicas são construídas. Nesse caso, as cores da foto final, da Nebulosa da Águia, são representativas. O azul indica a luz do hidrogênio; o preto, do oxigênio; e o vermelho, do enxofre. (infográfico: Sofia Moutinho|fotos: Hubble/Nasa)

Cada uma das três imagens deve ser obtida com uso de um filtro especial, que capta apenas a luminosidade nas cores visíveis por nós – por exemplo, o azul, o vermelho e o verde, que formam as imagens de computador no padrão conhecido como RGB.

Essas fotos são transformadas em jpg e, em seguida, coloridas de acordo com a cor em que foram captadas. Depois disso, elas são sobrepostas por meio de um programa de edição de imagem, dando origem a uma bela foto colorida.

“As imagens coloridas de divulgação são geradas de forma cega, mas são muito próximas da realidade, pois todo o processo é científico”, afirma o astrônomo Marcos Diaz, da Universidade de São Paulo (USP). “O pesquisador por trás disso calibra bem os coeficientes atribuídos a cada pixel para que a cor seja verossímil.”

Cores falsas

Mas a maioria das imagens astronômicas não tem como proposta a fidelidade de cores. Segundo Diaz, as fotos usadas em trabalhos científicos geralmente são usadas em tons de cinza mesmo.

“Para a ciência não interessa tanto a beleza da foto”, diz. “Precisamos olhar para uma imagem e ver os dados contidos no que está além do que o olho pode enxergar.”

Na imagem acima, é possível ver a diferença entre a foto da Nebulosa de Helix na luz visível (dir.) e a mesma formação em infravermelho (esq.). (fotos: J. Emerson/ Vista/ ESO)

Ainda assim, algumas imagens de pesquisas são coloridas. Nesses casos, as cores são usadas como ferramentas de estudo para visualizar detalhes e padrões que podem passar despercebidos no preto e branco. Uma determinada cor pode ser escolhida para representar algum elemento químico ou para identificar regiões que emitem mais intensamente um comprimento de onda, como o infravermelho e o ultravioleta.

“Algumas imagens nos dão informações muito ricas, como a temperatura e a densidade de uma nuvem de gás próxima de uma estrela,” explica Diaz. “Além de muito bonitas, as fotos astronômicas são carregadas de informação.” Confira no vídeo abaixo a criação da imagem da galáxia NCG 3982

A mais antiga supernova já registrada

Essa imagem combina dados de quatro telescópios espaciais que produziram uma imagem combinando diversos comprimentos de onda do que resta da supernova RCW 86, a mais antiga já documentada. Os astrônomos chineses observaram o evento em 185 D.C., documentando uma misteriosa “estrela hóspede” que havia permanecido no céu por oito meses.

Imagens de raio X do Observatório Chandra da NASA e do Observatório XMN-Newton da Agência Espacial Europeia foram combinadas para formar as cores azul e verde nessa imagem. Dados de infravermelho oriundos do Telescópio Espacial Spitzer da NASA e do Telescópio WISE, mostrados em amarelo e vermelho, revelam poeira sendo irradiada a uma temperatura de centenas de graus abaixo de zero, mornas em comparação a poeira normal em nossa galáxia.

Crédido da Imagem: Raio X: NASA/CXC/SAO & ESA; Infravermelho: NASA/JPL-Caltech/B. Williams (NCSU)

Por meio do estudo de dados de infravermelho e raios X, os astrônomos foram capazes de determinar que a causa da explosão foi um tipo de supernova Ia, em que uma anã branca que era estável, ou seja, uma estrela morta, foi empurrada para além de seu nível de estabilidade quando uma estrela companheira injetou material nela.

A RCW 86 está a aproximadamente 8 mil anos-luz de distância. Com cerca de 85 anos-luz em diâmetro, ela ocupa uma região no céu na constelação do Sul de Circinus que é ligeiramente maior que a lua cheia. Essa imagem foi compilada em outubro de 2011. Para saber mais sobre supernovas, confira: http://educacaoespacial.files.wordpress.com/2010/10/supernova11.pdf

Extraído do sítio da NASA.

Retrato de um asteroide condenado

Um novo estudo fornece uma explicação possível dos misteriosos flares (explosões) de raio X detectados pelo Observatório Chandra de raios K por vários anos na região de Sagitário A*. O estudo sugere que existe uma nuvem ao redor de Sagitário A*, um buraco negro super massivo no centro da Via Láctea, que contém centenas de trilhões de asteroides e cometas que foram expulsos de suas estrelas-mães.

Crédito da Imagem: Ilustrações: NASA/CXC/M.Weiss

Os flares acontecem quando asteroides de 9,6 km em raio ou maiores são absorvidos pelo buraco negro. Um asteroide que sofre um encontro mais próximo com outro objeto, como uma estrela ou planeta, pode ser lançado na direção de Sagitário A*. Se o asteroide passa numa região de 160 km de distância do buraco negro, aproximadamente a distância entre a Terra e o Sol, ele é quebrado em pedaços devido às forças gravitacionais do buraco negro. Esses fragmentos seriam então vaporizados pela fricção, na medida em que passam através do gás quente e espesso emanado por Sagitário A*, similar a um meteoro que se aquece e brilha na medida em que entra na atmosfera terrestre. Um flare é produzido e os materiais remanescentes do asteroide podem ser “engolidos” pelo buraco negro.

Extraído do sítio da NASA.

Escamas de pirarucu inspiram escudos para naves espaciais

Cientistas norte-americanos descobriram que as escamas do pirarucu servem como ponto de partida para a criação de escudos protetores hiper-resistentes.

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Além da camada externa mineralizada, uma cerâmica extremamente dura, as escamas do pirarucu possuem uma malha de fibras moles, mas cuja disposição lhes dá uma dureza muito grande em todas as direções.[Imagem: Meyers et al./William Fink/Advanced Biomaterials

Esses novos materiais são tão fortes que poderão ser utilizados não apenas para proteção pessoal e veicular, mas até mesmo para blindar espaçonaves contra o choque de micrometeoritos e lixos espaciais.

Como o material é basicamente uma cerâmica flexível, ele poderá encontrar outras aplicações, afirmam eles.

Essa bioinspiração surgiu quando Marc Meyers, da Universidade da Califórnia, visitou a Amazônia e verificou que o pirarucu consegue viver em lagos repletos de piranhas, sem ser incomodado.

Ele explica que os engenheiros estão procurando novas inspirações na natureza porque os materiais sintéticos e compósitos conhecidos parecem ter atingido seus limites em termos de resistência.

“Os materiais que a natureza tem à sua disposição não são muito fortes, mas a natureza os combina de formas engenhosas para produzir componentes e estruturas muito fortes,” disse o pesquisador.

Extraído do sítio Inovação Tecnológica, http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=escamas-pirarucu-escudos-naves-espaciais&id=010160120213


Professor, confira esses vídeos em Espanhol do Portal Educa Chile!

Trata-se de vídeos educativos que, além de ensinar Astronomia, podem ajudar a tornar suas aulas de Espanhol ainda mais interessantes! Acesse: http://www.educarchile.cl/Portal.Base/Web/VerContenido.aspx?&ID=138788&q=Telescopio%20de%20la%20humanidad&site=educarchile&client=aulavisual_interfaz&xslFile=aulavisual.xsl&parent=

Nasa divulga imagens da Aurora Boreal vista do espaço

A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou o que seriam as primeiras imagens em movimento da aurora boreal, o fenômeno das luzes coloridas nas altas latitudes do hemisfério norte. Assista ao vídeo aqui (no site da BBC).

As imagens foram captadas em seqüência da Estação Espacial Internacional, que orbita a 350 quilômetros da superfície da Terra, e colocadas em ordem.

As auroras, boreal no norte, e austral no sul, ocorrem quando “ventos” de partículas carregadas de energia do sol interagem com os gases da atmosfera terrestre.

Extraído do sítio do G1, http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/nasa-divulga-imagens-da-aurora-boreal-vista-do-espaco.html


Sonda espacial mede derretimento de gelo na superfície terrestre

Uma sonda espacial chamada GRACE, construída em uma parceria da NASA com a Alemanha, mostra a perda de gelo em várias regiões do planeta, entre 2003 e 2010. A perda total de gelo durante o período investigado foi de aproximadamente 4.3 trilhões de toneladas, adicionando cerca de 12 milímetros ao nível global dos mares. Esse dado é preocupante, pois mostra que a Terra está perdendo enormes quantidades de gelo para os oceanos anualmente.

Confira o vídeo abaixo, que ilustra o derretimento de gelo na superfície terrestre. A animação mostra a localização das montanhas glaciais e geleiras no mundo com dados da missão GRACE. O amarelo indica montanhas glaciais e geleiras, o vermelho representa áreas que estão ganhando gelo e azul representa áreas em que está havendo derretimento de gelo.

Extraído do sítio da NASA: http://www.nasa.gov/topics/earth/features/grace20120208.html


Nasa busca propostas para tecnologia de combustível “verde” de foguete espacial

Os atuais combustíveis de foguete são muito poluentes. A NASA está buscando propostas de alternativas de propelentes verdes em substituição à hidrazina, altamente tóxica. Na medida em que a NASA trabalha com empresas norte-americanas para inaugurar uma nova era de acesso ao espaço, a agência busca combustíveis inovadores que sejam menos agressivos ao meio ambiente.

A hidrazina é um propelente eficiente que pode ser estocado por longos períodos de tempo, mas é também altamente corrosivo e tóxico. Ele é usado extensivamente em satélites comerciais e de defesa, além de satélites científicos e de missões de exploração. A NASA está buscando uma alternativa que reduza danos ambientais e que diminua o tempo de processamento de uma operação de lançamento de foguete. A ideia é melhorar a eficiência, cuidar do meio ambiente e gerar novas soluções para futuras missões espaciais.

A NASA contemplará propostas com no máximo 50 milhões de dólares. O prazo para o envio de propostas é 30 de abril. O edital está aberto também para propostas de cidadãos de outras nacionalidades, embora estes estejam sujeitos às políticas específicas da NASA para cidadãos estrangeiros. Para ler o anúncio e as instruções de submissão, acesse:

http://go.usa.gov/Qbx

Para mais informações sobre o Programa de Tecnologia Espacial e Missões de Demonstração de Tecnologia, acesse:

http://www.nasa.gov/oct

Extraído do sítio da NASA, http://www.nasa.gov/mission_pages/tdm/main/H-12-046.html

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) abre inscrições para a edição de 2012

Escolas públicas e privadas de todo o país já podem garantir presença na XV Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). As inscrições para os ensinos fundamental e médio vão até março e as provas, divididas em quatro níveis, acontecem no dia 11 de maio.

Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores. A expectativa desse ano é atingir a marca de um milhão.

Segundo o astrônomo e coordenador nacional da OBA, Dr. João Canalle, cada prova será constituída de dez perguntas: cinco de Astronomia, três de Astronáutica e duas de Energia. “As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico”, informa.

Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica  – que esse ano será no Brasil – e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, além de participarem das Jornadas Espacial, de Energia, de Foguetes e do Space Camp.

Canalle ressalta que o objetivo da olimpíada é fomentar o interesse dos jovens pela Astronomia e ciências afins, promovendo a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa: “Nossa principal meta é fornecer dados corretos e atualizados aos alunos e professores”.

A OBA é organizada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB). O grupo responsável é constituído pelos astrônomos João Batista Garcia Canalle (UERJ), Thaís Mothé-Diniz (UFRJ), Helio Jacques Rocha-Pinto (UFRJ), Jaime Fernando Villas da Rocha (UNIRIO) e pelo engenheiro aeroespacial José Bezerra Pessoa Filho (IAE).

Durante todo o ano, a OBA realiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAs). O programa – que existe desde 2009 – é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Quem desejar organizar um EREA em sua região, basta entrar em contato com a secretaria (oba.secretaria@gmail.com).

Mais informações:
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA): http://www.oba.org.br

Agência Espacial Europeia revela novas provas sobre oceano em Marte

Da EFE

A Agência Europeia do Espaço (ESA) informou nesta segunda-feira (6) que seu satélite Mars Express apresentou provas que um oceano cobriu parte da superfície de Marte, algo que já se suspeitava, mas que ainda continua sendo objeto de controvérsia.

O estudo partiu de dados gerados durante mais de dois anos pelo radar Marsis, que alcançou o planeta vermelho em 2005. As informações recolhidas permitiram que os especialistas descobrissem que as planícies do hemisfério Norte estão cobertas por um material de baixa densidade.

Jéremie Mouginot, do Instituto de Astronomia Planetária e Astrofísica de Grenoble (IPAG), assegura que esses compostos parecem ser depósitos sedimentários, o que supõe “uma nova e sólida prova de que em outros tempos houve um oceano nessa área”.

Ilustração mostra o hemisfério Norte de Marte, ocupado por oceano no passado. (Crédito: C. Carreau / ESA)

O fato de que Marte já foi parcialmente coberto por um oceano era uma hipótese já trabalhada pela comunidade científica, mas essa descoberta apresenta melhores indícios para confirmá-la.

A certeza sobre a formação dessa massa de água continua sendo vaga. Acredita-se que pode ter sido originada há 4 bilhões de anos, quando o planeta vermelho apresentava condições meteorológicas mais amenas, ou há 3 bilhões, quando a camada de gelo da superfície se fundiu após um grande impacto.

O chefe da equipe da IPAG, Wlodek Kofman, explica que a Marsis penetrou o subsolo marciano, chegando a  80 metros de profundidade, onde recolheu provas de sedimentos e de gelo.

Por enquanto, os cientistas descartam que esse provável oceano tenha tido tempo suficiente para permitir o desenvolvimento de vida e asseguram que provas da mesma terão que surgir em pesquisas sobre épocas anteriores da história desse planeta.

Os dados anteriores do Mars Express sobre a existência de água em Marte vinham da análise de imagens ou de informações mineralógica e atmosférica, mas não de uma visão tão próxima com as referências obtidas pelo radar.

O satélite vai seguir em atividade para investigar o possível paradeiro desse grande volume de água.

Extraído do sítio do G1, http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/agencia-espacial-europeia-revela-novas-provas-sobre-oceano-em-marte.html


Pesquisas da NASA apontam o ano de 2011 como o nono ano mais quente desde 1880

A temperatura média global da superfície terrestre em 2011 foi a mais quente desde 1880, de acordo com cientistas da NASA. A descoberta fortalece uma constatação de que os 10 anos mais quentes registrados pela meteorologia moderna ocorreram depois de 2000.

Um instituto de estudos espaciais da NASA publicou uma análise que mostra temperaturas no globo em 2011, comparadas à temperatura média global desde a metade do século 20. A comparação mostra como a Terra continua a experimentar temperaturas mais altas em comparação a de várias décadas antes. A temperatura média do globo em 2011 foi de 0.51 C superior à da metade do século 20.

As temperaturas globais se elevaram substancialmente desde 1880. Na medida em que gases de efeito estufa oriundos de produção de energia, indústria e veículos aumentaram, as temperaturas também se elevaram, mais notavelmente desde o final da década de 1970.

“Sabemos que o planeta está absorvendo mais energia que a quantidade que emite”, afirmou o especialista James E. Hansen.” Então continuamos a observar uma tendência em direção a temperaturas elevadas. Mesmo com os efeitos de resfriamento de uma La Niña forte e atividade solar baixa nos últimos anos, 2011 foi um dos anos mais quentes de que já temos registro.”

Para mais informações, visite o sítio da NASA: http://www.nasa.gov/topics/earth/features/2011-temps.html

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Agências de turismo brasileiras já oferecem pacotes de turismo espacial

Tadeu Meniconi Do G1, em São Paulo

Você já viajou o mundo todo, conhece os quatro cantos do planeta e está sem ideias para o passeio das próximas férias? Não tem problema: procure seu agente de turismo e ele te apontará o novo destino disponível. Quer uma dica? Basta olhar para cima.

Em breve, as viagens espaciais estarão bem mais acessíveis para os turistas. A Virgin Galactic, uma empresa particular, pretende começar a lançar suas naves ainda em 2012. Inicialmente, eles saem de uma base mais humilde nos Estados Unidos; depois, passam para um espaçoporto que está sendo construído no estado do Novo México.

O preço da viagem está em US$ 200 mil – cerca de R$ 340 mil. Pode parecer caro, mas é apenas um centésimo do que o primeiro turista espacial desembolsou há pouco mais de dez anos. Em 2001, o milionário americano Dennis Tito pagou US$ 20 milhões à Rússia para passar uma semana no espaço – com direito a visita à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).

O voo oferecido pela Virgin é bem mais curto, dura cerca de três horas e meia, mas também atrai os aficionados pelo espaço. A lista de espera já tem mais de 430 nomes – e inclui brasileiros. Inicialmente, os voos serão semanais, mas a tendência é que eles sejam cada vez mais frequentes.

Cientistas, sonhadores e estudiosos
Há no País duas agências parceiras da Virgin Galactic que oferecem o roteiro, ambas na cidade de São Paulo. A GSP Travel confirma que já vendeu um pacote, enquanto a Teresa Perez não passa essa informação por política da empresa.

Para Ilan Wallaph, diretor-sócio da GSP, o brasileiro é um cliente “muito desconfiado”, mas o filão vai crescer assim que as viagens se tornarem rotineiras.

“Eu acredito que, a partir do primeiro voo, o Brasil vai se tornar o mercado número um, mas antes disso as pessoas ficam receosas”, afirmou.

SpaceShipTwo, nave da Virgin Galactic que levará turistas ao espaço (Foto: Divulgação)

Tomas Perez, presidente e cofundador da Teresa Perez, concorda com esse ponto de vista.

“Os brasileiros têm um perfil mais conservador do que os norte-americanos. A viagem especial pode ser um produto consolidado para o turismo brasileiro, sim. No entanto, é preciso amadurecer a ideia de visitar o espaço”, disse o empresário.

Segundo ele, o público-alvo desse filão são “pessoas ligadas ao ramo de aviação, que viram o homem pisar na lua pela TV em 1969, cientistas, sonhadores e estudiosos”.

Confira também: Astronauta Marcos Pontes dá dicas a turista espacial brasileiro

Extraído do sítio do G1, http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/02/agencias-brasileiras-ja-oferecem-pacotes-de-turismo-espacial.html

Foucalt demonstra a rotação da Terra

A Terra gira em torno de si mesma, em torno de seu eixo imaginário. A duração da rotação é de 24 horas e define os dias e as noites de nosso planeta!Veja matéria no link abaixo:

http://dererummundi.blogspot.com/2012/02/03021851foucault-demonstra-rotacao-da.html

Nasa lança game sobre o espaço para Facebook

Vanessa Daraya

São Paulo – A Nasa lançou nesta segunda-feira (30) um jogo para Facebook, o Space Race Blast Off. O game online sobre o programa espacial da agência, permite ao usuário concorrer com outros jogadores.

Trata-se de um jogo com uma série de perguntas sobre a história da Nasa, tecnologia, ciência e cultura popular. Ao participar do game, o jogador escolhe um avatar e deve saber responder perguntas como quem foi o primeiro americano a viajar ao espaço, quando foi lançado o primeiro foguete com combustível líquido, entre outras.

A cada acerto, o jogador acumula pontos, que podem ser trocados por distintivos virtuais da Nasa. Elas representam astronautas, naves e objetos celestes. Os jogadores também ganham pontos que podem usar para obter crachás adicionais a fim de completar conjuntos e ganhar distintivos premium.

O game desenvolvido por Scott Hanger, Todd Powell e Jamie Noguchi é uma iniciativa da Nasa com o objetivo de alcançar um público mais amplo, já que o Facebook é uma das plataformas sociais mais populares atualmente. A partir da rede social, um novo público pode ganhar conhecimentos sobre o história da Nasa e a exploração espacial.

A Nasa espera que não só especialistas em espaço, como os leigos testem seus conhecimentos de ciência e tecnologia. Então, poderão aprender coisas novas sobre como a exploração espacial tem impacto em nosso mundo.

Extraído de INFO Online, 01/02/2012
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Já pensou em passar suas férias no espaço? A conquista do turismo espacial será em 2012

Elvira Palomo, Agência EFE.

Washington, 3 fev (EFE).- Este ano de 2012 está repleto de propostas de viagens turísticas ao espaço oferecidas por companhias como a Virgin Galactic, que mesmo incertas já possuem uma longa lista de espera.

Sir Richard Branson, fundador e dono da Virgin Galactic, informou que a primeira viagem com turistas a bordo – ele e sua família – poderá ser feita no final deste ano ou início de 2013.

A companhia selecionou um grupo reduzido de agências no mundo para oferecer as viagens, como a de Lynda Turley Garrett, presidente da Alpine Travel of Saratoga na Califórnia, e a de Bill Rubinsohn, presidente da Rubinsohn Travel na Pensilvânia, que já tem uma lista de clientes desejando experimentar novas emoções.

‘A data do primeiro voo ainda não foi definida, mas os testes terminaram bem e dentro do programa previsto’, disse Lynda à Agência Efe, especificando que a Virgin Galactic ‘tem atualmente 475 reservas de clientes de todo o mundo’.

Por enquanto, já há toda uma infraestrutura no deserto do Novo México, onde está sendo erguido o ‘Spaceport’, um complexo futurista, obra do arquiteto Norman Foster, de onde está previsto que saiam as nave mãe WhiteKnightTwo (WK 2) e as SpaceShipTwo (SS2).

A nave SpaceShipTwo, com o tamanho de um jato particular e capacidade para transportar seis passageiros e dois pilotos, realizou com sucesso seu primeiro voo de teste tripulado sobre o deserto do Mojave (Califórnia) em outubro de 2010.

De acordo com Lynda, há uma série de assentos reservados para personalidades de diferentes países do mundo que irão viajar convidadas pela Virgin Galactic. ‘Sir Richard quer que isto seja um evento global, com um primeiro viajante de cada país do mundo – dos Estados Unidos, Canadá, Espanha e Japão’.

O restante dos interessados, acrescentou, pode comprar uma passagem para o primeiro ano de voos por US$ 200 mil ou um bilhete para o segundo, com uma entrada de US$ 20 mil e pagamento do resto quando o voo estiver confirmado.

Além disso, as famílias aventureiras ou grupos de amigos que, entediados com os destinos convencionais na Terra, queiram fretar uma nave, terão um desconto de 10%.

Este valor não inclui só a passagem, mas os três dias de treinamento no aeroporto espacial em regime de pensão completa – excluindo a viagem da cidade de procedência do turista – e a participação neste clube exclusivo.

Os pioneiros espaciais têm a oportunidade de participar de eventos organizados pela Virgin e inclusive conhecer Branson, que segundo Lynda é uma pessoa ‘encantadora’, ‘inteligente’ e ‘criativa’, não só no sentido empreendedor, mas também filantrópico.

O voo é suborbital, portanto não chega a sair da órbita terrestre, mas será possível experimentar a sensação de falta de gravidade e fazer algo que só poucos privilegiados podem: olhar a Terra de longe.

A SpaceShipTwo irá decolar acoplada a nave mãe e subirá por 45 minutos até 15 quilômetros de altura onde irão se separar. Após alguns segundos de queda livre, o motor entra em ignição e a nave é propulsada a 4 mil km/h atingindo os 110 quilômetros de altura em 90 segundos.

Os motores serão então desligados para que os viajantes possam desfrutar da falta de gravidade por alguns minutos e observar a Terra antes de apertar os cintos para realizar a aterrissagem no ‘espaçoporto’.

Entre os que reservaram uma passagem há famosos e empresários, ‘mas também há pessoas que querem realizar seu sonho de ir ao espaço ou pôr seus nomes nos livros de história’, garantiu Lynda.

Tanto Lynda como Rubinsohn acreditam que daqui a um prazo máximo de cinco anos as passagens irão ficar mais baratas.

‘Como todo novo produto, o primeiro a sair é mais caro que os seguintes. Espero que o custo diminua em dois ou três anos’, disse Rubinsohn.

Na opinião de Lynda, ‘os custos de pesquisa e desenvolvimento são sempre mais altos em um projeto como este – mas com o passar dos anos, o preço irá diminuir’.

Lynda lembrou que outras empresas como a SpaceX, de Elon Musk, cofundador da PayPal; e mais recentemente o fundador da Amazon.com, Jeffrey P. Bezos; e Paul G. Allen, um dos fundadores da Microsoft; também demonstraram interesse no espaço.

Seus projetos, por enquanto, ‘estão focados principalmente em pôr satélites em órbita e ganhar contratos da Nasa, mas já disseram que as viagens de passageiros também poderão fazer parte de um plano futuro’. EFE

Extraído do sítio do G1, em 03/02/2012

Missão da Nasa produz primeiro vídeo do lado escuro da Lua

A missão GRAIL da NASA produziu agora em janeiro seu primeiro vídeo do lado escuro da Lua. A GRAIL consiste de duas naves idênticas, cada qual equipada com uma câmera MoonKAM.  No vídeo, o polo norte da Lua é visível na parte superior da tela, na medida em que a sonda se desloca na direção do polo sul lunar. Um dos sinais geológicos mais proeminentes visíveis é o mar Oriental, uma base de impacto de cerca de 900 quilômetros.

Uma câmera a bordo de uma das naves gêmeas da NASA chamadas sondas lunares Recuperação de Gravidade e Laboratório Interior (GRAIL) produziram suas primeiras imagens do lado escuro da Lua. A nave MoonKAM, ou ‘Conhecimento sobre a Lua Adquirido por Estudantes do Ensino Fundamental’, será utilizada por alunos que selecionarão imagens da superfície lunar para estudo.

As naves gêmeas chegaram com sucesso à superfície da Lua na véspera do Ano Novo e no dia de Ano Novo. Elas têm o tamanho de uma máquina de lavar roupa e receberam o nome de GRAIL-A e GRAIL-B. Milhares de alunos do ensino fundamental selecionarão áreas da superfície da Lua para serem fotografadas por essas naves. O GRAIL é a primeira missão planetária da NASA que carrega instrumentos inteiramente dedicados à educação e divulgação. Essa missão pode despertar o interesse dos alunos por temas em ciência e tecnologia.

Lançada em setembro de 2011, as sondas devem responder a antigas questões sobre a Lua e oferecer aos cientistas um entendimento melhor de como a Terra e outros planetas rochosos no sistema solar se formaram.

Para mais informações sobre a missão, visite esse sítio da NASA: http://www.nasa.gov/grail . Informações sobre a MoonKAM se encontram disponíveis em: https://moonkam.ucsd.edu . E para informações sobre como sua escola pode participar do projeto MoonKAM, acesse: http://educacaoespacial.files.wordpress.com/2011/07/moonkam.pdf

Extraído e traduzido do sítio da NASA.

Entenda o que a Páscoa tem a ver com o calendário lunar

Confira este material produzido pela USP, para a seção ‘Pais e Mestres’ do Jornal da Tarde de São Paulo e entenda melhor essa relação. O material traz também possíveis abordagens para explorar esse tema em sala de aula, as estações do ano e os calendários solar e lunar.

Observatório divulga imagem de berçário de grandes estrelas

O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira uma nova imagem que mostra o berçário de estrelas, chamado de NGC 3324. A intensa radiação ultravioleta emitida pelas estrelas jovens cria uma nuvem de gás que brilha com cores viva, ao mesmo tempo que deixa uma rastro de poeira ao seu redor.

A imagem foi obtida pelo instrumento montado no telescópio MPG de 2,2 m, instalado no Observatório de La Silla, no Chile. A NGC 3324 está situada na constelação austral de Carina, a cerca de 7,5 mil anos-luz de distância da Terra. Um depósito rico em gás e poeira na região deu origem a uma formação estelar intensa nessa zona há milhões de anos e levou a criação de várias estrelas grandes e quentes.

Fonte: ESO Divulgação

Os ventos e a intensa radiação emitida por estas estrelas jovens abriram um buraco no gás e poeira circundante, o que se observa como uma parede de material na região central direita da imagem. A radiação ultravioleta emitida pelas estrelas quentes jovens retira elétrons dos átomos de hidrogênio, que são seguidamente recapturados, originando um brilho característico de cor avermelhada. Outras cores vêm de diferentes elementos, com o brilho característico do oxigênio, que torna a parte central da imagem em tons amarelo-esverdeado.

Tal como as nuvens no céu da Terra, os observadores de nebulosas imaginam formas entre estas nuvens cósmicas. Um dos apelidos para a região NGC 3324 é a de nebulosa Gabriela Mistral, em homenagem à poetisa chilena que ganhou o prêmio Nobel da literatura em 1945. As bordas da parede de gás e poeira à direita parecem-se bastante com uma cara humana de perfil.

Extraído do sítio Terra: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5587204-EI301,00-Observatorio+divulga+imagem+de+bercario+de+grandes+estrelas.html

Jovens Embaixadores brasileiros visitam a sede da Nasa

O administrador da NASA Charles Bolden recebeu 45 Jovens Embaixadores brasileiros na sexta-feira dia 27 de janeiro, no auditório da sede da Nasa, onde ele proferiu uma palestra. Os brasileiros estão participando de um programa de intercâmbio juvenil de três semanas de duração realizado pelo Departamento de Estado dos EUA. O público-alvo do programa são estudantes destaque de escolas públicas brasileiras.

O Departamento de Estado norte-americano solicitou essa apresentação especial para os alunos brasileiros como uma continuidade às atividades do administrador da Nasa durante sua visita bem-sucedida ao Brasil em outubro de 2011. Sua apresentação aos alunos no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais foi transmitida pela embaixada dos Estados Unidos e assistida por cerca de 3 mil pessoas nos Estados Unidos.

Os Jovens Embaixadores são pessoas jovens que buscam sucesso acadêmico e profissional e que fazem a diferença em suas comunidades por meio da liderança e trabalho voluntário. Na condição de embaixadores, os alunos também têm a oportunidade de desempenhar uma missão muito importante – apresentar um pouco do Brasil para os Estados Unidos. Desde 2002, o programa beneficiou cerca de 250 jovens brasileiros. O Programa Jovens Embaixadores (Saiba mais: http://www.embaixada-americana.org.br/ya-index.php?action=materia&id=9703&itemmenu) se expandiu para mais de 20 países no ocidente.

Durante a primeira semana dos alunos nos Estados Unidos, os Jovens Embaixadores visitaram Washington, D.C. e participaram de reuniões com membros do governo, visitaram escolas e projetos sociais. Os jovens brasileiros fortaleceram suas habilidades de liderança por meio de oficinas e palestras durante as visitas.

Finalmente, eles viajaram para estados anfitriões, onde ficaram com famílias voluntárias. Eles assistiram aulas em escolas locais, participaram de atividades voluntárias, fizeram apresentações sobre o Brasil e interagiram com a comunidade. O programa ofereceu uma oportunidade única de aprender sobre a cultura dos Estados Unidos e de praticar o inglês. Depois de sua volta para casa, os alunos implementarão projetos de serviço comunitário que eles desenvolveram durante seu programa de intercâmbio.

Professor, aproveite a oportunidade e estimule seu aluno a se tornar um Jovem Embaixador!

Extraído e traduzido do site da NASA
 

Já pensou em mandar um brinquedo para o espaço?

Dois jovens canadenses conseguiram enviar um brinquedo Lego ao espaço, usando um balão meteorológico.

Muhammad Asad Ho e Mathew, ambos com 17 anos, criaram a “nave” na qual viajou o brinquedo. O veículo foi equipado com um telefone celular que funcionava como GPS, além de quatro câmeras que registraram a jornada do boneco ao espaço e seu retorno à Terra, de acordo com a versão online do jornal The Star.

O balão foi capaz de alcançar a estratosfera, e explodiu a 24 quilômetros acima do nível do mar, três vezes mais do que a altitude que alcança um avião comercial.

A aventura custou apenas 400 dólares

Os jovens foram capazes de recuperar o artefato com as câmeras e sua “tripulação” graças ao GPS do celular, que revelou a posição em que caiu, auxiliado por um para-quedas.

“Por que não enviar um boneco Lego ao espaço? Definitivamente é algo possível  de fazer se quisermos”, disse um dos adolescentes quando teve a ideia.

O vídeo completo da viagem, desde a ascensão até a queda do artefato foi postado no YouTube. O custo total dos materiais foi de 400 dólares, embora o para-quedas e outros elementos tenham sido construídos pelos jovens.

Extraído do sítio ‘Sempre Tops”: http://www.sempretops.com/

Como funciona uma roupa de astronauta?

Conheça os principais detalhes de um traje espacial e saiba como é a roupa de um astronauta da NASA, em: http://www.tecmundo.com.br/infografico/12227-como-funciona-uma-roupa-de-astronauta-infografico-.htm

Acampamento ‘espacial’ reúne estudantes nas férias em SP

Foco do ‘Space Camp’ é levar conhecimento científico a alunos.
Astronauta brasileiro participou do encontro no interior de São Paulo

Eduardo Carvalho Do G1, em São José dos Campos (SP)

Durante as férias escolares, grande parte dos estudantes que está no Ensino Médio não quer nem ouvir a palavra “estudo”.

Alguns preferem viajar, outros ficar em casa apenas descansando. Mas esta não é a realidade para cerca de 60 estudantes de todo o Brasil, reunidos em um sítio da zona rural de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Eles participam da primeira edição do “Space Camp” ou Acampamento Espacial, que teve início na última segunda-feira (23).

No lugar de “pique-esconde” ou trilhas em meio à natureza, os participantes passam o dia discutindo sobre cálculos e experimentos científicos. Além disso, eles colocam em prática teorias sobre a tecnologia aeroespacial (como aerodinâmica e estabilidade de voo) na preparação de dois foguetes – um feito com garrafa pet e outro real, em tamanho menor, batizado de FOG500P, utilizado por empresas do setor aeroespacial (veja o lançamento no vídeo acima).

Idealizado pela empresa Acrux e pelos organizadores da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, que reuniu no ano passado 803 mil estudantes, o encontro é considerado um “celeiro” de gênios. Isto porque ali estão reunidos aqueles que obtiveram as melhores notas neste exame, que seleciona candidatos para as fases no exterior.

“Queremos com o Space Camp desmistificar a ciência e a tecnologia. Depois dessa experiência, eles (estudantes) vão voltar com mais vontade de se aprofundar nesta área. Nessa equipe, acreditamos que cerca de 30% dos alunos deverão escolher a carreira aeronáutica ou aeroespacial. Estamos formando cientistas”, disse Oswaldo Loureda, coordenador do acampamento.

O foguete FOG500P, da Acrux, que foi estudado pelos participantes do Space Camp, em São José dos Campos. O lançamento e pouso do projétil foi considerado um sucesso. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

De todo o Brasil
A troca de experiência entre os participantes é um dos principais objetivos do encontro, que aconteceu com duas turmas. A primeira semana de atividades se encerrou na última quinta-feira (26) e a segunda deve terminar na próxima terça-feira (31).

Vindos de 13 estados do país, alguns sentem na prática a ciência ao presenciar experimentos ou quando adotam a responsabilidade de liderar as equipes na tomada de decisões das tarefas passadas pelos organizadores do encontro.

“Aqui no Brasil, são poucos os estudantes do ensino médio que têm este estímulo. É uma área apaixonante”, disse Suzana Soares Nunes, 16 anos, do Rio de Janeiro (RJ). No quarto coletivo, entre colchões e camas beliche, grossos livros de astronomia e cadernos eram possíveis de ser vistos.

“Teve dia que fomos dormir de madrugada, porque ficamos olhando as estrelas. O problema era que a gente tinha que acordar antes das 7h. As meninas que queriam lavar o cabelo tinham que acordar às 5h30 para não pegar fila no banheiro”, brinca a estudante.

Talita Vieira, 16 anos, reforça o time de mulheres no encontro. O setor, que é considerado por muito como masculinizado, tem sido impulsionado cada vez mais pelo público feminino. “Tive a influência dos meus pais para entrar nesta área e sei que as oportunidades para nós, mulheres, estão acontecendo cada vez mais”, disse a estudante de São José dos Campos.

Participantes do Space Camp vieram de vários estados do país para estudar, durante as férias escolares, assuntos ligados à ciência aeroespacial. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Exemplo
Também por influência dos pais, o estudante Oscar Schmitt Kremer, de 14 anos, veio de Pelotas (RS) para integrar a equipe de estudantes. Considerado por muitos dos organizadores como um super-dotado, ele diz preferir estudar nas férias do que ficar “hibernando”. “Se me chamarem de nerd, não vejo problema. Considero isso como algo bom”.

Outro exemplo de esforço para estudar vem de Ceilândia, no Distrito Federal. A professora Alessandra Lisboa, juntamente com outro docente, colocaram dinheiro do próprio bolso e viajaram do Planalto Central até o interior paulista para trazer as estudantes Izabel Araújo, 17 anos, e Andreza de Andrade, de 18 anos.

“Somos de uma escola pública, que não tem recursos para ter um laboratório de ciência. Nós nos esforçamos muito para propagar o conhecimento científico aos nossos alunos, grande parte carente. Essa interação e troca de experiência para as estudantes e para nós, professores, foi mágica. A expectativa que tenho agora é de voltar mais animada e mais motivada para ensinar e treinar os alunos”, afirmou Alessandra.

Apoio
Segundo João Batista Canalle, coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, o Space Camp é uma experiência piloto que será levada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, para que, em parceria com o Ministério da Educação, propague o acampamento para outras regiões do país.

“É importante ter esse conhecimento especializado desde a base escolar. O Brasil está carente de profissionais na área de tecnologia e de ciência aeroespacial. Esses alunos se mostraram bem qualificados e, se bem treinados, podem ser o futuro do programa espacial do país”, afirma.
Quem reforça a mensagem é o primeiro brasileiro a viajar para o espaço, o astronauta Marcos Pontes, convidado a falar da experiência vivida em 2006, quando partiu em direção à Estação Espacial Internacional a bordo da nave russa Soyuz TMA-8.

“A carreira científica é recompensadora em termos de satisfação profissional. Para que esses jovens tenham uma carreira promissora pela frente, é necessário que eles estudem, trabalhem, persistam e sem procurem fazer do que o necessário”.

Ao centro, o astronauta brasileiro Marcos Pontes, reunido com os participantes da primeira edição do Space Camp. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Nasa divulga foto com maior definição já feita da Terra

Do G1, em São Paulo

A Nasa divulgou nesta quarta-feira (25) o que chamou de “a mais incrível imagem em alta definição da Terra”, feita pelo satélite Suomi NPP. A fotografia foi tirada em 4 de janeiro.

As fotos da Terra são uma tradição da Nasa que começou com a Apollo 17, que tirou uma das mais famosas fotografias já feitas do espaço. Chamada de “Blue Marble” (que significa tanto “Bola de Gude Azul” quanto “Mármore Azul”, em inglês), ela foi capa de revistas por todo o mundo.

Acesse esse site e confira a imagem: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/nasa-divulga-foto-com-maior-definicao-ja-feita-da-terra.html

Brasil promove primeiro acampamento espacial

De olho numa nova geração de cientistas, o Brasil vai promover o primeiro Space Camp (Acampamento Espacial, em inglês).  Muito popular nos Estados Unidos, os Spaces Camps são baseados nos acampamentos de férias, mas com atividades voltadas às ciências espaciais. O evento acontece, até o dia 27 de janeiro, em dois encontros na cidade de São José dos Campos, SP. Ao todo, são esperados cerca de 40 estudantes, e seus respectivos professores, que participaram da última Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

Realizado pela Acrux Aerospace Technologies em parceria com a organização da OBA, o I Space Camp tem por objetivo fomentar o interesse nos jovens pelo tema espacial por meio de atividades lúdicas. Para o idealizador do programa, o tecnólogo Oswaldo Loureda, a ideia é empolgar e motivar os alunos do ensino médio pelo campo da ciência e tecnologia, ensinando conceitos importantes como, por exemplo, organização de projetos e metodologia científica.

Durante o evento, os estudantes assistirão a palestras sobre satélites, foguetes, aviões e astronomia. Haverá um show de ciência e tecnologia e oficinas de montagem de robôs feitos de sucata. Além disso, os jovens vão aprender a realizar observações astronômicas e experimentos de física e de química.

O programa ainda contará com o lançamento de um Foguete de Sondagem de Pequeno Porte e com uma visita ao Memorial Aeroespacial Brasileiro. “Os jovens terão um verdadeiro curso intensivo sobre astronáutica, robótica e foguetes”, diz Loureda com entusiasmo.

Para o Dr. João Canalle, astrônomo e coordenador nacional da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a iniciativa surge para chamar a atenção dos alunos para as ciências espaciais: “devemos promover mais eventos como esse, com o intuito de disseminar o conhecimento científico e aproximá-los de pesquisadores e astrônomos”, ressalta.

Fonte: Mercado da Comunicação
Tiberius Drumond
Assessor de Imprensa
www.mercadocom.com.br  

Nasa registra tempestade solar em vídeo

Do G1, com informações da France Presse

A Nasa publicou nesta terça-feira (24) um vídeo da tempestade solar mais forte desde setembro de 2005. O fenômeno registrado no domingo liberou radiação que atinge a Terra nesta terça e quarta-feiras.

A tempestade geomagnética foi classificada como de categoria 3 em uma escala que vai até 5. Por isto, é considerada “forte”, mas não “grave”.

Segundo o site da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), um evento de categoria 3 pode causar alterações nos sistemas informáticos dos satélites, bem como nas comunicações por rádio nos polos. A navegação aérea e as plataformas petrolíferas também podem ser afetadas nestas regiões.

Nasa descobre padrão para ‘labareda tardia’ de explosões solares

Também é uma boa oportunidade para moradores de lugares próximos ao Polo Norte para admirar a aurora boreal.

A primeira parte do vídeo tem imagens em azul, porque essa é a cor usada para o registro da luz em um comprimento de onda propício para visualizar as tempestades solares. A segunda parte mostra um vídeo do Observatório Solar Heliosférico da Nasa com a atividade da estrela entre os dias 19 e 23 de janeiro; no fim, é possível perceber a emissão violenta de partículas de alta energia.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/nasa-registra-tempestade-solar-em-video.html

Cientistas listam quatro novas descobertas sobre o universo

BBC Brasil, 17/01/2012

No último congresso da Sociedade Astronômica Americana, realizado em Austin, nos Estados Unidos, de 8 a 12 de janeiro, especialistas de todo o mundo apresentaram os últimos desenvolvimentos no estudo do cosmos.

Embora não se conheça vida fora da Terra, para os especialistas estamos iniciando uma nova era no que diz respeito ao nosso conhecimento sobre outros planetas.

”O telescópio Kepler e as microlentes gravitacionais estão abrindo uma espécie de nova era para a descoberta dos planetas”, diz James Palmer, especialista em ciência da BBC.

Mais planetas são revelados e novas formas de observação e ferramentas acrescentam dados que ajudam a esclarecer, aos poucos, alguns mistérios do espaço. Veja alguns deles.

A verdadeira cor da Via Láctea
A aparência branca da Via Láctea vista da Terra é, na verdade, resultado de um jogo de luz.

”Para os astrônomos, um dos parâmetros mais importantes é a cor das galáxias. Isso nos indica a idade das estrelas”, diz Jeffrey Newman, da Universidade de Pittsburgh. Uma comparação entre várias galáxias também teve um resultado pouco surpreendente: a cor é de fato branca.

A novidade, no entanto, refere-se à tonalidade específica.

Trata-se do branco da neve da primavera logo depois do amanhecer ou antes do entardecer, segundo os pesquisadores, o que poderá trazer informações sobre a idade da Via Láctea.

Até então, um problema recorrente para detectar a tonalidade era a poeira espacial que interfere nos observatórios instalados na Terra.

Os pesquisadores reuniram, então, informações de milhões de galáxias similares à Via Láctea. A partir de um modelo especificamente elaborado para o estudo, foi feita uma média de cor, cujo resultado foi o branco da neve.

Com o resultado, será possível avançar no estudo sobre a origem da Via Láctea, que já tem várias estrelas em fase de decadência, diz o professor.

Estrelas e planetas
Usando uma microlente gravitacional, a equipe de cientistas encontrou uma série de exoplanetas (que estão fora do sistema solar) girando em torno de outras estrelas. A descoberta indica a existência de milhões de outros planetas, apenas na Via Láctea.

O método que permitiu a descoberta consiste em usar a gravidade de uma estrela grande para amplificar a luz de estrelas ainda mais distantes e com planetas ao seu redor.

Os astrônomos usam uma série de telescópios relativamente pequenos, conectados em rede, e através destes observam o raro evento de uma estrela passando diante da outra, como se vê da Terra.

A equipe de cientistas usou recentemente esse sistema para observar planetas e ainda que o número de descobertas tenha sido relativamente pequeno, pode-se chegar a uma estimativa de quantos podem existir na galáxia.

Embora o telescópio Kepler seja a principal ferramenta para descobrir novos exoplanetas nos últimos anos, as microlentes são melhores para localizar planetas de todos os tamanhos e em diferentes distâncias.

”Apenas nos últimos 15 anos fomos de nenhum planeta conhecidos além do sistema solar aos 700 que temos hoje”, diz Martin Dominik, da Universidade de Saint Andrews, no Reino Unido.

Observatório voador
O congresso também mostrou dados captados por um telescópio bastante incomum, cuja particularidade é estar instalado na carcaça de um avião 747.

O grande feito do Sofia (Observatório Estratosférico para Astronomia Infravermelha) foi captar imagens do que parece ser uma estrela em formação.

”Esta parte da Nebulosa de Órion tem sido observada por décadas. É o mais próximo da formação de uma estrela na galáxia, o que nos dá a melhor medida de como as estrelas se formam”, explica o professor James De Buizer, da Universities Space Research Association (USRA).

Com 15 toneladas, o telescópio é montado em um suporte giratório para que possa permanecer com suas lentes fixas nas estrelas.

Ele foi projetado especialmente para analisar o cosmos na porção infravermelha do espectro eletromagnético, uma vez que os telescópios instalados na Terra não conseguem enxergar essa parte porque o vapor de água na atmosfera absorve essa luz infravermelha.

Os mistérios da matéria escura
No congresso, uma equipe franco-canadense apresentou as maiores imagens já vistas da chamada matéria escura, a misteriosa substância que compõe 85% do universo.

As imagens cobrem um espaço cem vezes maiores que aquele até então captado pelo telescópio Hubble e são compatíveis com as teorias em voga até então.

Na nova imagem, os aglomerados de matéria escura podem ser visto circundando as galáxias, conectados por filamentos soltos de matéria escura.

A professora Catherine Heymans, da Universidade de Edimburgo, explica que “as teorias da matéria escura indicavam que ela formaria uma intrincada e gigante rede cósmica”.

É exatamente o que vemos nesses dados, uma rede cósmica abrigando as galáxias”, diz.

A matéria escura não emite nenhum tipo de radiação eletromagnética e por isso não pode ser observada, sozinha, por telescópios. Ela pode, no entanto, ser detectada por meio de um estudo de como a luz é refletida por elementos que ficam à sua volta.

As quatro imagens foram feitas em diferentes estações do ano, cada uma capturando uma parcela do céu que, vista da terra, é tão grande como a palma de uma mão.

Essas descobertas constituem um grande salto adiante no entendimento da matéria escura e da forma como ela afeta o jeito que vemos a matéria normal nas distintas galáxias pela noite.

Juntas, as imagens mostram mais de 10 milhões de galáxias, cuja luz traz indícios da estrutura mais ampla da matéria escura.

A professora Catherine Heymans, da Universidade de Edimburgo, explica que “a luz de uma galáxia distante que chega até nós é curva, por causa da gravidade da massa da matéria que se encontra no meio” do caminho.

”A Teoria da Relatividade de Einstein nos diz que a massa altera o espaço e o tempo, então quando a luz chega até nós, vinda do universo, caso cruze a matéria escura, essa luz torna-se curva e a imagem que vemos é distorcida”, explica a professora.

Observação da Lua em 2012

Confira este  calendário lunar do Observatório Astronômico Genival Leite Lima, http://2.bp.blogspot.com/-_XfWUDe10d8/TwD9_SoRpAI/AAAAAAAAAsg/Pc4AmCQQ0Qg/s1600/Calendario+OAGLL+2012.jpg, que é um projeto da Secretaria de Educação de Alagoas. E acompanhe melhor a Lua em seu ballet espacial!

Aproveite a noite após o Natal para apreciar o planeta Vênus próximo da Lua e se deleitar com a linda luz cinérea da Lua!

Nos dias 26 e 27 de dezembro, Vênus e a lua crescente serão vistas próximas no anoitecer. O show começa logo após o pôr do Sol, quando o céu começa a escurecer. Há poucos fenômenos astronômicos mais cativantes que Vênus e a Lua próximas.Confira na imagem abaixo um exemplo dessa aproximação.

Fig. 1 – Uma conjunção Vênus-Lua fotografada em Nov. 2011 por Thad V’Soske de Fruita, CO. A conjunção “Noite após o Natal” será parecida. Crédito: T. V’Soske/Cosmotions.com Fonte: NASA

Para localizar o planeta, basta que o observador olhe para o lado oeste no início da noite. Ele identificará um ponto muito brilhante acima do horizonte, que será Vênus. Nessas noites, a Lua estará com apenas 5,6% do seu disco iluminado, proporcionando um fino e belo crescente. Para essas duas noites é possível contemplar também a Luz Cinérea da Lua. A luz solar incide sobre a Terra e é refletida para a Lua, iluminando sua parte escura. Confira a foto abaixo para entender melhor o fenômeno.

Fig. 2 - Luz Cinérea da Lua. Crédito: Renato Poltronieri. Fonte: Climatempo

Extraído e adaptado por Norma T. O. Reis, a partir do site da NASA (http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2011/23dec_nightafter/) e da Climatempo (http://www.momentoastronomico.com.br/efemerides/efemerides.html#cinzenta).
 

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