Imagens


Há 75 anos, rádio transmitiu ‘invasão alienígena’ à Terra e assustou milhões

Pelo menos em uma transmissão de rádio, veiculada em 30 de outubro de 1938, marcianos invadiram a Terra. A notícia que disseminou preocupação e até pânico entre os milhões de ouvintes da Columbia Broadcasting System (CBS) nos Estados Unidos. Na verdade, o noticiário veiculado naquela estação de rádio era uma adaptação do livro A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, narrada por Orson Welles e pela companhia teatral Mercury Theatre on the Air.

História do livro The War of the Worlds, de 1898, já foi adaptada para filmes, jogos e até um musical. Foto: Getty Images

História do livro The War of the Worlds, de 1898, já foi adaptada para filmes, jogos e até um musical. Foto: Getty Images

No início do texto, uma mensagem avisava que a peça se constituía de ficção. Mas muitas pessoas só começaram a ouvir depois, quando a narrativa retratava a queda de um meteoro em uma fazenda de Nova Jersey e a descoberta de que o “meteoro” era uma nave cheia de alienígenas munidos de raios mortais e inclinados a exterminar a espécie humana. No livro e na transmissão, os seres extraterrestres são descritos como marcianos, ou seja, oriundos de Marte.

Extraído de http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco

Astrônomos criam mapa 3D do centro Via Láctea

Dois grupos de astrônomos usaram os telescópios do ESO para fazer um mapa em três dimensões das zonas centrais da Via Láctea.

Esta impressão artística mostra qual a forma da Via Láctea quando vista praticamente de perfil e de uma perspectiva completamente diferente da que temos a partir da Terra. [Imagem: ESO/NASA/JPL-Caltech/M. Kornmesser/R. Hurt]

Esta impressão artística mostra qual a forma da Via Láctea quando vista praticamente de perfil e de uma perspectiva completamente diferente da que temos a partir da Terra. [Imagem: ESO/NASA/JPL-Caltech/M. Kornmesser/R. Hurt]

O primeiro grupo, do Instituto Max Planck, na Alemanha, usou o rastreio no infravermelho próximo, conseguindo observar estrelas 30 vezes mais tênues do que nas observações anteriores – eles identificaram 22 milhões de estrelas pertencentes à classe das gigantes vermelhas, cujas propriedades bem conhecidas permitem calcular as suas distâncias.

A segunda equipe, liderada Sergio Vásquez, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, utilizou uma abordagem diferente.

Ao comparar imagens obtidas com um intervalo de onze anos, a equipe pôde medir os minúsculos desvios no céu devido aos movimentos das estrelas do bojo. Estes desvios foram combinados com medições dos movimentos das mesmas estrelas ao aproximarem-se ou afastarem-se da Terra, mapeando assim os movimentos de mais de 400 estrelas em três dimensões.

extraído de http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mapa-3d-da-via-lactea&id=010175130912

Novos dados astronômicos mostram lado oculto da Via Láctea

Astrônomos do consórcio SDSS-3(Sloan Digital Sky Survey 3)lançaram nesta semana um banco de dados público que ajuda a contar a história de como a Via Láctea se formou.

Quem olha para o céu a partir de um local escuro, longe do brilho esmagador das luzes da cidade, enxerga a Via Láctea como uma faixa luminosa no céu, entrecortada por cortinas escuras.

A solução buscada pelo Apogee foi observar a luz infravermelha delas, que consegue atravessar com mais facilidade as nuvens de poeira. Esta capacidade de explorar regiões previamente escondidas da galáxia está permitindo realizar o primeiro estudo abrangente da Via Láctea, do centro ao halo.

Visão infravermelha da Via Láctea a partir da Terra.[Imagem: Peter Frinchaboy/Ricardo Schiavon//SDSS-3]

Visão infravermelha da Via Láctea a partir da Terra.[Imagem: Peter Frinchaboy/Ricardo Schiavon//SDSS-3]

Uma vez que o instrumento observa cada estrela-alvo várias vezes, ele pode identificar mudanças em seu espectro ao longo do tempo. Esta característica permitiu que a equipe descobrisse tipos incomuns de estrelas variáveis de curto período, identificasse quantas estrelas são realmente binárias com companheiros invisíveis e, até mesmo, detectasse movimentos estelares sutis causados por exoplanetas em órbita.

Todos os dados estão disponíveis para quem tiver interesse no endereço http://www.sdss3.org/dr10. Em breve, eles também poderão ser encontrados no portal mantido pelo LineA, no endereço http://skyserver.linea.gov.br.

A sonda Voyager 1 está muito perto de  entrar no espaço interestelar

A sonda Voyager 1 está a mais de 18 bilhões de quilômetros do Sol, muito perto de deixar a heliosfera e entrar no espaço interestelar. Apesar de a sonda já estar nessa região desde 2010, somente agora os cientistas conseguiram concluir a análise dos primeiros dados enviados por ela. Para se ter uma ideia, são necessárias 16 horas para que um comando enviado da Terra chegue até a sonda e a mesma quantidade de horas para que a resposta da sonda retorne.

imagem: Nasa/JPL-Caltech

imagem: Nasa/JPL-Caltech

A ilustração mostra o formato do Sistema Solar e a posição das duas sondas Voyager, que estão na região chamada de ‘helioheath’.

A saga das Voyager rumo ao espaço

No dia 20 de agosto de 1977, deixava o planeta a sonda Voyager 2, que junto com sua ‘gêmea’ Voyager 1, encabeça hoje a lista de artefatos humanos mais distantes da Terra. Comandadas pela agência espacial norte-americana, a Nasa, as duas trilharam uma rica história de desbravamento do Sistema Solar, zona que agora estão prestes a deixar para trás.

voyger 2

Confira muito mais sobre essa aventura espacial:http://tmblr.co/ZlIT9xt3R670

Asteroide recém-descoberto faz rasante na
madrugada de sexta-feira 09/08/2013

O asteroide foi descoberto na quinta-feira e se desloca a 62 mil km/h. As primeiras estimativas mostram que tem aproximadamente 17 metros de comprimento e já passou próximo a Marte em maio de 2010.

Batizado de 2013 PS13, o novo asteroide foi observado pela primeira vez através do telescópio robótico de La Sagra, na Espanha e detectado alguns minutos depois em observatórios Itelescope no Novo México e Sandlot, no Kansas.

Os dados mostram que 2013 PS13 fará sua aproximação máxima da Terra às 02h21 de sexta-feira, quando chegará a apenas 192 mil quilômetros da Terra, o equivalente à metade da distância até a Lua. Quatro horas depois, às 07h40, será a vez de 2013 PS 13 se aproximar da Lua, sobrevoando nosso satélite a 300 mil km de distância.

Em ambos os casos não qualquer risco de colisão.

A NASA APONTA AS MAIS IMPORTANTES QUESTÕES SOBRE A LUA EUROPA

Grande parte do conhecimento adquirido pelos cientistas sobre a lua Europa de Júpiter foi adquirido a partir da sonda Voyager 2, da NASA, em 1979, e pela sonda Galileo da NASA nos anos 1990. Mesmo nestes, encontros fugazes, os cientistas viram um mundo fraturado, coberto de gelo com sinais de um oceano de água líquida sob sua superfície. Esse ambiente poderia ser uma casa acolhedora para a vida microbiana.

By Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, California

By Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, California

Esta ilustração mostra uma visão simulada a partir da superfície da lua Europa de Júpiter. Potencialmente áspera e com a superfície congelada, tingida com áreas avermelhadas que os cientistas esperam aprender mais, pode ser vista em primeiro plano. O planeta gigante Júpiter paira sobre o horizonte.

Europa é o lugar mais provável em nosso sistema solar além da Terra para ter a vida hoje, e uma missão pousando lá seria a melhor forma para procurar sinais de vida “.

A equipe descobriu as questões mais importantes agrupadas em torno da composição: O que faz os pontos os avermelhados “sardas” e as rachaduras avermelhadas que mancham a superfície gelada? Que tipo de química está ocorrendo lá? Existem moléculas orgânicas, que estão entre os blocos de construção da vida?

Prioridades adicionais envolvidas melhoram nossas imagens de Europa – dando uma olhada nos recursos em uma escala humana para fornecer o contexto para as medições da composição. Também entre as prioridades estão as questões relacionadas com a atividade geológica e a presença de água em estado líquido: o quanto é ativa a superfície? O que essas detecções nos dizem sobre as características da água em estado líquido sob a superfície gelada?

Duas visões da Terra

A Terra foi fotografada no mesmo dia, tanto a partir de Mercúrio como de Saturno. Na foto à esquerda, a Terra é o pálido ponto azul logo abaixo dos anéis de Saturno, como capturada pela nave Cassini. Na foto à direita, o sistema Terra-Lua é visto contra um fundo escuro, como capturado pela sonda MESSENGER em órbita de Mercúrio.

Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap130723.html

A Terra e os anéis de Saturno em imagem obtida pela nave Cassini no dia 19 de julho de 2013

Nesta imagem rara obtida em 19 de julho de 2013 com a câmera de grande angular da nave espacial Cassini da NASA foi capturada os anéis de Saturno e nosso planeta Terra e sua lua no mesmo quadro. É só um quadro em um mosaico de 33 quadros que cobrem todo o sistema de anéis de Saturno (incluindo o próprio planeta Saturno). Em cada quadro, as imagens foram tomadas em diferentes filtros espectrais para um total de 323 imagens: algumas foram obtidas para fins científicos e outras para produzir um mosaico em cor natural.

Fonte: http://www.jpl.nasa.gov/spaceimages/details.php?id=PIA17171

A Terra e a Lua vistas de Saturno em imagem obtida pela nave Cassini no dia 19 de julho de 2013

Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/image/1307/earthmoon2_cassini_946.jpg

Imagens da nuvem de gás sendo despedaçada pelo buraco negro situado no centro da nossa Galáxia

Crédito: ESO/S. Gillessen

Crédito: ESO/S. Gillessen

Estas observações obtidas pelo instrumento SINFONI, montado no Very Large Telescope do ESO, mostram como é que uma nuvem de gás está sendo esticada e despedaçada à medida que passa perto do buraco negro de massa extremamente elevada situado no centro da nossa Galáxia. O eixo horizontal mostra a extensão da nuvem ao longo da sua órbita e o eixo vertical mostra as velocidades das diferentes partes da nuvem durante os últimos dez anos. A nuvem está agora (2013) esticada de modo dramático e a velocidade da parte dianteira é vários milhões de km/h diferente da velocidade da cauda.

Espiral estranha descoberta pelo ALMA em torno da estrela gigante vermelha R Sculptoris

Observações feitas com o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) revelaram uma estrutura em espiral inesperada na matéria em torno da estrela evoluída R Sculptoris. Tal estrutura nunca tinha sido vista anteriormente e foi provavelmente criada por uma estrela companheira escondida, que orbita a estrela. Os novos dados do ALMA revelam a concha que circunda a estrela, que aparece como o anel circular exterior, e também a estrutura em espiral do material interior.

Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/M. Maercker et al.

Crédito:
ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/M. Maercker et al.

 

Primeiro encontro de Astronautas russos e norte-americanos no espaço

encontro astronautas no espaço

A espaçonaves Apollo 18 e Soyuz 19 realizavam, há exatos 38 anos, a primeira acoplagem entre naves de dois países. Esse também foi o último voo das missões Apollo.

Astrônomo UCSB descobre a identidade oculta de um exoplaneta

A imagem abaixo mostra o tamanho relativo da terra e do sol ao lado de HD 97658 (estrela) e HD 97658b (o exoplaneta super-Terra).

(Santa Barbara, na Califórnia) pairando a cerca de 70 anos-luz da terra que é \ es Observatory Global Telescope (LCOGT). Como parte de sua pesquisa, Dragomir olhou para trânsitos deste exoplaneta do Canadá Microvariability & oscilações do telescópio espacial de estrelas (a maioria). O telescópio foi lançado em 2003 para uma órbita de pólo-pólo de mais alta cerca de 510 km. Dragomir analisou os dados usando o código escrito pelo companheiro postdoctoral LCOGT Jason Eastman. Os resultados foram publicados on-line hoje no Astrophysical Journal Letters.

Colisão de estrelas cria o equivalente a 10 Luas em ouro

Cientistas registraram uma explosão de raios gama após a colisão de duas estrelas de nêutrons. O resultado do efeito cataclísmico foi a criação de diversos elementos – foi ejetado o equivalente a 100 vezes a massa do Sol em material.
Entre essa gigantesca quantidade de matéria, muito ouro – os cientistas estimam que 10 vezes a massa da Lua do metal. O estudo foi divulgado na revista Astrophysical Journal Letters nesta quarta-feira (17 de julho de 2013).

Concepção artística mostra a colisão das estrelas de nêutrons. Foto: Dana Berry, SkyWorks Digital, Inc. / Divulgação

Concepção artística mostra a colisão das estrelas de nêutrons. Foto: Dana Berry, SkyWorks Digital, Inc. / Divulgação

Ao contrário de elementos mais comuns, como carbono ou ferro, o ouro não é criado dentro das estrelas. Para isso, são necessários eventos mais extremos. No caso registrado, duas estrelas de nêutrons – o núcleo que sobrou de duas estrelas que explodiram como supernova – colidiram, o que levou a uma explosão de raios gama. Diversos elementos foram criados, entre eles o metal.
“Nós estimamos que a quantidade de ouro produzida e ejetada durante a colisão das duas estrelas de nêutrons foi grandes como 10 massas lunares”, diz o autor principal do artigo, Edo Berger, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (EUA). A explosão ocorreu a 3,9 bilhões de anos da Terra – uma das mais próximas já registradas – e foi vista pelo satélite Swift, da Nasa, em 3 de junho. Ela durou menos de dois décimos de segundo.
“Parafraseando Carl Sagan, somos todos produtos das estrelas, e nossas joias são produtos de colisões de estrelas”, diz Berger.

O Ciclo de Vida de uma Estrela

ciclo de vida de uma estrela

Lua e luz zodiacal sobre La Silla

O que pode parecer uma cidade do futuro flutuando por cima das nuvens, saída de uma história de ficção científica, é, na realidade o observatório mais antigo do ESO, La Silla. Esta fotografia foi tirada pelo astrônomo Alan Fitzsimmons, perto do telescópio de 3,6 metros do ESO, pouco depois do pôr do Sol. A Lua quase que aparece na imagem, o que faz com que o observatório se encontre banhado pela luz surreal do luar refletido nas nuvens mais abaixo.

A tênue banda de luz dourada brilhante por cima das nuvens é a luz zodiacal, causada pela luz solar refletida por partículas de poeira que se encontram entre o Sol e a Terra. Este raro fenômeno só pode ser visto logo após o pôr do Sol ou um bocadinho antes do nascer do Sol, em épocas específicas do ano.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1325a/

Ecografia obtida pelo ALMA revela embrião de uma estrela monstruosa

Novas observações obtidas pelo Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) deram aos astrónomos a melhor vista de sempre de uma estrela gigantesca a formar-se no seio de uma nuvem escura. Descobriu-se um útero estelar com cerca de 500 vezes a massa solar – o maior alguma vez descoberto na Via Láctea – que ainda está a crescer. A estrela embrionária no seio da nuvem alimenta-se vorazmente do material que cai para o interior. Pensa-se que esta nuvem irá dar origem a uma estrela muito brilhante com uma massa que poderá atingir as 100 massas solares.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1331/

Astronautas chineses retornam de missão espacial

A partir da esquerda: astronautas chineses Zhang Xiaoguang, Nie Haisheng e Wang Yaping cumprimentam equipe em terra após saírem da cápsula Shenzhou-10 nesta quarta-feira, 26 de junho. A cápsula aterrissou na região da Mongólia após 15 dias no espaço, em missão de acoplamento e desacoplamento manual, ensaio para a construção de uma estação espacial chinesa permanentemente tripulada.

Crédito: STR/AFP

Crédito: STR/AFP

Final da trajetória diurna do Sol

A imagem abaixo mostra a seqüência de 17 poses na mesma fotografia, realizada por Danilo Pivato em 21 de Junho de 2013, pode se  ver parte final da trajetória diurna do sol.

deslocamento do sol
Devido à refração atmosférica a imagem do sol desloca-se para cima da sua verdadeira trajetória, aqui indicada pela linha vermelha. Nota-se que esta separação aumenta quanto mais perto do horizonte, pois os raios solares atravessam uma quantidade de atmosfera muito maior na direção de observação, induzindo um ângulo de refração crescente. A informação é do Observatório Astronômico de Lisboa.

Admirando a Galáxia

Esta bela fotografia mostra o contraste entre uma simples figura, escura e parada, na Terra e o brilhante céu estrelado. Nesta imagem, o céu é dominado pelo enorme conjunto de estrelas e poeira que compõe o centro da Via Láctea, a nossa casa galática.

Esta imagem é um auto-retrato tirado pelo astrônomo Alan Fizsimmons, que obteve esta fotografia entre sessões de observação no Observatório de La Silla do ESO.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1320a/

Três planetas dançam por cima de La Silla

É uma verdadeira alegria, tanto para fotógrafos como para astrônomos: ocorre neste momento no céu um fenômeno conhecido como sizígia – quando três (ou mais) corpos celestes se alinham quase perfeitamente no céu. Quando os corpos celestes têm uma longitude eclíptica muito semelhante, este evento é também conhecido como uma quase conjunção tripla. Claro que o efeito é apenas devido à perspectiva, mas ainda assim não deixa de ser espetacular. Neste caso particular, os corpos são três planetas e a única coisa necessária para apreciar o espetáculo é um céu limpo durante o pôr do Sol.

Felizmente, isso foi o que aconteceu ao Embaixador Fotográfico do ESO Yuri Beletsky, que teve a sorte de observar este fenômeno a partir do Observatório de La Silla do ESO, no norte do Chile, no domingo dia 26 de maio. Por cima das cúpulas redondas dos telescópios, três dos planetas do nosso Sistema Solar – Júpiter (em cima), Vênus (à esquerda em baixo) e Mercúrio (à direita em baixo) – podem ser vistos, logo após o pôr do Sol, ocupados na sua dança cósmica.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1322a/

A imagem do exoplaneta mais leve já encontrado

Uma equipe de astrônomos utilizou o Very Large Telescope do ESO para obter a imagem de um objeto tênue que se desloca próximo de uma estrela brilhante. Com uma massa estimada em quatro a cinco vezes a massa de Júpiter, este pode bem ser o planeta com menos massa a ser observado fora do Sistema Solar de forma direta. A descoberta é uma contribuição importante ao estudo da formação e evolução de sistemas planetários.

Embora quase um milhar de exoplanetas tenham sido até agora detectados indiretamente –  a maioria dos quais pelo método dos trânsitos ou das velocidades radiais- e muitos mais candidatos aguardem confirmação, apenas para cerca de uma dúzia de exoplanetas foi possível obter imagens diretamente.

Descoberto novo tipo de estrela variável

Com o auxílio do telescópio suíço Euler de 1,2 metros, instalado no Observatório de La Silla no Chile, astrônomos descobriram um novo tipo de estrela variável. A descoberta baseou-se na detecção de pequeníssimas variações no brilho de algumas estrelas de um aglomerado. As observações revelaram propriedades destas estrelas anteriormente desconhecidas, que desafiam as atuais teorias e levantam questões sobre a origem das variações

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1326/

NASA divulga imagens da Terra Verde, contrastando com a Boli

A NASA divulgou  imagens sui generis da Terra, mostrando em destaque o verde do nosso planeta. Os oceanos aparecem de branco para destacar a vegetação terrestre.
Apesar de 75% do planeta ser coberto por um oceano relativamente imutável de azul, os restantes 25% da superfície terrestre é um verde dinâmico.

Crédito: NASA/NOAA

Crédito: NASA/NOAA

Os dados foram coletados a partir de abril de 2012 até abril 2013, gerando as imagens.

Extraído de http://www.cosmobrain.com.br/cosmoforum

Sondas espaciais registram atividade do Sol

Texto extraído do sítio UOL

Créditos da imagem: NASA/SDO

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Observatório da Nasa (Agência Espacial Americana) registra erupção solar de nível médio em 7 de junho de 2013. A erupção da classe M é vista na parte inferior à direita da imagem. As erupções ejetam radiação que podem afetar satélites apesar de não passarem pela atmosfera terrestre. Esta erupção causou um blecaute moderado nas ondas de rádio, avaliado como um R2 nas escalas da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA — a escala vai de R1 a R5. Desde então a radiação diminuiu seu poder. O aumento do número de erupções está bastante comum neste ano, que é o pico de atividade solar em 11 anos

NASA registra imenso buraco negro no Sol

A NASA recentemente capturou, por meio de seu Observatório de Dinâmica Solar, imagens fantásticas do Sol que em nada se parecem com aquele círculo amarelo visto a olho nu, pairando no céu. A tecnologia da agência americana é surpreendente e consegue, por meio de filtros ultravioletas, enxergar a nossa estrela de uma maneira muito mais íntima.

Fonte da imagem: Reprodução/NASA

Fonte da imagem: Reprodução/NASA

Se você observar bem a imagem acima, vai perceber que o Sol está com um grande buraco. Não há motivo para pânico, já que, segundo a NASA, isso não é um sinal do fim dos tempos, mas um buraco coronal, estrutura comum que se forma na coroa solar e libera a energia do Sol no espaço. Por isso, são regiões escuras e mais frias.

Esse “buraco negro” é causado pela baixa densidade de plasma quente em algumas regiões da coroa solar, que contém poderosos campos magnéticos. Alguns desses campos são levemente desestruturados, o que provoca esses bonitos laços de luminosidade, que acabam liberando gases superaquecidos responsáveis pela produção de luzes ultravioletas.

Por outro lado, existem campos magnéticos diferentes, que possuem os finais de seus fluxos ancorados na fotosfera solar. A energia liberada por esse tipo de campo chega a alterar a temperatura de algumas regiões do espaço, contribuindo inclusive para os ventos solares que trazem calor à Terra. O buraco causado por toda essa bagunça de campos magnéticos é o maior registrado pela NASA no último ano.

Atmosfera sombria em Saturno

Sombras cobrem 30 a 43% da ionosfera — uma área muito maior do que foi observada anteriormente. Em 1980, foram descobertas as primeiras imagens, através da espaçonave Voyager, dessas camadas escuras da atmosfera de Saturno. As sombras foram vistas novamente só em 2011, mas só agora é que a descoberta da chuva dos anéis dá uma maior dimensão ao que acontece na atmosfera do planeta.

O lado escuro de Saturno não iluminado pelo Sol no momento em que a foto foi tirada pela sonda espacial Cassini. Fonte da imagem: NASA

O lado escuro de Saturno não iluminado pelo Sol no momento em que a foto foi tirada pela sonda espacial Cassini.
Fonte da imagem: NASA

observatório da NASA, W. M. Keck Observatory, com análises da Universidade de Leicester, da Inglaterra, conseguiu localizar chuvas de partículas carregadas de água na atmosfera de Saturno, vindas de seus anéis circundantes.

Partículas carregadas de água chovem na atmosfera de Saturno — e a dimensão dessa chuva e a extensão de áreas do planeta que ela afeta é muito maior do que se imaginava anteriormente.“Saturno é o primeiro planeta a mostrar uma interação significativa entre sua atmosfera e seu sistema de anéis”, diz o principal autor do artigo sobre a descoberta, James O’Donoghue. “O maior efeito da chuva dos anéis é que ela extingue a ionosfera de Saturno, reduzindo severamente as densidades de elétrons nas regiões em que cai”.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/saturno/36193-cientistas-descobrem-imensa-chuva-vinda-dos-aneis-de-saturno-.htm

Cometa que será visto da Terra pode brilhar mais do que a lua cheia

Apesar de a rota do cometa C/2012 S1 ainda não ter sido calculada com exatidão, astrônomos afirmam que astro pode brilhar mais do que a lua cheia.

cometa setembro 2013

astrônomos e curiosos pelo espaço não veem a hora de chegar novembro de 2013, mês em que o cometa C/2012 S1 será visto a olho nu pelos habitantes da Terra. Apesar de ainda ser cedo para definir com exatidão a trajetória do astro — e de isso ser necessário para estimar com certeza o seu brilho —, os astrônomos russos que o descobriram acreditam que ele poderá ser mais brilhante do que a lua cheia.

Extraído de http://www.megacurioso.com.br/astronomia/35073-cometa-que-sera-visto-da-terra-pode-brilhar-mais-do-que-a-lua-cheia.htm

Lua de Plutão pode ganhar nome em homenagem ao seriado Star Trek

Depois de Plutão, chegou a vez de uma lua do ex-planeta causar polêmica. Descobertos em 2011 e 2012, os satélites naturais P4 e P5 ainda precisam de um nome. Para ajudar os astrônomos a chegar a uma conclusão, o instituto SETI — aquele mesmo que procura mensagens alienígenas enviadas pelo espaço — criou uma enquete com 21 opções de nome, prontas para serem votadas por quem estivesse interessado.

Pelo Twitter, o ator William Shatner, que interpretava o capitão Kirk na série de TV Jornada nas Estrelas (Star Trek), sugeriu o nome “Vulcan”, que faz referência ao planeta dos vulcanos, raça de alienígenas encontrada no seriado de TV. A sugestão foi acatada também pelo ator Leonard Nimoy, que interpretava o vulcano Spock na mesma série.

nova lua de plutão

Dessa forma, essa acabou sendo a sugestão mais votada da enquete promovida pelo SETI, liderando os resultados com cerca de 50 mil votos. A segunda escolha mais popular foi Cérberos, o nome dado ao cachorro com três cabeças que guarda os portões do mundo inferior na mitologia grega. E, a princípio, a votação não agradou aos profissionais da área.

Extraído de http://www.megacurioso.com.br/astronomia/35740-lua-de-plutao-pode-ganhar-nome-em-homenagem-ao-seriado-star-trek.htm

Esta ilustração mostra como um eclipse solar pode obscurecer a superfície do planeta

eclipse 3d

A Via-Láctea acima do ALMA

Embaixador Fotográfico do ESO Babak Tefreshi, captou esta impressionante imagem das antenas da rede ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), tendo como fundo o esplendor da Via Láctea. A riqueza do céu nesta imagem atesta bem as extraordinárias condições que oferece à astronomia o Planalto do Chajnantor, uma região do Atacama situada a 5000 metros de altitude.

Nesta imagem podemos ver as constelações de Carina e da Vela. As nuvens de poeira da Via Láctea, obscuras e tênues, cruzam a imagem da região superior esquerda à inferior direita. A estrela brilhante de cor laranja, em cima e à esquerda, é Suhail na Vela, enquanto que a estrela também alaranjada no meio em cima é Avior, na Carina. Das três estrelas azuis brilhantes que formam um “L” perto destas estrelas, duas delas pertencem à Vela e a da direita pertence a Carina. E exatamente no centro da imagem por baixo destas estrelas brilha a cor de rosa a Nebulosa Carina (eso1208).

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1222a/

ESTRELA GÊMEA SOLAR É DESCOBERTA POR CIENTISTAS

BRASILEIROS

Uma estrela gêmea solar, chamada CoRot Sol 1, foi descoberta por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). De acordo com a equipe envolvida, ela é a mais distante da Via Láctea e possui massa e composição química semelhantes às do Sol. Espera-se que, a partir disso, seja possível estudar como será a evolução da nossa estrela e testar teorias sobre o Sol.

corot

Apesar de serem parecidas, as duas estrelas apresentam algumas diferenças. A CoRoT Sol 1 tem aproximadamente 2 bilhões de anos a mais do que o Sol e conta com um brilho 200 vezes mais fraco. Contudo, o período de rotação das duas é praticamente o mesmo. Os dados foram registrados pelo satélite CoRoT, lançado em 2006 e operado no Havaí. O estudo sobre a estrela gêmea solar será publicado em breve pela revista Astrophysical Journal Letters. A equipe de cientistas responsável pelo anúncio é composta por José Dias do Nascimento, da UFRN, que lidera o grupo; Jefferson Soares Costa e Matthieu Castro, também da UFRN; Yochi Takeda, do Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ); Gustavo Porto de Mello, do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Jorge Melendéz, da Universidade .

O telescópio espacial Kepler

O telescópio espacial Kepler (imagem abaixo) foi projetado para examinar uma região pequena do espaço, na constelação do Cisne, do Dragão e da Lira (Cygnus, Draco e Lyra), e estava indo bem, até que os giroscópios começaram a falhar.
Por enquanto a situação está indefinida, alguns cientistas estão dando sugestões de como tentar ressuscitar o telescópio à distância (não tem como mandar uma missão tripulada para consertar o Kepler), enquanto outros estão escrevendo elegias (poesias fúnebres) para o telescópio.

telescópio kepler

O Kepler tem quatro giroscópios, dos quais dois falharam, e para trabalhar ele precisa de pelo menos três giroscópios funcionando. Sem os giroscópios, o Kepler não pode ser mantido apontado para a região alvo e tentar detectar mudanças no brilho das estrelas, um dos indícios de que ela tem um planeta em órbita.
Mesmo com este problema, o Kepler coletou muitos dados nos quatro anos de operação, e só metade destes dados foram examinados até agora.
Fonte: http://cosmiclog.nbcnews.com/_news/2013/05/18/18328881-scientists-respond-to-planet-hunters-plight-with-pointers-and-poetry

Telescópio Hubble registra impressionante imagem do

cometa ISON

Localizado a 610 milhões de km do Sol, o cometa C/2012 S1 ISON já chama bastante a atenção dos pesquisadores. Uma nova imagem, feita pelo telescópio espacial Hubble permitiu aos cientistas efetuarem medições mais precisas desse visitante que a cada dia se aproxima mais do Sol.

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A nova imagem, registrada com incrível quantidade de detalhes, revela um intenso jato de partículas geladas sendo soprado na direção oposta do Sol, revelando que o calor e a pressão do vento solar já exercem influência significativa na estrutura do cometa.

Fonte: http://www.apolo11.com

Nebulosa Cabeça de Cavalo

Os astrônomos usaram o Telescópio Espacial Hubble da NASA para fotografar a Nebulosa Cabeça de Cavalo de um modo diferente, na faixa do infravermelho , para marcar o 23 º aniversário do lançamento do famoso observatório. O telescópio espcial Hubble  foi lançado, a bordo do ônibus espacial Discovery, em 24 de abril de 1990.

Fonte: NASA

Consertando a Estação Espacial Internacional

Os astronautas da Expedição 35, Chris Cassidy (foto) e Tom Marshburn (fora do quadro), completaram uma caminhada espacial no dia 11 de maio de 2013 para inspecionar e substituir uma caixa de controle da bomba de refrigeração responsável pelo vazamento  de amônia.

Fonte: NASA

Aglomerado estelar globular NGC 6362

O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA dá-nos esta impressionante imagem do agomerado globular NGC 6362. A imagem desta coleção esférica de estrelas olha de modo profundo para o núcleo do aglomerado globular, que contém uma grande concentração de estrelas de várias cores. A imagem foi criada combinando imagens obtidas no ultravioleta, visível e infravermelho, com os instrumentos Wide Field Channel of the Advanced Camera for Surveys e Wide Field Camera 3.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/eso1243d/

Super aglomerado de Galáxias – Abell 901/902

Esta imagem profunda mostra o que é conhecido como um superaglomerado de galáxias – um grupo gigante de aglomerados de galáxias ligados entre si. Este, conhecido como Abell 901/902, é constituído por três aglomerados principais diferentes e um número de filamentos de galáxias, típicos de tais super-estruturas. Um dos aglomerados, Abell 901a, pode ser visto por cima e um pouco à direita da estrela vermelha bastante proeminente que se encontra em primeiro plano, próximo do centro da imagem. Um outro, Abell 901b, está situado à direita de Abell 901a, um pouco mais abaixo. Por fim, o aglomerado Abell 902 encontra-se diretamente abaixo da estrela vermelha, estendendo-se para baixo na imagem.

A nebulosa do lápis

A estranha Nebulosa do Lápis (NGC 2736) aparece-nos nesta imagem obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. Esta nebulosa é uma pequena parte de um enorme anel de restos deixados por uma explosão de supernova, que aconteceu há cerca de 11 mil anos. A imagem foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/eso1236a/

A flamejante faixa escondida de Órion

Esta imagem das nuvens cósmicas na constelação de Órion revela o que parece ser uma fita flamejante no céu. O brilho laranja representa a radiação tênue emitida pelos grãos de poeira fria interestelar, em comprimentos de onda longos demais para poderem ser vistos com o olho humano. Esta imagem foi obtida pelo Atacama Pathfinder Experiment (APEX), operado pelo ESO no Chile.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1321/

Uma bolha verde fantasma

Esta  imagem obtida com o Very Large Telescope do ESO mostra a nebulosa planetária IC 1295, verde e brilhante, que rodeia uma estrela moribunda tênue situada a cerca de 3300 anos-luz de distância, na constelação do Escudo. Esta é a imagem mais detalhada deste objeto obtida até hoje.

Estrelas do tamanho do Sol terminam as suas vidas sob a forma de anãs brancas, estrelas pequenas e tênues. Na transição final para a “reforma”, a atmosfera é lançada para o espaço. Durante apenas alguns milhares de anos, estes objetos encontram-se rodeados por espetaculares nuvens brilhantes e coloridas de gás ionizado, conhecidas como nebulosas planetárias.

Esta imagem obtida pelo VLT mostra a nebulosa planetária IC 1295, que se situa na constelação do Escudo. Tem a característica particular de ser composta por inúmeras conchas que a fazem parecer um micro-organismo visto através do microscópio, com as muitas camadas correspondendo às várias membranas de uma célula.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1317/

Caminhada espacial para reparar vazamento de amônia

Os astronautas Chris Cassidy e Tom Marshburn se aventuraram no espaço em 11 de maio de 2013 e substituíram uma bomba do lado de fora da Estação Espacial Internacional, responsável pelo vazamento de amônia.

Foram mais de cinco horas de trabalho. A Amônia é utilizada para regular a temperatura interna da Estação Espacial Internacional.

Fonte: http://spaceinimages.esa.int/Images/2013/05/Spacewalk_repairing_ammonia_leak

Jatos de buraco negro ejetados de galáxia

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Esta imagem composta de uma galáxia ilustra como a gravidade intensa de um buraco negro supermassivo pode gerar eventos de altíssimas energias. A imagem contém dados de raios-x do telescópio Chandra (azul), luz ótica obtida pelo Hubble Space Telescope (dourado) e ondas de rádio do NSF Very Large Array (rosa).

A galáxia se encontra a 850 milhões de anos-luz da Terra. As emissões de rádio se devem a dois jatos de partículas expelidas pelo buraco negro que se movem a milhões de quilômetros por hora para longe do objeto supermassivo, no centro da galáxia.

Os raios-x mostram um aspecto diferente da galáxia: a localização de gases quentes. O azul claro bem no centro da imagem indica a presença de gases a milhões de graus em torno do buraco negro. Parte desse material pode ser acrescida ao buraco negro, enquanto o vórtice de gás magnetizado poderia elevar a intensidade dos jatos detectados.

Fonte: NASA

Galáxia espiral M77 na constelação da Baleia

Galáxia espiral M77 na faixa da luz visível

Galáxia espiral M77 na faixa da luz visível

A galáxia espiral M77, ou NGC 1068, na constelação da Baleia, se encontra de face para a nossa perspectiva. Tendo 100 mil anos-luz de diâmetro, a galáxia se encontra a 47 milhões de anos-luz de nós. Seu núcleo compacto e brilhante é bastante estudado por astrônomos interessados nos buracos negros supermassivos de galáxias do tipo Seyfert. Os braços espiralados da galáxia ainda contêm escuras nuvens de poeira e regiões avermelhadas de formação estelar.

Texto traduzido do sítio Astronomy Picture of the Day

Créditos da imagem: NASAESAAndré van der Hoeven

Uma bolha verde fantasma

Esta nova imagem obtida com o Very Large Telescope do ESO mostra a nebulosa planetária IC 1295, verde e brilhante, que rodeia uma estrela moribunda tênue situada a cerca de 3300 anos-luz de distância, na constelação do Escudo. Esta é a imagem mais detalhada deste objeto obtida até hoje. Esta nova imagem obtida pelo VLT mostra a nebulosa planetária IC 1295, que se situa na constelação do Escudo. Tem a característica particular de ser composta por inúmeras conchas que a fazem parecer um micro-organismo visto através do microscópio, com as muitas camadas correspondendo às várias membranas de uma célula.

Imagem da nebulosa planetária IC 1295 obtida pelo VLT

Imagem da nebulosa planetária IC 1295 obtida pelo VLT

Esta imagem foi obtida pelo Very Large Telescope do ESO, situado no Cerro Paranal no deserto do Atacama, no norte do Chile, com o auxílio do instrumento FORS (sigla do inglês FOcal Reducer Spectrograph). Foram feitas exposições em três filtros diferentes, na luz azul (mostradas em azul), na radiação visível (mostradas em verde) e na luz vermelha (mostradas em vermelho), que foram combinadas nesta imagem.

Uma região de formação estelar anárquica

O telescópio dinamarquês de 1,54 metros, situado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, capturou uma imagem surpreendente da NGC 6559, um objeto que demonstra bem a anarquia que reina quando estrelas se formam dentro de uma nuvem interestelar.

Panorâmica da região de formação estelar NGC 6559

Panorâmica da região de formação estelar NGC 6559

O gás presente nas nuvens de NGC 6559, principalmente hidrogênio, é a matéria prima da formação estelar. Quando a região no interior da nebulosa acumula matéria suficiente, acontece um colapso sob o efeito da sua própria gravidade. O centro da nuvem torna-se cada vez mais denso e quente, até que se inicia a fusão termonuclear e a estrela nasce. Os átomos de hidrogênio combinam-se para formar átomos de hélio, libertando energia neste processo e fazendo assim com que a estrela brilhe.

ALMA localiza galáxias primordiais de forma rápida e precisa

Uma equipe de astrônomos utilizou o novo telescópio ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) para determinar a localização de mais de 100 galáxias com formação estelar intensa no Universo primordial como as mostradas na imagem abaixo.

eso1318a O ALMA é tão potente que, em apenas algumas horas, fez tantas observações destas galáxias como as que tinham sido feitas por todos os telescópios semelhantes de todo o mundo ao longo de mais de uma década.

Extraído de http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1318/

Grande ejeção de massa coronal

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Uma ejeção de massa coronal foi flagrada pelo SDO (Solar Dynamics Observatory), no dia primeiro de maio, em uma faixa do espectro eletromagnético ao extremo ultravioleta. Ejeções de massas coronais usualmente carregam mais de um bilhão de toneladas de partículas a mais de um milhão de milhas por hora!

Fonte: http://sdo.gsfc.nasa.gov

Duas estrelas se fundindo

Pela primeira vez, cientistas foram capazes de observar diretamente a fusão de duas estrelas vizinhas com o objetivo de formar apenas uma. Especialistas sugerem que há décadas que tais estrelas – que giram tão próximos uma das outras que as suas camadas exteriores realmente se tocam – estão nesse processo de “mistura”. O novo trabalho de Romuald Tylenda e colaboradores, do Centro Astronômico Nicolaus Copernicus, em Torun, na Polônia, pegou as estrelas no flagra.

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A mais recente descoberta veio após um golpe de sorte: Tylenda percebeu que o telescópio do Experimento de Lentes Ópticas Gravitacionais da Universidade de Varsóvia – um projeto que busca encontrar matéria escura desde meados dos anos 1990 – apontava para a região da V1309 Sco no céu por anos. Depois de mais de 2 mil observações feitas entre os anos de 2002 e 2010, ele e seus colegas descobriram variações de luz que sugerem que a V1309 Sco foi originalmente uma estrela binária de contato, um par de estrelas que circulam e se tocam a cada 1,4 dias. Com o tempo, essa variação periódica foi ficando cada vez menor à medida em que as camadas das estrelas foram se unindo e criaram um casulo abrangendo ambas as órbitas das estrelas.

Fonte:http://hypescience.com/

O misterioso hexágono de Saturno fotografado a partir de luz visível pela primeira vez

Desde sua descoberta, nos anos 1980, a tempestade hexagonal do polo norte de Saturno tem provocado curiosidade e especulações, até por parte dos cientistas. Recentemente, a sonda Cassini pode fazer uma passagem próxima e registrá-la em fotos e vídeo.

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A partir desses dados, os cientistas sabem agora que o olho do furacão tem cerca de 2.000 km de diâmetro, 20 vezes maior que o tamanho médio do olho de um furacão terrestre. As nuvens finas e brilhantes na borda do furacão estão viajando a 150 metros por segundo dentro de uma estrutura maior, conhecida como o hexágono.

Fonte: http://hypescience.com/

Atlas e as esferas cristalinas

Esferas cristalinas

Em se tratando da oposição entre modelos geocêntrico e heliocêntrico, esta imagem cabe muito bem, ao mostrar a visão geocêntrica do Universo que se tinha na Grécia Antiga. O mitológico Atlas segura o Universo, para que este não caia. Tal Universo é composto pela Terra – feita de terra e água e, logo acima, de ar e fogo -, ao centro, rodeada pelas girantes esferas cristalinas que contém os astros do céu – feitos de éter, a quintessência.

Fonte: http://www.crystalinks.com/

ESPECTRÔMETRO MAGNÉTICO ALFA (AMS)

O AMS é um instrumento utilizado para medir a energia e velocidade de partículas no espaço, fenômeno conhecido como radiação cósmica. Ele é operado por uma equipe que reúne 16 países e está em órbita desde 2011, quando foi levado até a ISS pelo ônibus espacial Endeavour.

AMS

“Nos próximos meses, o AMS será capaz de nos dizer conclusivamente se estes pósitrons são um sinal da matéria escura, ou se têm outra origem”, afirmou o porta-voz do AMS, Samuel Ting, em comunicado. Este é o primeiro de muitos relatórios que são esperados do AMS.

Caminho do Cometa C/2012 S1 ISON entre os dias 27/11 e 30/11 de 2013

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Os cálculos mostram que no dia 27 de novembro de 2013 o cometa chegará a apenas 63 milhões de quilômetros de distância do SOL e se tudo acontecer como o esperado, durante alguns dias seu brilho será maior que o da Lua Cheia, apesar de que nenhum astrônomo amador ou profissional em sã consciência coloca a mão no fogo por isso.

Buraco negro engolindo um planeta

imagem Buraco negro

A galáxia NGC 4845 tem um buraco negro central, como praticamente todas as galáxias do universo. Mas, nas últimas décadas, esse buraco negro parecia adormecido, já que não dava sinais de atividade. Então, quando os cientistas observaram altas energias provenientes da galáxia, rapidamente voltaram sua atenção para ela. Assim, eles conseguiram registrar o buraco negro engolindo um planeta-gigante, situado no centro da galáxia NGC 4845 a 47 milhões de anos-luz da Via Láctea. De acordo com os astrônomos, o planeta possui uma massa 15 vezes maior do que a de Júpiter e o buraco negro que permanecia “adormecido” há mais de 30 anos possui uma massa de cerca de 300 mil vezes maior do que à do Sol.

Sob o Feitiço das Nuvens de Magalhães

Under the Spell of the Magellanic Clouds

Esta bela imagem do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), que mostra as antenas do telescópio sob um céu estrelado de tirar o fôlego, foi obtida por Christoph Malin, um Embaixador Fotográfico do ESO. Esta imagem foi retirada de um dos seus vídeos time-lapse do ALMA, vídeo esse que também se encontra disponível (ver ann12099).

Situado no planalto do Chajnantor, a uma altitude de 5000 metros, o ALMA é o telescópio mais poderoso do mundo a trabalhar nos comprimentos de onda do milímetro e do submilímetro. A construção do ALMA estará terminada este ano e nessa altura o telescópio contará com um total de 66 antenas de alta precisão a operar neste local.

Podem ver-se, por cima das antenas, a Grande e a Pequena Nuvens de Magalhães brilhando intensamente no céu. Estas galáxias anãs irregulares próximas são objetos bastante proeminentes no hemisfério sul, podendo ser vistas até a olho nu. Estas galáxias orbitam em torno da Via Láctea – a nossa Galáxia – e existem evidências de que ambas se tenham distorcidas enormemente devido à sua interação com a Via Láctea, já que passam perto desta.

O ALMA, uma infraestrutura astronômica internacional, é uma parceria entre a Europa, a América do Norte e o Leste Asiático, em cooperação com a República do Chile. A construção e operação do ALMA é coordenada pelo ESO, em prol da Europa, pelo Observatório Nacional de Rádio Astronomia (NRAO), em prol da América do Norte e pelo Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ), em prol do Leste Asiático. O Joint ALMA Observatory (JAO) fornece uma liderança e direção unificadas na construção, comissionamento e operação do ALMA.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1315a/

O Que Estaria no Fundo do Oceano Báltico? Um UFO, Uma Feição Geológica, ou Uma Nova Descoberta Arqueológica?

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Caçadores de tesouros no mar sueco encontraram algo extraordinário. Um disco de 60 pés afundado na base do oceano, com o que parece ser um rastro de 985 pés que leva até ao objeto. O líder da equipe nunca encontrou nada igual.

“Você vê muita coisa estranha nesse trabalho, principalmente em 18 anos como profissional, mas eu nunca vi nada assim. A forma é completamente redonda, um círculo”, disse ele.

Essas foram as palavras de Peter Lindberg, comandante do navio Ocean Explorer. Ele e a sua equipe encontraram um estranho disco no dia 19 de Junho de 2011, a uma profundidade de 285 pés abaixo da superfície do Golfo Botnia, que fica localizado em algum ponto entre a Finlândia e a Suécia no Báltico.

A equipe do Ocean Explorer não é composta por loucos caçadores de UFOs, mas sim uma companhia que encontra embarcações afundadas e recuperam suas riquezas. Em 1997, eles encontraram o barco Jököping, que afundou carregado com 2500 garrafas de um impressionante champagne: Heidsieck&Co Monopole de 1907 “Gout American”, dedicado à frota imperial russa. Eles venderam as garrafas por 13000 dólares.

Lindberg não está falando em momento algum que o que está no fundo do mar é um UFO, mas a sua aparência na imagem de sonar está levando a algumas pessoas acreditarem que seja um objeto que ali caiu feito por humanos ou por alienígenas. Quem vê as imagens pode até tentar procurar as imagens de Chewe e de Han ali afundados.

Enquanto a forma pode lembrar um pouco a nave Millennium Falcon, uma Cylon, ou uma nave nazista mortífera do lado escuro da Lua, e os rastros sugerem que o objeto destruiu parte do assoalho oceânico em seu caminho até parar na posição final, isso pode ser qualquer coisa, incluindo uma formação geológica desconhecida, ou até mesmo como disse Lindberg, um achado arqueológico, um novo Stonehenge.

Como um novo Stonehenge poderia estar a 285 pés abaixo da superfície ninguém sabe. E ele certamente não pode ser um objeto feito pelos homens pois seria assumido como um veículo experimental militar e já teria sido recuperado por navios russos ou americanos.

De qualquer maneira, logo saberemos o que é. Lindberg não quer gastar dinheiro com isso, com o risco de não ser nada valioso que posteriormente possa render os lucros necessários, mas quase todos estão certos de que James Cameron irá usar os mesmos robôs usados para encontrar o Titanic nessa nova empreitada.

Crédito: http://blog.cienctec.com.br/

A Região da Constelação do Cruzeiro do Sul – by Meire Ruiz

Todos os dias observamos centenas, talvez milhares de imagens astronômicas na internet, algumas com detalhes surpreendentes feitas com os grandes telescópios e outras mais lúdicas, onde talvez nenhum objeto em especial queira ser registrado, mas o que vale mais é o momento.

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A foto acima que mostra a região da constelação do Cruzeiro do Sul, pode ser uma mistura dessas duas intenções. A imagem foi feita pela grande fotógrafa e astrofotógrafa em Itanhaém, no litoral do estado de São Paulo. Para fazer essa imagem a Meire usou uma câmera relativamente simples, uma Canon SX 40 HS sem zoom com uma lente fixa de 35 mm. A imagem foi adquirida com ISO 2500 com 10 segundos de exposição e em f/2.7. A imagem acima é o resultado de um único shot, ou seja, não ocorreu nenhum tipo de empilhamento de múltiplas imagens para conseguir o resultado.

Quando eu vi a foto achei ela sensacional. Um único tiro, uma câmera nem tão poderosa assim e um resultado espetacular, é de empolgar qualquer um a tentar começar nesse ramo complicado, delicado e que requer um certo dom da astrofotografia.

Estrelas em círculo sobre a residência em Cerro Paranal

Nessa imagem, obtida pelo ESO Photo Ambassador Farid Char, vemos  o céu do hemisfério sul, sobre o “hotel” residência no Observatório do Paranal do ESO, no Chile. Para fazer com as trilhas de estrelas nesta imagem, Farid utilizou uma exposição de 30 minutos para revelar o movimento observado das estrelas, devido à rotação da Terra.  À esquerda, e na parte superior da imagem, os borrões mais longos são a Grande Nuvem de Magalhães e Pequena, galáxias vizinhas da Via Láctea.

Fonte: http://www.eso.org/public/images/potw1313a/

Uma fita espumante de Estrelas – O Caminho da Via Láctea sobre La Silla

Esta fotografia panorâmica, obtida por Alexandre Santerne, mostra uma visão privilegiada do disco da Via Láctea, nossa galáxia, em uma noite fria de inverno, com uma pitada de neve em La Silla do ESO, no Chile. Do nosso ponto de vista, o disco da Via Láctea aparece como uma fita cintilante de estrelas que se espalham pelo céu. Nessa imagem panorâmica a Via Láctea é distorcida em um arco pela projeção da lente grande angular.

Fonte: http://www.eso.org/public/images/potw/

Estrelas no aglomerado NGC 2547

Este bonito salpicado de estrelas azuis brilhantes é o aglomerado NGC 2547, um grupo de estrelas recém formadas situado na constelação austral da Vela. Esta imagem foi obtida com o instrumento Wide Field Imager, montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros no Observatório de La Silla, no Chile.

O Universo é velho – tem aproximadamente 13,8 bilhões de anos. A nossa galáxia, a Via Láctea, também é velha – algumas das estrelas que contém têm mais de 13 bilhões de anos. No entanto, muita coisa ainda está a acontecer: novos objetos formam-se e outros são destruídos. Nesta imagem, podemos ver alguns destes recém-chegados: estrelas jovens que se estão se formando no aglomerado NGC 2547.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1316/

Sonda Voyager é o primeiro objeto humano a deixar o Sistema Solar

Pela primeira vez, um objeto fabricado pelo homem atingiu o abismo cósmico além dos confins do nosso Sistema Solar. A sonda espacial americana Voyager 1 (imagem abaixo) é o primeiro veículo a iniciar a jornada pelo espaço profundo. Lançada da Terra em 1º de setembro de 1977. As Voyager 1 e 2, somadas,  já percorram 33 bilhões de quilômetros.

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Foto: Nasa / Divulgação

As duas sondas passaram por Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, incluindo 48 luas. A Conclusão foi apresentada por cientistas em um estudo porém a Nasa ainda não confirma a informação. “O consenso entre a equipe da missão é que a Voyager ainda não deixou o Sistema Solar”, afirmou um especialista da Nasa à Time, por e-mail. A instituição deve lançar um comunicado em breve a esse respeito.

Erupção vulcânica gera relâmpagos

Na foto abaixo, o vulcão Sakurajima no sul do Japão entrou em erupção no início de janeiro. Magma bolhas tão quentes que brilham lançaram rocha liquida pela superfície da Terra. A imagem é particularmente notável pois por que raios ocorre mesmo em tempestades comuns continua a ser um tópico de pesquisa, e a causa de um relâmpago vulcânico é ainda menos clara. Uma hipótese sustenta que as bolhas de magma catapultando ou cinzas vulcânicas são eles próprios carregados eletricamente, e por seu movimento criar esses fenômenos.

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Fonte: http://apod.nasa.gov/apod/ap130311.html

Telescópio Wise vai procurar Estrela X, asteroides ameaçadores e muito mais

O WISE é um telescópio na faixa do infravermelho que ficará circulando em volta da Terra ao longo dos pólos para fazer um mapa completo do universo, detectando galáxiaslongínquas, estrelas frias demais para que sua luz seja captado com precisão por outros telescópios e até asteroides escuros, escondidos nas profundezas do Sistema Solar, de onde podem surgir “repentinamente” para se chocar com a Terra.

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A pesquisa do Wise é considerada exploratória porque, ao catalogar centenas de milhões de objetos celestes, seus dados servirão como mapas de navegação para outras missões.[Imagem: NASA/JPL]

Sonda Mars Express fotografa leito de rio em Marte

sonda espacial Mars Express  captou uma imagem da impressionante região de Reull Vallis, em Marte.

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A estrutura sinuosa, que se prolonga por quase 1.500 km da paisagem marciana, é ladeada por inúmeros afluentes, um dos quais pode ser visto claramente em corte para o vale principal em direção ao lado (norte) superior. As novas imagens da Mars Express mostram a região de Reull Vallis, num ponto em que o canal tem quase 7 km de largura e 300 metros de profundidade.

O afluente que atinge o canal principal parece ser parte de uma bifurcação do vale principal em dois ramos distintos. [Imagem: ESA/DLR/FU Berlin/G. Neukum]

Cometa Pan-STARRS (C/2011 L4)

Você ainda está procurando por um cometa? Bem, primeiro tem que ir para o hemisfério norte, por lá, o cometa Pan-STARRS (C/2011 L4) que pode ser visto a olho nu é descrito pelos observadores como uma estrela apagada com uma cauda.

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Se você está no hemisfério norte e quer observá-lo talvez essa seja sua melhor tentativa. Comece olhando baixo no horizonte oeste aproximadamente 45 minutos depois do pôr-do-Sol. Claro que um céu limpo e um par de binóculos podem ajudar e muito. O astrofotógrafo Jean-Luc Dauvergne conseguiu excelentes condições climáticas e um horizonte oeste limpo para registrar essa bela foto do cometa com a Lua Crescente depois de uma viagem, no dia 13 de Março. Observando o Pan-STARRS pela primeira vez, ele registrou essa bela cena crepuscular com uma lente telefoto perto da histórica cidade.

Cometas e estrelas cadentes sobre o Paranal

Esta imagem obtida por Gabriel Brammer, um dos Embaixadores Fotográficos do ESO, mostra um pôr do Sol no Observatório do Paranal, destacando dois cometas que passam atualmente pelo céu austral.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1310a/

Inauguração do ALMA anuncia nova era de descobertas

Em um local remoto dos Andes chilenos, o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) foi inaugurado no dia 13 de março de 2013em uma cerimônia oficial. O evento marca o final da construção da maior parte dos principais sistemas do telescópio gigante e a transição formal de projeto em fase de construção a observatório completamente operacional. O ALMA é uma parceria entre a Europa, a América do Norte e o Leste Asiático, em cooperação com a República do Chile.

Os três parceiros internacionais no ALMA deram hoje as boas vindas a mais de 500 pessoas no Observatório ALMA, situado no deserto chileno do Atacama, para juntos celebrarem o sucesso do projeto. O convidado de honra foi o Presidente do Chile, Sebastián Piñera.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1312/

O ALMA reescreve a história da formação estelar intensa do Universo

Observações feitas com o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) mostram que a formação estelar mais intensa no cosmos ocorreu muito mais cedo do que o que se supunha anteriormente. Os resultados estão publicados numa série de artigos científicos que sairão na revista Nature a 14 de março de 2013 e na revista especializada Astrophysical Journal. Este trabalho é o exemplo mais recente das descobertas que estão sendo feitas com o ALMA, o novo observatório internacional que está sendo inaugurado hoje.

Acredita-se que os episódios de formação estelar mais intensos ocorreram no Universo primordial, em galáxias brilhantes de grande massa. Estas galáxias com formação estelar explosiva convertem enormes reservatórios de gás e poeira cósmica em novas estrelas a uma taxa impressionante – muitas centenas de vezes mais depressa do que a formação estelar que ocorre nas mais plácidas galáxias em espiral como a nossa Galáxia, a Via Láctea. Ao olhar para longe no espaço, para galáxias tão distantes que a sua luz demorou muitos bilhões de anos para chegar até nós, os astrônomos conseguem observar esta fase bem atarefada do Universo jovem.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1313/

Cometa PanStarrs fotografado na Austrália

Imagem do Cometa PanStarrs obtida no dia 8 de março de 2013  a partir do Monte Date no Oeste da Austrália.

Créditos da imagem: Astronomy Education Services/Gingin Observatory

Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/asteroids/news/comet20130307.html

Explosões azuis de estrelas quentes jovens

Esta imagem, salpicada de azul, branco e amarelo claro, mostra parte da galáxia espiral IC 5052. Rodeada por estrelas e galáxias distantes, ela emite um intenso brilho branco azulado, que destaca a sua estreita estrutura. Ela é observada na constelação de Pavo ( Pavão), no céu do hemisfério Sul.

Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/asteroids/news/comet20130307.html

Planeta Vênus observado a partir do Planeta Saturno

Vênus brilha como um farol luminoso através dos anéis de Saturno nesta imagem única obtida pela sonda Cassini em 10 de Novembro de 2012.

Fonte: http://spaceinimages.esa.int/Images/2013/03/Venus_from_Saturn

Cometa Panstarrs fotografado na África do Sul no dia 4 de março

Imagem do Cometa PanStarrs obtida por Kosma Coronaios no dia 4 de março de 2013 na cidade de Makhado (Louis Trichardt), na Limpopo Province, na África do Sul. Imagem publicada em http://spaceweather.com/gallery/indiv_upload.php?upload_id=77204

Do espaço, uma poderosa cadeia de montanhas se transforma em um girino.

cadeia de montanhas vista do espaço

Uma gota de tinta no céu luminoso

Esta imagem obtida pela câmera Wide Field Imager, montada no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, mostra o aglomerado estelar brilhante NGC 6520 e a sua companheira, a nuvem escura Barnard 86, que nos aparece com a estranha forma de uma lagartixa. Este par cósmico tem como pano de fundo milhões de estrelas situadas na região mais brilhante da Via Láctea – uma região tão densa em estrelas que quase nenhum pedaço de céu escuro pode ser visto na imagem.

Esta parte da constelação do Sagitário é um dos mais ricos campos estelares em todo o céu – a Grande Nuvem Estelar de Sagitário. O enorme número de estrelas que ilumina a região de forma dramática enfatiza o breu de nuvens escuras como Barnard 86, que aparece no centro desta nova imagem obtida com o Wide Field Imager, um instrumento montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1307/

Varrendo o pó de uma lagosta cósmica

Esta nova imagem obtida pelo telescópio VISTA do ESO capturou uma paisagem celeste de nuvens brilhantes de gás e filamentos de poeira que rodeiam estrelas quentes jovens. Esta imagem infravermelha revela-nos de maneira surpreendente a maternidade estelar NGC 6357. A imagem foi obtida no âmbito de um rastreio VISTA, que mapeia atualmente a Via Láctea no intuito de determinar sua estrutura e explicar como é que esta se formou.

Situada a cerca de 8000 anos-luz de distância na constelação do Escorpião, NGC 6357 – também chamada Nebulosa da Lagosta devido à sua aparência em imagens no visível – é uma região repleta de enormes nuvens de gás e filamentos de poeira escura. Estas nuvens estão a formar estrelas, incluindo estrelas quentes de grande massa, que brilham em tons azuis-esbranquiçados no visível.

Esta imagem foi composta a partir de dados infravermelhos obtidos pelo telescópio VISTA do ESO – Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy, situado no Observatório do Paranal, no Chile. A imagem faz parte de um enorme rastreio chamado Variáveis VISTA na Via Láctea (VVV), que se encontra atualmente a mapear as regiões centrais da Galáxia. Esta nova imagem mostra algo dramaticamente diferente do observado em imagens no visível – como por exemplo na imagem obtida pelo telescópio dinamarquês de 1,5 metros em La Silla – já que a radiação infravermelha consegue penetrar muita da poeira que envolve o objeto.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1309/

O Quinteto de Stephan

Um confronto entre membros de um famoso quinteto de galáxias revela um grande número de estrelas através de uma ampla variedade de cores, a partir de estrelas jovens e azuis para as mais velhas estrelas vermelhas.

Este retrato do Quinteto de Stephan, também conhecido como o Compacto Grupo Hickson 92, foi obtida pela nova Câmera de Campo Largo  3 (WFC3), localizada a bordo do telescópio espacial Hubble. O Quinteto de Stephan, como o nome indica, é um grupo de cinco galáxias. O nome, no entanto, é um pouco equivocado. Estudos têm demonstrado que o membro do grupo NGC 7320, no canto superior esquerdo, é na verdade uma galáxia que está em um plano diferente. Ela está localizada cerca de sete vezes mais próxima da Terra do que o resto do grupo.

Três das galáxias têm formas distorcidas, braços espirais alongados e longas caudas de maré, gasosas contendo inumeráveis aglomerados de estrelas,uma prova de seus encontros. Essas interações provocaram um frenesi de nascimento de estrelas no par central de galáxias.

Crédito: NASA, ESA and the Hubble SM4 ERO Team

A Terra à noite

Mosaico produzido pela NASA.

Lançamento do Foguete Soyuz TMA-07 com tripulação para Estação Espacial Internacional

O foguete Soyuz TMA-07M foi lançado a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, na quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, levando tripulação para a Estação Espacial Internacional. Estavam a bordo membros da Expedição 34 da NASA: o engenheiro de voo Tom Marshburn da NASA, o Comandante da nave Soyuz Roman Romanenko da ROSCOSMOS e o engenheiro de voo Chris Hadfield da Agência Espacial Canadense (CSA) O foguete  Soyuz TMA -07M foi lançado às 6:12 pm, hora local.

Crédito da foto: (NASA / Carla Cioffi)

Meteoro registrado a partir da Estação Espacial Internacional

Esta fotografia foi obtida a partir da Estação Espacial Internacional, quando estava passando sobre a China (cerca de 400 quilômetros a noroeste de Pequim). A imagem fornece a perspectiva incomum de observar um meteoro que passa através da atmosfera. A imagem foi tirada em 13 de agosto de 2011, durante a chuva de meteoros Perseidas, que ocorre todo mês de agosto.

Crédito: NASA

Ecos de galáxias do passado

Uma nova classe de galáxias foi identificada com o auxílio do Very Large Telescope do ESO (VLT), o telescópio Gemini Sul e o telescópio Canadá-França-Hawaii (CFHT). Apelidadas galáxias “feijão verde” devido à sua aparência incomum, estas galáxias brilham sob a intensa radiação emitida pelo material que circunda os enormes buracos negros centrais e encontram-se entre os objetos mais raros do Universo.

Muitas galáxias têm um buraco negro gigante no seu centro, que faz com que o gás em sua volta brilhe. No caso das galáxias feijão verde toda a galáxia brilha e não apenas o centro. Estas novas observações revelam as regiões maiores e mais brilhantes já encontradas, que se pensa serem alimentadas por buracos negros centrais, muito ativos no passado mas que estão encerrando a atividade.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1249/

Imagem da Nebulosa Carina marca inauguração do VLT Survey Telescope

Uma nova imagem da Nebulosa Carina, uma região de formação estelar, foi capturada pelo VLT Survey Telescope, situado no Observatório do Paranal do ESO e divulgada hoje por ocasião da inauguração do telescópio em Nápoles. Esta imagem foi obtida com a ajuda de Sebastián Piñera, Presidente do Chile, quando ela visitou o observatório em 5 de junho de 2012.

O mais recente telescópio instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, o VLT Survey Telescope (VST, telescópio de rastreio do VLT), foi hoje inaugurado no Instituto Nacional de Astrofísica italiano (INAF), no Observatório de Capodimonte, em Nápoles, Itália. A cerimônia contou com a presença do Presidente da Câmara de Nápoles, Luigi De Magistris, o Presidente do INAF, Giovanni Bignami, os representantes do ESO, Bruno Leibundgut e Roberto Tamai, e o principal promotor do telescópio, Massimo Capaccioli, da Universidade de Nápoles Federico II e do INAF.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1250/

Explicados os “irrigadores” cósmicos

Astrônomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO para descobrir um par de estrelas que orbitam em torno uma da outra no centro de um dos mais fantásticos exemplos de nebulosas planetárias. O novo resultado confirma uma teoria há muito debatida sobre o que controla a aparência espetacular e simétrica do material que é lançado no espaço. Os resultados serão publicados em 9 de novembro de 2012 na revista Science.

As nebulosas planetárias são conchas brilhantes de gás que se situam em volta de anãs brancas – estrelas do tipo do Sol nas fases finais das suas vidas. Fleming 1 é um belo exemplo de tais objetos, apresentando jatos extraordinariamente simétricos, entrelaçados em padrões curvos e nodosos. Está situada na constelação austral do Centauro e foi descoberta há cerca de um século atrás por Williamina Fleming , uma antiga governanta contratada pelo Observatório de Havard, depois de ter mostrado aptidão para a astronomia.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1244/

84 milhões de estrelas e ainda estamos a contá-las

Utilizando uma imagem enorme, de vários gigapixeis, do telescópio de rastreio infravermelho VISTA, localizado no Observatório do Paranal do ESO, uma equipe internacional de astrônomos criou um catálogo de mais de 84 milhões de estrelas situadas nas partes centrais da Via Láctea. Esta base de dados gigantesca contém dez vezes mais estrelas que estudos anteriores e representa uma enorme passo em frente na compreensão da nossa Galáxia. A imagem proporciona-nos uma incrível visão detalhada da região central da nossa galáxia.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1242/

Estrelas antigas ou modernas?

Esta imagem colorida do aglomerado estelar globular NGC 6362 foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, no Observatório de La Silla, no Chile. Esta nova imagem, juntamente com uma outra imagem nova da região central deste objeto, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, dão-nos a melhor vista até hoje deste aglomerado pouco conhecido. Os aglomerados globulares são compostos por dezenas de milhares de estrelas muito antigas, mas também podem conter algumas estrelas que parecem bastante novas.

Os aglomerados globulares encontram-se entre os objetos mais antigos do Universo, e NGC 6362 não consegue esconder a sua idade. As muitas estrelas amareladas viveram já a maior parte das suas vidas e tornaram-se estrelas gigantes vermelhas. No entanto, os aglomerados globulares não são relíquias estáticas do passado – alguma atividade estelar bastante interessante ainda tem lugar nestas densas cidades estelares.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1243/

A galáxia espiral ESO 499-G37

O Telescópio Espacial Hubble avistou a galáxia espiral ESO 499-G37, vista aqui em um cenário de galáxias distantes,  com estrelas próximas. A galáxia é vista de um ângulo, que permite ao Hubble revelar claramente a sua natureza espiral. Os braços espirais soltos podem ser distinguidos como cores azuladas que giram em torno do núcleo da galáxia. Esta coloração azul emana das estrelas quentes e jovens localizados nos braços espirais. Os braços de uma galáxia espiral têm grandes quantidades de gás e poeira, e muitas vezes são áreas onde novas estrelas estão constantemente sendo formadas.

Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2398.html

Órion e o templo Maia de Kukulkan

Órion aparecendo acima do Templo de Kukulkan. O templo foi construído pela civilização pré-colombiana Maia em algum momento entre os séculos 9 e 12. A pirâmide consiste de uma série de terraços quadrados com escadas em cada um dos quatro lados do templo. A estrutura até o templo tem 24 m de altura, além dessa altura devem ser somados os 6 m de altura do templo. A sua base quadrada mede 55,3 m de diâmetro.  Na era Maia, o equador celeste, que hoje em dia passa perto do cinturão de Órion, estava localizada na parte norte da constelação. Os Maias representavam a constelação de Órion como uma tartaruga, e era também chamada de  “coração do céu”. Chichen Itza foi um dos maiores centros Maias da península de Yucatán, no México. Imagem obtida pelo astrofotógrafo Stéphane Guisard.

Fonte: http://www.twanight.org/newTWAN/photos.asp?ID=3003826&Sort=Photographer

Meteoro e Arco de Lua sobre as Cataratas de Wallaman na Austrália

Quais partes da imagem tiram sua respiração primeiro ao olhar a imagem acima? A competição é forte com uma bela queda d’água, um meteoro, o campo estelar, e até mesmo um arco de Lua, tudo isso chama a nossa atenção. O que é interessante notar em primeiro lugar é que, apesar, de não estarmos vendo a Lua, ela está nascendo no lado oposto ao da câmera. O brilho da Lua é tão intenso que não só ilumina essa bela paisagem em Queensland, na Austrália, mas também cria um belo arco de Lua visto na frente das Cataratas de Wallaman. Um pouco acima da cadeia, pode-se ver o rastro horizontal de um avião. Em direção ao topo da imagem, pode-se ver o rastro quase que vertical de um brilhante meteoro, um pequeno pedaço de rocha do nosso Sistema Solar que se ilumina ao entrar na atmosfera da Terra. Bem atrás do meteoro pode-se ver numerosas estrelas brilhantes e nebulosas vistas em direção ao centro de nossa galáxia. Finalmente, longe em segundo plano, está a banda da Via Láctea, correndo de forma diagonal da parte inferior esquerda para o canto superior direito na imagem mas também circulando todo o céu.

Imagem do Sol Negro revela regiões ativas e longos filamentos

Crédito: Jim Lafferty, Apolo11.com

Quando falamos do Sol, logo nos vem à mente aquela bola extremamente luminosa com algumas manchas, praticamente impossível de serem observadas sem auxílio de algum filtro especial. No entanto, se pudéssemos enxergar somente uma pequena fração do espectro luminoso o astro-rei ganharia outra aparência, ainda mais misteriosa. A imagem do sol que pode ser acessada  site temático Astronomia, Astronáutica e Ciências Espaciais na Escola https://educacaoespacial.wordpress.com/recursos-2/multimidia/imagens/, não mostra o Sol em sua totalidade, mas apenas em uma minúscula parte do seu espectro luminoso, uma janela muito estreita dentro do espectro da luz vermelha conhecida como H-Alpha ou Hidrogênio-Alfa. mais informações acesse http://www.apolo11.com/spacenews.phptitulo=Imagem_do_Sol_Negro_revela_regioes_ativas_e_longos_filamentos&posic=dat_20121016-093850.inc.

Erupção Solar

Crédito da imagem: NASA GSFC, equipe SDO AIA

No final do mês passado, um filamento solar de longa distancia de repente irrompeu no espaço produzindo uma ejeção de massa coronal (CME). O filamento vinha se formando a dias devido as alterações no campo magnético do sol e o momento da erupção foi inesperada. Acompanhado de perto pelo Solar Dynamics Observatory, que orbita o sol, os elétrons e íons resultantes da explosão e íons foram lançados no Sistema Solar, alguns dos quais chegaram a Terra três dias depois e impactou a magnetosfera da Terra, causando auroras visíveis. Loops de plasma que cercam uma região ativa pode ser visto acima do filamento em erupção na imagem ultra-violeta.

Imagem do Mar da Tranquilidade

A imagem acima mostra uma versão realçada e melhorada de uma bela imagem do Mar da Tranquilidade. A maior parte das crateras observadas nessa imagem são crateras secundárias. Olhando atentamente descobriremos coisas fascinantes para serem exploradas para melhor entender uma das grandes formações do nosso satélite natural.

Estação Espacial cruza a face do Sol

Um fotógrafo francês capturou uma incrível imagem do ônibus espacial Endeavor atracado na Estação Espacial internacional (ISS) enquanto cruzavam a face do sol.Thierry Legault usando filtros especiais para fotografar o sol e uma câmera digital conectada a um telescópio de cinco polegadas, fez a incrível foto acima.

Foto de Astronauta da ISS em Missão extra veícular

Crédito: NASA

A foto mostra o Astronauta Stephen K. Robinson, STS-114 especialista de missão, ancorado a um apoio de pé da Estação Espacial Internacional, participa de terceira sessão da missão de atividade extraveicular (EVA). A escuridão do espaço e do horizonte da Terra formam o pano de fundo para a imagem.

Curiosity descobre um fragmento brilhante nas areias de Marte

No dia 8 de outubro, o robô Curiosity fez a sua primeira análise da areia marciana. enquanto a análise da areia estava sendo feita, uma coisa chamou a atenção dos operadores: um objeto pequeno brilhava no meio da areia, bem perto de onde a amostra fora coletada. Depois de algumas análises, os engenheiros da NASA determinaram o planeta de onde partira o pedaço de plástico encontrado: da Terra. Aparentemente, ele se soltou da proteção do robô Curiosity, ou de seu equipamento de descida, quando a nave fez seu pouso radical.
O robô tem funcionado sem problemas durante um mês, então é improvável que seja alguma coisa mais séria.

NGC 2736 – A Nebulosa do Lápis

Crédito da Imagem: ESO

Catalogada como NGC 2736, a sua aparência estreita sugere seu nome popular, a Nebulosa do Lápis. Cerca de 5 anos-luz de comprimento e apenas a 800 anos-luz de distância, a nebulosa do lápis é apenas uma pequena parte do remanescente de supernova Vela. O remanescente Vela em si tem de cerca de 100 anos-luz de diâmetro e é a nuvem de detritos em expansão de uma supernova que explodiu cerca de 11.000 anos atrás. Inicialmente, a onda de choque estava se movendo a milhões de quilômetros por hora, mas diminuiu consideravelmente, varrendo-se em torno do gás interestelar.

Analema no nascer do Sol

Um analema é uma figura com uma curva em forma de 8  que você obtém quando você marca a posição do Sol no mesmo horário a cada dia ao longo do ano. Nesta imagem, uma composição de 17 imagens individuais tiradas às 02:31h (UT) em datas entre 02 de abril e 16 de setembro mostra a metade da curva do analema. A imagem abrange a região próxima o ponto cardeal leste leste, na direção do sol nascente e na frente está visível o mar Cáspio, na cidade portuária de Baku, no Azerbaijão. Com o sol mais próximo do horizonte, essas datas quase abrangem o período compreendido entre os equinócios de 2012 em 20 de março e 22 de setembro.

Analema Austríaco

No dia 22 de setembro de 2012 o Sol cruzou o equador celeste rumo ao sul às 14:49h (UT). Dia do equinócio (noite igual). Este evento astronômico marca o primeiro dia do outono no hemisfério norte e o primeiro dia da primavera no hemisfério sul. Com o Sol sobre o equador celeste, os moradores da Terra vão experimentar cerca de 12 horas de luz e 12 horas de escuridão. Para comemorar, veja este registro cuidadoso do caminho anual do Sol através dos céus austríacos. A cena é composta de imagens feitas no mesmo horário, a cada dia, capturando a posição do Sol de 29 de setembro de 2011 até 09 de setembro de 2012. Os múltiplos sóis traçam uma curva conhecida como analema. Na verdade, o ano possui duas datas de equinócio que correspondem ao meio (não o ponto de intersecção) da curva. Os solstícios de verão e inverno estão no topo e na parte inferior do analema.

Crédito: Robert Pölzl (http://apod.nasa.gov/apod/ap120922.html)

“Jake Matijevic” é alvo para o robô Curiosity

O robô Curiosity da NASA durante o 43º dia de atividades  em Marte (completado no dia 19 de setembro de 2012) encontrou esta pedra a uma distância de cerca de 2,5 metros do local onde ele estava. A rocha tem cerca de 25 centímetros de altura e 40 centímetros de largura. A equipe do robô avaliou-o como um destino adequado para o primeiro uso dos instrumentos de análise.

A rocha foi chamada de “Jake Matijevic.” Uma homenagem ao Jacob Matijevic (1947-2012), que era o engenheiro-chefe de sistemas de operações de superfície do Projeto do Laboratório Científico de Marte – o robô Curiosity. Ele também foi um engenheiro líder dos projetos anteriores dos robôs enviados para: o Sojourner, o Spirit e o Opportunity.

Fonte: NASA/JPL-Caltech

Saturno e sua Lua Titã

Uma Lua gigante aparece na frente de um planeta gigante nessa imagem em cor natural  de Titã e Saturno obtida pela nave Cassini da NASA. Titã, a maior lua de Saturno, tem 3.200 milhas, ou 5.150 quilômetros, de diâmetro e é maior que o planeta Mercúrio.

Fonte: NASA

Rodas do Curiosity

Este ponto de vista mostra as três rodas esquerdas do robô Curiosity da NASA e combina duas imagens que foram tiradas durante o 34o dia marciano de trabalho do robô Curiosity em Marte (9 de setembro de 2012). Ao fundo se vê a encosta do Monte Sharp.

Fonte: NASA

Um aglomerado com um segredo

Uma nova imagem obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, mostra o espectacular aglomerado estelar globular Messier 4. Esta bola de dezenas de milhares de estrelas antigas é, na realidade, um dos mais próximos e mais estudados aglomerados globulares. Um trabalho recente revelou que uma das estrelas deste aglomerado tem propriedades estranhas e incomuns, aparentemente possuindo o segredo da juventude eterna.

Em torno da nossa galáxia, a Via Láctea, orbitam mais de 150 aglomerados estelares globulares, que datam do passado distante do Universo (eso1141). Um dos mais próximos da Terra é o aglomerado Messier 4 (também conhecido como NGC 6121), situado na constelação do Escorpião. Este objeto brilhante pode ser facilmente observado com binóculos, próximo da brilhante estrela vermelha Antares, e um pequeno telescópio amador consegue distinguir algumas das estrelas que o constituem.

Esta nova imagem do aglomerado, obtida com o instrumento Wide Field Imager (WFI), instalado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla do ESO, revela muitas das dezenas de milhares de estrelas deste aglomerado, o qual nos aparece sob o fundo rico da Via Láctea.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1235/

Uma vassoura de bruxa celeste

A Nebulosa do Lápis aparece nesta nova imagem obtida no Observatório de La Silla do ESO, no Chile. Esta peculiar nuvem de gás brilhante faz parte de um enorme anel de restos deixados por uma explosão de supernova, que aconteceu há cerca de 11 000 anos. Esta imagem detalhada foi obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros.

Apesar da beleza aparentemente tranquila e imutável dum céu estrelado, o Universo não é um local tranquilo. As estrelas nascem e morrem num ciclo sem fim, e por vezes a morte de uma estrela cria vistas de beleza inigualável quando a matéria é lançada para o espaço formando estranhas estruturas no céu.

Esta nova imagem do Wide Field Imager, montado no telescópio MGP/ESO de 2,2 metros, situado no Observatório de La Silla, no Chile, mostra a Nebulosa do Lápis sob um fundo de céu estrelado. Esta nuvem de forma estranha, também conhecida como NGC 2736, é uma pequena parte de um resto de supernova, situada na constelação austral da Vela. Os filamentos brilhantes foram criados pela morte violenta de uma estrela, que aconteceu há cerca de 11 mil anos. A parte mais brilhante parece um lápis; daí o seu nome, mas toda a estrutura tem mais a forma tradicional de uma vassoura de bruxa.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1236/

Isto não é um cachimbo

Assim como René Magritte escreveu “Isto não é um cachimbo” na sua famosa pintura, também isto não é um cachimbo. É, no entanto, uma imagem de parte de uma vasta nuvem escura de poeira interestelar chamada Nebulosa do Cachimbo. Esta nova imagem extremamente detalhada do objeto, que também é conhecido como Barnard 59, foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório de La Silla do ESO. Por coincidência, esta imagem está sendo divulgada no 45º aniversário da morte do pintor.

A Nebulosa do Cachimbo é o exemplar perfeito de uma nebulosa escura. Originalmente os astrônomos pensavam que estas eram áreas do céu onde não existiam estrelas. Mais tarde, descobriu-se que as nebulosas escuras são na realidade constituídas por nuvens de poeira interestelar, tão espessas que bloqueiam a radiação que vem das estrelas que se encontram por trás. A Nebulosa do Cachimbo aparece-nos sob um fundo de nuvens estelares próximas do centro da Via Láctea na constelação de Ofiúco (ou Serpentário).

Barnard 59 forma a boquilha da Nebulosa do Cachimbo e está retratada nesta nova imagem do Wide Field Imager, montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros. Esta estranha e complexa nebulosa escura situa-se a cerca de 600-700 anos-luz de distância.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1233/

Meteorito ou cometa é responsável por flash de luz capturado em vídeo, no planeta Júpiter

Imagem mostra o impacto contra o planeta Júpiter

Uma explosão ocorrida em Júpiter na segunda-feira foi tão grande que acabou sendo observada até por astrônomos amadores. Suspeita-se que ela tenha sido provocada pelo impacto de um asteroide ou de um cometa que teria atingido o maior planeta do sistema solar logo abaixo da faixa equatorial (linha imaginária que divide o planeta no meio).

Ilustração mostra que  Existe mais água em lua de Júpiter do que na Terra

Fonte da imagem: Reprodução/NASA

Recentemente, o site do USGS publicou uma imagem que ilustrava a quantidade de água existente no planeta Terra, concentrando  toda a disponibilidade dessa substância em uma única gota. Os astrônomos estimam que a pequena lua, que conta uma superfície gelada, dispõe  de uma quantidade entre 2 e 3 vezes maior de água do que a que dispomos aqui na  Terra, além de acreditarem que existe uma grande chance de que ela abrigue algum  tipo de forma de vida. Leia mais em:  http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/24216-existe-mais-agua-em-lua-de-jupiter-do-que-na-terra.htm#ixzz26No1eYHS

Manchas solares em 04 de setembro de 2012

Crédito: HORUS – Núcleo de Estudos do Sol

A imagem mostra as manchas solares visualizadas no sol no dia 04 de setembro de 2012. A evolução das manchas pode ser acompanhada no endereço http://gaea-horus.blogspot.com.br/.

Manchas solares em 03 de setembro de 2012

Crédito: HORUS – Núcleo de Estudos do Sol

Acompanhe as manchas solares devido a atividade solar, no site http://gaea-horus.blogspot.com.br/

Lua Azul

Dia 31 de agosto de 2012 é dia de olhar para o céu e ver a Lua azul. Fenômeno só acontecerá novamente daqui a três anos, dizem astrônomos. Luas azuis acontecem em razão do calendário não ser exatamente sincronizado com a órbita lunar. A Lua leva 29,5 dias para aumentar e diminuir de cheia para nova para cheia novamente. Lua azul ocorrem em intervalos de 2,7 anos em média, sendo que a última foi registrada no dia 31 de dezembro de 2009, que coincidiu na ocasião com um eclipse lunar parcial para quem vive na Europa, Ásia, África e partes do Alasca. Raro mesmo é um único ano com duas Luas azuis. Aconteceu em 1999, e está previsto para ocorrer novamente em 2018.
http://r7.com/sX4v

Foto do Monte Sharp, em
Marte, feita pelo robô Curiosity

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / MSSS

Um capítulo da história das camadas geológica de Marte é mostrado na imagem acima do Curiosity da NASA. A imagem mostra a base do Monte Sharp, destino do robô Curiosity.

Foto Oficial da Primeira missão que pousou na Lua

Este é o retrato oficial da tripulação da Apollo 11. Na foto, da esquerda para a direita: Neil A. Armstrong, comandante, Michael Collins, piloto do módulo; Edwin E. “Buzz” Aldrin, piloto do módulo lunar. Apollo 11 foi a missão com o primeiro pouso lunar que colocou os primeiros seres humanos na superfície da lua e retornaram para a Terra. O Astronauta Armstrong se tornou o primeiro homem na superf…

ície lunar, e astronauta Aldrin tornou-se o segundo. Astronauta Collins pilotou o módulo de comando em uma órbita de estacionamento ao redor da Lua. Lançado a bordo do veículo de lançamento Saturno V (SA-506), os três astronautas começaram a sua viagem para a lua com a decolagem do complexo de lançamento 39A no Centro Espacial Kennedy, 08h32 CDT, 16 de julho de 1969.

As Pleiades

No céu,  no Hemisfério Norte no Inverno  e no verão do Hemisfério Sul,  somos presenteados com um agrupamento de mais de 500 de estrelas chamado Pleiades. No link https://www.google.com.br/search?q=pleiades&hl=pt-BR&prmd=imvns&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=X8M7UKj8NYm3qAHYzoC4Dw&sqi=2&ved=0CDoQsAQ&biw=1366&bih=650 são visualizada várias imagens que ilustram tal agrupamento, que se localiza na constelação de Touro e é também conhecido pelo nome de sete irmãs.

 Manchas Solares em 24 de agosto de 2012

Crédito: Observatório Solar e Heliosférico SOHO

A foto mostrando o número de manchas solares vistas no sol.

Glóbulo Bok na nebulosa de Carina

Crédito: NASA, ESA, N. Smith (University of California, Berkeley), e The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

Um glóbulo Bok apelidado de “Caterpillar” é exibido à direita na imagem acima. Sua borda brilhante indica que ele está sendo fotoionizada pelas estrelas mais quentes do cluster. Há a hipótese de que as estrelas possam estar se formando dentro de tais casulos de poeira.

Conjunção planetária em agosto de 2012

Crédito: Foto: Jean Vignatti/vc repórter

Quem olhar para o céu até o final de agosto em todo o País poderá assistir a olho nu um fenômeno chamado conjunção planetária. Os planetas Marte e Saturno e a estrela Espiga podem ser vistos alinhados e em boas condições de observação. Na imagem acima  Marte (acima), Saturno (à direita) e a estrela Espiga (à esquerda) formam uma conjunção planetária que só se repetirá daqui 30 anos.

Nebulosa Ômega

Crédito: ESO

A imagem  acima é de um berçário estelar – M 17 localizada no céu na parte sudoeste da região de formação estelar galáctica Messier 17. Esta imagem é uma imagem composta feita no infravermelho próximo. Baseia-se em exposições, obtidas em 15 de agosto de 2000, com o instrumento SOFI de multi-modo do ESO 3,6 m nova tecnologia Telescope (NTT) em La Silla. Nesta imagem, as estrelas jovens e pesadamente obscurecidas são reconhecidas por sua cor vermelha. Objetos mais azuis são estrelas de primeiro plano ou bem desenvolvidas estrelas maciças cuja luz intensa ioniza o hidrogênio nesta região. A luz difusa que é visível em quase todo na foto é devido à emissão de átomos de hidrogênio que (re-) combinaram de prótons e elétrons. As áreas escuras são devido ao obscurecimento da luz a partir de objetos de fundo por grandes quantidades de poeira – este efeito também faz com que muitas dessas estrelas apareça completamente vermelha. Um aglomerado de estrelas jovens na parte superior esquerda da foto, tão profundamente enraizada na nebulosa que é invisível na luz óptica, é bem visível nesta imagem infravermelha. Informações técnicas: as exposições foram feitas através de três filtros, J (em µm de comprimento de onda 1,25; tempo de exposição  5 min; aqui processado como azul), H (1,65 µm; verde, 5 min) e Ks (2,2 µm; 5 min; vermelho); um adicional 15 min foi gasto em quadros separados do céu. Os objetos na área do canto esquerdo superior aparecem um pouco alongados por causa de uma aberração de cor dependente introduzida na borda.

Um filamento através do sol

[Image Credit & Copyright: Bret Dahl]

É uma nuvem pairando sobre o Sol? Sim, mas é completamente diferente de uma nuvem que paira sobre a Terra. O recurso de luz longo do lado esquerdo da imagem de cor invertida acima é na verdade um filamento solar e é composta principalmente de hidrogénio gasoso carregado erguida por looping  devido ao campo magnético do Sol. Por outro lado, as nuvens sobre a Terra são geralmente muito mais frias, compostas principalmente de pequenas gotas de água, e são mantidas no ar por movimentos ascendentes de ar, porque eles estão pesar tão pouco. O filamento acima foi capturado no Sol há duas semanas perto da região solar ativa AR 1535 visível no lado direito com as manchas solares escuras. Filamentos geralmente duram de alguns dias a uma semana, mas um filamento longo como este pode pairar sobre a superfície do Sol por um mês ou mais. Alguns filamentos desencadeiam Hyder flares se eles entram em colapso de repente voltando para o sol.

Imagem da Curiosity entra para o grupo dos ‘mistérios’ de Marte

Mal a sonda Curiosity chegou a Marte e uma de suas imagens já foi objeto de discussão. O que seria a estranha mancha no centro da fotografia da Imagem 1?

Imagem 1: Fotos NASA/Divulgação

Em outra imagem, tirada pela mesma câmera e da mesma posição, alguns minutos depois, a mancha some (Imagem 2). Segundo a Nasa, a agência espacial americana, o desaparecimento indica que se trata da nuvem de poeira resultante do impacto no solo da nave que levava a sonda.

Imagem 2: Fotos NASA/Divulgação

Imagens extraídas de http://noticias.terra.com.br/ciencia/fotos/

NASA revela primeira foto de Marte tirada pelo robot Curiosity

A NASA revelou a primeira foto de Marte, tirada pelo robot Curiosity, que aterrissou nesta segunda-feira, 06 de agosto de 2012, no Planeta Vermelho.

Manchas solares em 07 de agosto de 2012

A imagem acima mostra as manchas solares existentes no sol no dia 07 de agosto de 2012. A imagem foi obtida pelo Observatório Solar e Heliosférico SOHO e pode ser acompanhada no site http://www.apolo11.com/atividade_solar.php?disp=manchas, o qual perminte o monitoramento do sol em tempo real.

Manchas solares em 02 de agosto de 2012

Crédito: Observatório Solar e Heliosférico SOHO

A imagem mostra as manchas solares existentes no sol no dia 02 de agosto de 2012. A imagem é obtida pelo Observatório Solar e Heliosférico SOHO e pode ser acompanhada no site http://www.apolo11.com/atividade_solar.php?disp=manchas, o qual perminte o monitoramento do sol em tempo real.

Uma visão do Céu do Hemisfério Sul

Proeminentes estrelas do Cruzeiro do Sul (até meio) e o par brilhante Alpha  e Beta Centauri aparecem junto com a Via Láctea sobre uma palmeira perto da cidade de Campos dos Goytacazes no nordeste do Rio de Janeiro, Brasil. Logo abaixo do Cruzeiro do Sul, está localizada a grande nebulosa escura conhecida como Saco de Carvão. Imagem obtida porTamas Ladanyi / Astrophoto.hu

Fonte: http://www.twanight.org/newTWAN/photos.asp?ID=3003684

Casulo Cósmico

Usando observações do Observatório na faixa do raio-X Chandra, pesquisadores obtiveram pela primeira vez evidências de que uma onda de choque de raio-X, produzida pela supernova, rompeu um casulo de gás ao redor da estrela que explodiu. Esta descoberta pode ajudar os astrônomos a compreender porque algumas supernovas são muito mais poderosos do que outros.
Em 03 de novembro de 2010, uma supernova foi descoberta na galáxia UGC 5189A, localizado cerca de 160 milhões de anos luz de distância. Usando dados obtidos anteriormente através do conjunto de telescópios automatizados All Sky localizados no Havaí , os astrônomos determinaram que esta supernova explodiu no início de outubro de 2010.

Esta imagem composta de UGC 5189A mostra dados em raios-X do Chandra em roxo e ópticos do Hubble Space Telescope em vermelho, verde e azul. SN 2010jl é a muito brilhante fonte de raios-X perto do topo da galáxia.

Fonte: NASA/CXC/Royal Military College of Canada/P.Chandra  e NASA/STScI

Aurora Austral fotografada a partir da Estação Espacial Internacional

Membros da tripulação 32 a bordo da Estação Espacial Internacional, obtiveram no dia 15 de julho uma série de imagens de Auroras Austrais, também conhecida como as luzes do sul. O Astronauta da NASA Joe Acaba,  registrou a série de imagens a partir do módulo Tranquilidade. O braço robô Canadarm2 está no primeiro plano imagem.

Fonte: NASA

Preparação para voo em direção à Estação Espacial Internacional

Imagem de parte da  tripulação da Expedição 32 que estava se preparando para voar para a Estação Espacial Internacional na nave russa Soyuz TMA-05M.  Estarão a bordo da nave os astronautas engenheiros de voo Sunita Williams (NASA),  Yuri Malenchenko (ROSCOSCOS) e Aki Hoshide ( JAXA).

Fonte: NASA

Com a iniciativa Clean Space, a ESA quer diminuir o lixo espacial

Imagem artística. Tamanho dos objetos que compõem o lixo espacial com tamanho exagerado em relação ao tamanho da Terra.

 No filme Gravity, a estrear no próximo ano, George Clooney aparece encalhado em órbita por causa do lixo espacial. A ameaça é verdadeira, com o aumento constante dos detritos. A iniciativa da ESA, Clean Space, está a desenvolver formas de preservar o espaço próximo da Terra e o ambiente terrestre também.

Em resposta às preocupações dos europeus, o programa Clean Space também pretende reduzir o impacto ambiental das atividades espaciais humanas, diminuindo o lixo e a poluição em Terra e em órbita.

A indústria está a contribuir para os planos da ESA de desenvolvimento de tecnologias Clean Space. Através de novas ferramentas para avaliar os efeitos ambientais, pela introdução de materiais e técnicas mais amigas do ambiente e de formas de impedir a produção de mais lixo espacial e de baixar o nível de detritos no espaço.

Fonte: http://www.esa.int/esaCP/SEMBV2KXB4H_Portugal_0.html

O verme que se sente em casa no espaço

Os astronautas regressam à Terra enfraquecidos e trêmulos, devido aos efeitos da ausência de gravidade e da radiação no espaço. Novas pesquisas mostram agora que um simples nemátodo se adapta muito melhor ao voo espacial.

Quando o astronauta da ESA André Kuipers foi pela primeira vez para o espaço, rumo à Estação Espacial Internacional, em 2004, levou consigo alguns vermes microscópicos, da espécie Caenorhabditis elegans.

Uma equipa internacional de cientistas, dos Estados Unidos, Japão, França e Canadá estavam interessados em ver como o C. elegans reage à vida no espaço.

Esta espécie foi escolhida por se tratar do primeiro organismo multicelular cujo genoma foi mapeado por completo.

Depois disso, os investigadores descobriram que o verme do astronauta exibia menos proteínas tóxicas nos músculos do que se tivesse ficado em Terra, de acordo com os resultados publicados recentemente no jornal Nature Scientific Reports recently.

Os cientistas ficaram intrigados e investigações posteriores revelaram que sete genes eram menos ativos no espaço. A vida na Estação Espacial impedia a ação normal de certos genes.

Surpreendentemente, os vermes pareciam funcionar melhor sem eles.

O que aconteceria se os mesmos genes fossem desligados no laboratório? Os investigadores descobriram que os vermes que cresciam sem os sete genes também viviam mais e eram mais saudáveis.

Nathaniel Szewczyk, cientista que participa no projeto explica: “Os músculos tendem a encolher no espaço. Os resultados deste estudo sugerem que os músculos se estão a adaptar em vez de reagirem involuntariamente às condições do espaço.

“Ao contrário do que seria de esperar, os músculos no espaço podem envelhecer melhor do que na Terra. Também pode ser que o voo espacial atrase o processo de envelhecimento.”

Fonte: http://www.esa.int/esaCP/SEMIQBKXB4H_Portugal_0.html

De volta à Nebulosa Pata de Gato

A Nebulosa Pata de Gato foi revisitada, numa combinação de exposições obtidas com o telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, pelos astrônomos amadores Robert Gendler e Ryan M. Hannahoe. A forma característica da nebulosa aparece revelada nas nuvens avermelhadas de gás brilhante observadas sob um fundo de céu escuro polvilhado de estrelas.

A imagem foi criada combinando observações já existentes do telescópio MGP/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório de La Silla no Chile (ver Foto de Imprensa do ESO eso1003) com imagens obtidas por Gendler e Hannahoe em um telescópio de 0,4 metros, totalizando 60 horas de exposição.

A resolução das observações obtidas pelo telescópio MGP/ESO de 2,2 metros foi combinada (utilizando a sua “luminância” ou brilho) com a informação de cor das observações de Gendler e Hannahoe, produzindo uma bela combinação de dados obtidos por telescópios amadores e profissionais. Por exemplo, a informação adicional sobre as cores mostra a tênue nebulosidade azul na região central, a qual não era observada na imagem original do ESO, enquanto que os dados do ESO contribuem com maiores detalhes. O resultado é uma imagem melhor que apenas a soma das várias partes.

A Nebulosa Pata de Gato (também conhecida como NGC 6334) situa-se na constelação do Escorpião. Embora pareça situar-se próxima do centro da Via Láctea no céu, encontra-se na verdade relativamente próxima da Terra, a uma distância de cerca de 5500 anos-luz. Com uma dimensão de cerca de 50 anos-luz, esta nebulosa é uma das regiões de formação estelar mais ativas da nossa galáxia, contendo estrelas brilhantes azuis jovens de elevada massa, que se formaram nos últimos milhões de anos. Abriga possivelmente dezenas de milhares de estrelas no total, algumas visíveis e outras ainda escondidas nas nuvens de gás e poeira.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1228a/

Imagem inédita de uma paisagem marciana.

A imagem acima foi produzida a partir da combinação de 817 imagens obtidas  pela câmera panorâmica (Pancam) do robô marciano Opportunity da NASA. A imagem mostra o terreno que rodeava o veículo enquanto ele permaneceu parado por quatro meses durante o mais recente inverno marciano. A câmera panorâmica do Opportunity fez as imagens entre o dia marciano º 2811 (21 de dezembro de 2011) e o dia marciano no 2947 (8 de maio de 2012). O Opportunity passou esses meses em um afloramento inclinado chamado de  “Greeley Haven”. O nome do afloramento é uma homenagem a Ronald Greeley (1939-2011), que era um membro da equipe de missão e que ensinou gerações de cientistas planetários no Arizona State University. O local está localizado perto da ponta norte da “Cape York” segmento da borda ocidental da cratera Endeavour.

Fonte: NASA

Telescópio Espacial Hubble fotografa um arco intrigante de luz atrás de um aglomerado de galáxias.

É ver para crer, exceto quando você não acredita no que vê. Astrônomos usando  Telescópio Espacial Hubble encontraram um arco intrigante de luz atrás de um aglomerado de galáxias extremamente maciço localizado a 10 bilhões de anos-luz de distância. O agrupamento galáctico, descoberto pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA, foi observado quando o Universo tinha cerca de um quarto de sua idade atual de 13,7 bilhões de anos. O arco gigante é a forma alongada de uma galáxia mais distante, cuja luz é distorcida pela poderosa gravidade do enorme aglomerado, um efeito chamado de lente gravitacional. O problema é que o arco não deveria existir.

Fonte: http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2012/19/full/

Mais um sorriso na superfície do planeta Marte

Essa imagem de uma cratera semelhante a um “face feliz” foi obtida em 28 de janeiro de 2008. A cratera, que não possui nome, tem cerca de 3 km (1,9 milhas) de diâmetro. Ela está localizado entre os Montes Nereidum, ao norte da bacia Argyre, perto de 45,1 ° S, 55,0 ° W.

Fonte: NASA/JPL/MSSS

Um sorriso na superfície do planeta Marte

Galle é uma cratera localizada na superfície do planeta Marte. Ele está localizado na borda oriental da enorme bacia de impacto Argyre Planitia. Seu nome é uma homenagem ao astrônomo Johann Gottfried Galle.
Galle é muitas vezes conhecida como a “cratera da face feliz”, porque ao observá-la temos a ilusão de estar vendo um sorriso que é formado por uma cadeia de montanhas localizado na parte sul da cratera e dois aglomerados menores de montanhas mais ao norte. A formação foi fotografada pela primeira vez pela Viking 1 Orbiter. A primeira imagem foi obtida pela Mars Global Surveyor em 10 de março de 1999. A segunda imagem (em preto e branco) é a imagem original obtida pela Viking Orbiter 1.

Fonte: NASA

Melas Dorsa, região do Planeta Marte

Durante a revolução de  número 10.532 em torno do planeta Marte realizada em 17 de abril de 2012 pela Mars Express da ESA foram obtidas muitas imagens. As imagens foram combinados para formar uma visão em cor natural da região Dorsa Melas. Centralizada em torno de 18 ° S e 288 ° E, esta imagem tem uma resolução no solo de cerca de 18 m por pixel.

Fonte: ESA

Foto espacial: a coroa do Sol

Na hora do eclipse solar total é possível ver a coroa do Sol. Ela é esse brilho que, durante o eclipse, define a nossa estrela. Esses raios são muito difíceis de serem capturados em apenas uma imagem, já que sua intensidade varia de 10 mil a 1. Então essa fotografia que você vê é, na verdade, uma sobreposição de sete imagens.   Elas foram tiradas através de um telescópio na Ilha de Páscoa durante o eclipse solar total que aconteceu dia 11 de julho no Hemisfério Norte. (NASA)

Os dados da Voyager 1 da NASA apontam para Futuro Inter-estelar

Os dados da Voyager 1 indicam que este venerável explorador do espaço profundo tenha encontrado uma região do espaço onde a intensidade de partículas carregadas que vem de além do nosso sistema solar tem crescido bastante. Cientistas da Voyager que observam este rápido aumento nos aproximando de uma conclusão precipitada, mas histórico: o primeiro emissário da humanidade para o espaço interestelar está na borda do nosso sistema solar.

“As leis da física dizem que um dia a Voyager vai ser o primeiro objeto construído pelo homem que entrará no espaço interestelar, mas ainda não sei quando será esse dia”, disse Ed Stone, cientista do projeto Voyager California Institute of Technology, em Pasadena, Califórnia. “Os últimos dados indicam que estamos claramente em uma nova região, onde as coisas mudam rapidamente. É muito emocionante. Estamos nos aproximando das fronteiras do sistema solar. ”

Os dados, que têm que fazer uma viagem de 16 horas e 38 minutos (17,8 bilhões km) para chegar às antenas do Deep Space Network da Terra, detalhando o número de partículas carregadas medidos pelos dois sensores de alta energia a bordo da nave, que está prestes a comemorar o seu 35 º aniversário. Estas partículas energéticas foram gerados em explosões de supernovas de algumas das estrelas em nossa vizinhança.

“De janeiro de 2009 a janeiro de 2012, tem havido um aumento gradual de cerca de 25% no número de raios cósmicos galácticos que a Voyager detecta”, disse Stone. “Mais recentemente, temos visto uma escalada rápida nessa parte do espectro eletromagnético. Desde 7 de maio de raios cósmicos aumentaram 5% em uma semana e 9% em um mês. ”

Este destacado aumento é  um dos três conjuntos de dados necessários para dizer que estamos entrando numa nova era de exploração espacial. A segunda medida importante dos dois sensores da nave é a intensidade de partículas energéticas geradas dentro da heliosfera, a bolha de partículas carregadas que o sol produz ao seu redor. Embora tenha havido um declínio lento nas medições dessas partículas energéticas, não houve uma diminuição vertiginosa, como era esperado para quando a Voyager, finalmente, atravessar as fronteiras do nosso sistema solar.

Lançadas em 1977, a Voyager 1 e 2 estão em boa forma. A Voyager 2 está a mais de 14,7 bilhões de km do Sol.  Ambas as naves operam como parte da Missão Interestelar Voyager, uma missão estendida para explorar o sistema solar e mais além. As Voyager da NASA são as duass representantes mais distantes da humanidade e do seu desejo de explorar.

Tradução realizada da notícia divulgada em: http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2012-177

VLT espia NGC 6357 de perto

O Very Large Telescope do ESO (VLT) obteve a imagem mais detalhada até hoje de uma região espetacular da maternidade estelar chamada NGC 6357. Esta imagem mostra muitas estrelas quentes jovens, nuvens brilhantes de gás e formações de poeira esculpidas de forma estranha por radiação ultravioleta e ventos estelares.

Nas profundezas da Via Láctea, na constelação do Escorpião, encontra-se NGC 6357, uma região do espaço onde novas estrelas estão se formando a partir de nuvens caóticas de gás e poeira. O Very Large Telescope do ESO observou as regiões exteriores desta vasta nebulosa, produzindo a melhor imagem obtida até agora da região.

A nova imagem mostra um largo “rio” de poeira que atravessa o centro e que absorve a radiação emitida pelos objetos mais distantes. À direita encontra-se um pequeno aglomerado de estrelas azuis-esbranquiçadas brilhantes, que se formaram a partir do gás. Estas estrelas têm provavelmente apenas alguns milhões de anos de idade, ou seja, são muito jovens em termos estelares. A intensa radiação ultravioleta emitida por estas estrelas cava um buraco no gás e poeira circundantes, esculpindo-os de forma estranha.

Toda a imagem encontra-se coberta por traços escuros de poeira cósmica, mas algumas das formas escuras mais fascinantes aparecem em baixo à direita e na ponta direita da imagem. Nesta região, a radiação emitida pelas estrelas jovens brilhantes criou curiosas colunas de trombas de elefante, parecidas aos famosos “pilares da criação” da Nebulosa da Águia. A poeira cósmica é muito mais fina que a familiar poeira doméstica, parecendo-se com fumaça. Consiste essencialmente em pequeníssimas partículas de silicatos, grafite e gelo de água, que foram produzidas e expelidas para o espaço por gerações anteriores de estrelas.

A região central brilhante da NGC 6357 contém um aglomerado de estrelas de grande massa, estrelas essas que se encontram entre as mais brilhantes da nossa Galáxia. Esta região interior, que não vemos nesta nova imagem, foi já intensamente estudada pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA, o qual obteve muitas imagens da região. Esta nova imagem mostra que, até as regiões exteriores menos bem conhecidas desta maternidade contêm estruturas fascinantes, as quais são reveladas pelo poder do VLT.

Esta imagem foi produzida no âmbito do programa Jóias Cósmicas do ESO.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1226/

Como sal polvilhado sobre veludo preto

O Telescópio Espacial Hubble capturou esta visão da galáxia anã UGC 5497,  que parece na imagem  um pouco com sal polvilhado sobre veludo preto.

O objeto é uma galáxia anã compacta azul que é composta por grupos recém-formados de estrelas. As brilhantes estrelas azuis que surgem nestes aglomerados ajudam a fornecer  uma aparência azulada para a Galáxia. Essa coloração tem a duração de vários milhões de anos, que é o tempo previsto para que as estrelas de combustão rápida explodam como supernovas.

UGC 5497 é considerada como parte do grupo de galáxias M81, que está localizado a cerca de 12 milhões de anos-luz de distância da Terra e está localizado na constelação de Ursa Maior.

Crédito da imagem: ESA / NASA

Gráfico da NASA mostra 1.235 prováveis Exoplanetas

A figura mostra “candidatos” a planetas (a confirmação só virá por meio de observações de acompanhamento), cruzando suas estrelas-mãe. Isso fornece escala, e mostra a estratégia de Kepler para detectar os planetas: a nave identifica potenciais mundos alienígenas medindo a diminuição de brilho de uma estrela quando um corpo planetário transita por ela. Astrônomos usam outros telescópios para acompanhar os resultados de Kepler, a fim de confirmar ou não se as estrelas de fato hospedam exoplanetas.

Credito: http://hypescience.com/grafico-da-nasa-mostra-1-235-provaveis-planetas-alienigenas/

Estrelas bebê na Nebulosa Rosette

Esta é uma imagem da nuvem molecular  Rosette, feita no infravermelho através da sonda Herschel  que capta a luz infravermelha  vinda da nebulosa. Esta imagem é uma composição de três cores feitas nos comprimentos de onda de 70 mícron (azul), 160 mícrons (verde) e 250 mícrons (vermelho).  As observações foram feitas com a câmara e espectrômetro de raios fotocondutor e o  pelo receptor de imagem espectral e fotométrica do Herschel.   As manchas brilhantes são casulos empoeirados que contenham proto-estrelas maciças.  As manchas pequenas perto do centro da imagem são proto-estrelas com menos massa. Credit: ESA/PACS & SPIRE Consortium/HOBYS Key Programme Consortia.

Fonte:http://phys.org/news190290820.html

Tripulação da nave Shenzhou 9 a bordo da estação espacial chinesa Tiangong 1

A tripulação da nave chinesa Shenzhou 9 faz saudação para uma câmera a bordo do módulo espacial Tiangong 1 após o sucesso do acoplamento da nave com o módulo em 18 de junho de 2012.  A tripulação é composta pelos taikonautas (da esquerda ) Liu Wang, Liu Yang (primeira mulher taikonauta chinesa), e o comandante da missão Jing Haipeng.

Referência: CNTV

Lançamento da nave chinesa Shenzhou 9

No dia 16 de junho ocorreu com sucesso o lançamento do foguete chinês Longa Marcha 2F levando a nave Shenzhou 9 para entrar em órbita do planeta Terra e se acoplar com a estação espacial chinesa  Tiangong 1. A nave Shenzhou 9 leva em seu interior três astronautas chineses. A missão tem valor histórico por ser a primeira em que um chinês vai ao espaço pela segunda vez, o comandante Jing Haipeng, e por levar pela primeira vez ao espaço uma mulher chinesa, a taikonauta Liu Yang.

Referência: http://i.space.com/images/i/18576/original/china-shenzhou-9-launch-cmse.jpg

Um alinhamento casual entre Galáxias

O Telescópio Espacial Hubble mostra uma rara visão de um par de galáxias que se sobrepõem, chamada NGC 3314. As duas galáxias parecem que estão colidindo, mas elas estão realmente separadas por dezenas de milhões de anos-luz, ou cerca de 10 vezes a distância entre a nossa Via Láctea e a galáxia de Andrômeda. O alinhamento das duas galáxias, como visto da Terra, dá um olhar único para os braços espirais das galáxias, a NGC 3314A.

Crédito: NASA, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and W. Keel (University of Alabama)

O Laser do Yepun e as Nuvens de Magalhães

Um dos maiores inimigos dos astrônomos é a atmosfera terrestre, que faz com que os objetos celeste apareçam desfocados quando observados por telescópios colocados no solo. Para minimizar este efeito, os astrônomos usam uma técnica chamada óptica adaptativa, na qual espelhos deformáveis controlados por computador são ajustados centenas de vezes por segundo de modo a corrigir a distorção causada pela atmosfera.

Esta imagem espetacular mostra Yepun, o quarto telescópio de 8,2 metros do Very Large Telescope do ESO (VLT), lançando um poderoso raio laser amarelo para o céu. O raio cria um ponto brilhante – uma estrela artificial – na atmosfera terrestre ao excitar uma camada de átomos de sódio a uma altitude de 90 km. Esta Estrela Guia Laser (LGS, sigla do inglês Laser Guide Star) faz parte do sistema de óptica adaptativa do VLT. A radiação refletida da estrela artificial é utilizada como referência para controlar os espelhos deformáveis e remover os efeitos das distorções atmosféricas, produzindo assim imagens astronômicas quase tão nítidas como se o telescópio estivesse no espaço.

Referência: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1225a/

Telescópio Espacial Hubble e o trânsito de Vênus

Uma das grandes  ironias do Trânsito de Vênus de 2012 era que o maior telescópio da NASA não se atreveu a fotografar o evento. Instrumentos do Hubble são tão sensíveis, que um olhar direto para o sol teria afetado os seus instrumentos. No entanto, o Hubble conseguiu participar do show. O astrofotógrafo Theirry Legault registrou a passagem do observatório na frente do sol ao lado da passagem do planeta Vênus, como é possível ver na imagem acima.

Referência: http://legault.perso.sfr.fr/venus_hst_transit.html

Atividade em Campos dos Goytacazes de acompanhamento do Trânsito de Vênus

Imagens da atividade de acompanhamento na cidade de Campos dos Goytacazes do trânsito de Vênus. Não foi possível observar o trânsito de Vênus na maior parte do território brasileiro. Em Campos dos Goytacazes a equipe do Clube de Astronomia Louis Cruls organizou das 19:09h até às 22:00h o acompanhamento do trânsito a partir de imagens disponibilizadas pela NASA e por equipes localizadas no Observatório do Monte Wilson nos Estados Unidos e em cidades da Ásia.

Imagens do Trânsito de Vênus de 5-6 de Junho de 2012

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/656783main_image_2271_1024-768.jpg

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/656797main_image_2272_1024-768.jpg

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/656769main_image_2270_1024-768.jpg

Mapa de visibilidade do Trânsito de Vênus em 5-6 de Junho de 2012

Infelizmente o trânsito de Vênus do dia 5-6 de Junho de 2012 não poderá ser visto na maior parte do território Brasileiro (somente uma parte da região Norte do Brasil permitirá uma muito breve visão do momento do início do trânsito. O próximo trânsito ocorrerá somente em 2117!!!

De acordo com a Agência Espacial Europeia:

“O trânsito de Vénus acontece apenas quando Vénus passa diretamente entre o Sol e a Terra. Uma vez que o plano orbital de Vénus não está alinhado exatamente com o da Terra, os trânsitos ocorrem muito raramente, aos pares, com intervalos de oito anos, mas separados por mais de um século.

O último trânsito foi apreciado em junho de 2004, mas o próximo não será visto antes de 2117. ”

Referência: http://www.esa.int/esaCP/SEMNQR1XN2H_Portugal_0.html

Um olhar profundo em Centaurus A

Esta nova imagem do Observatório Europeu do Sul mostra a estranha galáxia Centaurus A. Com um tempo total de exposição de mais de 50 horas, esta é provavelmente a imagem mais profunda já criada deste espetacular e incomum objeto. A imagem foi produzida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros, instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile.

Centaurus A, também conhecida como NGC 5128 [1], é uma galáxia elíptica peculiar de grande massa com um buraco negro supermassivo no seu centro. Situa-se a cerca de 12 milhões de anos-luz de distância na constelação do Centauro e distingue-se por ser a rádio galáxia mais forte do céu. Os astrônomos pensam que o núcleo brilhante, a forte emissão rádio e os jatos da Centaurus A são produzidos por um buraco negro central com uma massa de cerca de 100 milhões de vezes a massa do Sol. A matéria situada na regiões centrais densas da galáxia liberta enormes quantidades de energia à medida que cai em direção ao buraco negro.

Esta imagem do Wide Field Imager permite-nos apreciar a natureza elíptica da galáxia, que aparece na forma alongada das regiões exteriores mais tênues. O brilho que enche a maior parte da imagem vem de centenas de bilhões de estrelas velhas e frias. Contrariamente à maioria das galáxias elípticas, a forma homogênea da Centaurus A é perturbada por uma faixa larga e “remendada” de material escuro, que obscurece o centro da galáxia.

Referência: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1221/

A Via Láctea austral por cima do ALMA

Embaixador Fotográfico do ESO Babak Tefreshi, captou esta impressionante imagem das antenas da rede ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), tendo como fundo o esplendor da Via Láctea. A riqueza do céu nesta imagem atesta bem as extraordinárias condições que oferece à astronomia o Planalto do Chajnantor, uma região do Atacama situada a 5000 metros de altitude.

Nesta imagem podemos ver as constelações de Carina e da Vela. As nuvens de poeira da Via Láctea, obscuras e tênues, cruzam a imagem da região superior esquerda à inferior direita. A estrela brilhante de cor laranja, em cima e à esquerda, é Suhail na Vela, enquanto que a estrela também alaranjada no meio em cima é Avior, na Carina. Das três estrelas azuis brilhantes que formam um “L” perto destas estrelas, duas delas pertencem à Vela e a da direita pertence a Carina. E exatamente no centro da imagem por baixo destas estrelas brilha a cor de rosa a Nebulosa Carina (eso1208).

Referência: http://www.eso.org/public/brazil/images/potw1222a/

 Imagens criativas do Eclipse anular do Sol de 20 de maio de 2012

Imagem obtida por Philip Nelson em Roswell, Novo Mexico.

Imagem obtida por Joel Dykstra em Roswell, Novo México, EUA.

Imagem obtida em Phoenix, Arizona, EUA.

 Órion surge sobre o Himalaia

As Estrelas de Orion, o caçador, e a grande nebulosa Orion surgindo acima do Himalaia. O fotógrafo estava a uma altura de 3600 metros, perto de Namche Bazaar, uma das entradas para a cordilheira do Himalaia. O astro-fotógrafo iraniano Babak Tafreshi usou uma câmera DSLR modificado para capturar a nebulosa vermelha em Orion. A imagem foi obtida em novembro de 2009, no Nepal. Para ver este ponto de vista em uma sucessão de fotos em movimento visite: http://twanight.org/?ID=3002276

Créditos: Imagem obtida por Babak Tafreshi

Imagens obtidas pelo astro-fotógrafo húngaro Tamas Ladanyi  durante o 5o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica

Imagens obtidas pelo astro-fotógrafo húngaro Tamas Ladanyi durante o 5o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica (http://meeting.passeiopeloceu.org). No dia 20 de abril de 2012 o Tamas ministrou uma oficina de astro-fotografia, essas imagens foram tiradas durante a realização da oficina.

Imagem oficial dos participantes do 5o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica

No período de 19 a 21 de abril de 2012 foi realizado em Campos dos Goytacazes o 5o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica. O evento já é um dos maiores eventos mundiais de ensino e popularização da Astronomia e da Astronáutica. Estiveram presentes representantes de oito países e de diversas cidades brasileiras. A imagem acima foi obtida no último dia do evento que contou com a participação de mais de 350 participantes. Informações sobre o evento estão disponíveis no endereço: http://meeting.passeiopeloceu.org

20 lindas imagens do eclipse solar do dia 20 de maio de 2012

Acessando o link http://astropt.org/blog/2012/05/22/20-fotografias-do-eclipse-anelar/ visualiza-se 20 lindissimas imagens do eclipse solar ocorrido no dia 20 de maio de 2012, tiradas de diferentes lugares.

Enceladus: uma brilhante lua de Saturno

A lua Enceladus aparece brilhando na frente dos anéis de Saturno, enquanto a maior lua, Titã, do planeta aparece no fundo da imagem.

Enceladus (313 milhas, ou 504 quilômetros de diâmetro) está no centro da imagem. Titã (3.200 milhas, ou 5.150 quilômetros de diâmetro) brilha levemente no fundo atrás dos anéis.
A imagem foi tirada no dia 12 de março de 2012  em luz verde visível com a câmera de ângulo estreito da sonda Cassini.

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / Space Science Institute

Vendo o Pólo Sul de Vesta

Esta imagem obtida pela câmera da nave espacial DAWN da NASA mostra o pólo sul do enorme asteróide Vesta.

Crédito da Imagem: NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA

Trânsito Solar da Estação Espacial Chinesa

Primeira imagem de um trânsito solar de Tiangong-1, o primeiro módulo da estação espacial chinesa, tomada do sul da França em 11 de maio de 2012, 07h54min 35s UT.

Referência: http://legault.perso.sfr.fr/transit_tiangong1_120511.html

Homenagem ao Cosmonauta Yuri Gagarin no Carnaval 2012

A Escola de Samba Unidos de Cosmos desfilou no dia 20 de fevereiro de 2012 na passarela da Av. Intendente Magalhães, no Rio de Janeiro, com o enredo “Yuri Gagarin volta ao Cosmos”. Realizou também uma homenagem ao Clube de Astronomia Louis Cruls. Abaixo imagens do desfile:

Cosmonautas da Expedição 30 realizam uma caminhada espacial

Esta imagem dos cosmonautas russos Oleg Kononenko e Anton Shkaplerov, ambos engenheiros de vôo da Expedição 30 , foi tirada durante uma caminhada espacial realizada na quinta-feira dia 16 fevereiro de 2012. Durante seis horas e 15 minutos, Kononenko e Shkaplerov moveram o guindaste Strela-1  dos compartimento de ancoragem Pirs em uma preparação para substituí-lo em 2012 com um novo laboratório e um novo módulo de ancoragem.

Fonte: NASA

Visualização de uma Supernova Vindoura

O telescópio espacial Hubble captou uma imagem de Eta Carinae. Esta imagem foi obtida por uma composição de registros na faixa do ultravioleta e do visível imagens a partir do Canal de alta resolução da câmera avançada do Hubble.

A maior das duas estrelas no sistema de Eta Carinae é uma estrela enorme e instável, que está chegando ao fim da sua vida, e o evento que os astrônomos do século 19 observaram foi uma experiência de quase-morte estelar. Cientistas chamam essas explosões de supernovas de evento impostor, porque eles aparecem semelhante ao de uma supernovas mas param um pouco antes de destruir a sua estrela.

Fonte: http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_2183.html

Nuvem molecular na constelação do Touro

A imagem divulgada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) mostra nuvem molecular na constelação do Touro, a 450 anos-luz da Terra. A área é um local de formação de estrelas e tem filamento de poeira cósmica com mais de 10 anos-luz de comprimento

Um Bolsão de Formação Estelar

Esta nova imagem mostra uma maternidade estelar chamada NGC 3324. Foi obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros instalado no Observatório de La Silla no Chile. A intensa radiação ultravioleta emitida por várias das estrelas jovens quentes da NGC 3324 faz com que a nuvem de gás brilhe com cores vivas ao mesmo tempo que escava uma cavidade no gás e poeira ao seu redor.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1207/

VLT obtém a imagem infravermelha mais detalhada da Nebulosa Carina

O Very Large Telescope do ESO captou a imagem no infravermelho mais detalhada conseguida até agora da Nebulosa Carina, uma maternidade estelar. Muitas estruturas previamente escondidas e espalhadas pela espetacular paisagem celeste de gás, poeira e estrelas jovens, são agora visíveis. Esta é uma das imagens mais extraordinárias obtidas pelo VLT.

No coração profundo da Via Láctea, a sul, encontra-se a maternidade estelar chamada Nebulosa Carina. Situa-se a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra na constelação Carina (a Quilha). Esta nuvem de gás e poeira brilhante é uma das incubadoras de estrelas de grande massa mais próximas da Terra, incluindo várias das estrelas mais brilhantes e de maior massa que se conhecem. Uma delas, a misteriosa e altamente instável Eta Carinae, foi a segunda estrela mais brilhante no céu durante vários anos, por volta de 1840 e irá provavelmente explodir como uma supernova num futuro próximo, em termos astronômicos. A Nebulosa Carina é um laboratório perfeito para estudarmos os nascimentos violentos e as vidas iniciais das estrelas.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1208/

 APEX observa nuvens escuras no Touro

Uma nova imagem do telescópio APEX (Atacama Pathfinder Experiment), situado no Chile, mostra um filamento sinuoso de poeira cósmica com mais de dez anos-luz de comprimento. No seu interior estão escondidas estrelas recém-nascidas, e nuvens densas de gás preparam-se para colapsar e formar ainda mais estrelas. Esta é uma das regiões de formação estelar mais próximas de nós. Os grãos de poeira cósmica são tão frios que são necessárias observações no comprimento de onda do milímetro, tais como estas obtidas com a câmera LABOCA montada no APEX, para podermos detectar o seu brilho tênue.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1209/

Acompanhe ao vivo a Tripulação Brasileira na Estação de Pesquisa sobre Marte

Acompanhe ao vivo as atividades que estão sendo realizadas pela tripulação Brasileira na Estação de Pesquisa sobre Marte da Mars Society. A estação está localizada no estado de Utah, nos Estados Unidos.

O link para acompanhar ao vivo é: http://www.freemars.org/mdrscam/

Fonte: Clube de Astronomia Louis Cruls

Tripulação Brasileira na Estação de Pesquisa sobre Marte da Mars Society

No período de 21 a 28 de janeiro de 2012 a Estação no Deserto de Pesquisa sobre Marte da Mars Society recebe a primeira tripulação Brasileira. É a primeira tripulação da América Latina!!! Um orgulho para todos nós. Informações podem ser obtidas na página da Mars Society: http://www.marssociety.org

Fonte: Clube de Astronomia Louis Cruls

Dois engenheiros e os robôs Marcianos

Dois engenheiros espaciais colocaram juntos três gerações de veículos enviados para Marte e desenvolvidos pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA, em Pasadena, nos estado da Califórnia, nos Estados Unidos.  O cenário simulando Marte está localizado na área de testes do JPL da NASA.

Na frente e no centro está uma réplica do pioneiro Sojourner, que pousou em Marte em 1997 como parte do Projeto Mars Pathfinder. À esquerda está um modelo de testes do Mars Exploration Rover, que é semelhante aos Spirit e Opportunity, que pousaram em Marte em 2004. À direita está uma réplica de testes do Mars Science Laboratory Curiosity, que está em curso para pouso em Marte em agosto de 2012.

Fonte: NASA

A nave Cassini passando próximo da Lua Dione

Passando próximo de Dione, uma lua de Saturno, a Cassini capturou esta visão que inclui duas luas menores, Epimeteu e Prometeu, perto dos anéis do planeta.

A imagem foi obtida em luz visível, durante sobrevoo da sonda em Dione em 12 de dezembro de 2011.

Fonte: NASA

Dois campos de dunas em Titã

Dois campos de dunas diferentes em Titã, lua de Saturno: Belet e Fensal, como observada pelo radar da Cassini. A imagem também mostra dois campos de dunas similares na Terra, em Rub Al Khali, na Arábia Saudita.

Fonte: NASA/JPL–Caltech/ASI/ESA and USGS/ESA

A Hélice em Novas Cores

O telescópio VISTA do ESO instalado no Observatório do Paranal no Chile, obteve esta bela imagem da Nebulosa da Hélice. Esta fotografia tirada no infravermelho revela filamentos de gás frio nebular, que seriam invisíveis em imagens obtidas no óptico, ao mesmo tempo que nos mostra um fundo rico em estrelas e galáxias.

A Nebulosa da Hélice é um dos mais próximos e interessantes exemplos de nebulosas planetárias [1]. Situa-se na constelação do Aquário, a cerca de 700 anos-luz de distância. Este estranho objeto formou-se quando uma estrela como o Sol se encontrava na fase final da sua vida. Incapaz de manter as camadas exteriores, a estrela libertou lentamente conchas de gás que formaram a nebulosa, estando agora a transformar-se numa anã branca, que se observa no centro da imagem como um pequeno ponto azul .

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1205/

El Gordo – Um aglomerado de galáxias “gordo” e distante

Um aglomerado de galáxias jovem extremamente quente e de elevada massa – o maior já observado no Universo longínquo – foi estudado por uma equipe internacional de astrônomos que utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO, instalado no deserto do Atacama no Chile, juntamente com o Observatório de raios-X Chandra da NASA e o Atacama Cosmology Telescope.

O aglomerado de galáxias recentemente descoberto [1] foi apelidado de El Gordo. É composto por dois sub-aglomerados separados de galáxias em colisão com uma velocidade de vários milhões de quilômetros por hora, e que se encontram tão afastados de nós que a sua luz teve que viajar durante sete bilhões de anos para chegar até à Terra.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1203/

Astronauta André Kuipers no módulo Cupola da Estação Espacial Internacional

Imagem do astronauta André Kuipers no módulo Cupola da Estação Espacial Internacional. O módulo Cupola permite a observação da Terra e foi instalado em janeiro de 2010.

Fonte: ESA

Tétis e Titã

Nessa imagem obtida pela nave Cassini a linha dos anéis de Saturno atrapalha a visão das luas Tétis e Titã.

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/616012main_cassini011212_full.jpg

A Estação Espacial Internacional e a Lua

A Estação Espacial Internacional pode ser vista como um pequeno objeto na parte superior esquerda da imagem da Lua. A fotografia foi obtida no início da noite de 4 de janeiro de 2012 no céu sobre a cidade de Houston. A Estação Espacial Internacional estava a uma altitude de 390,8 km.

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/614611main_jsc2012e017827_alt_full.jpg

Lago da Turquia observado a partir da Estação Espacial Internacional

Esta imagem incomum foi fotografada através da Cúpula na Estação EspacialInternacional por um dos membros da Expedição 30.
O lago  no centro é Egirdir Golu na Turquia. A nave espacial russa Soyuz está acoplada com a estação no canto inferior direito e parte do MóduloPermanente Multiuso (PMM) pode ser visto logo acima dele. A foto foi tirada em 29 de dezembro de 2011.

Fonte: NASA

O núcleo rosa e esfumaçado da Nebulosa Ômega

A nova imagem da Nebulosa Ômega, obtida pelo Very Large Telescope do ESO (VLT) é uma das imagens mais nítidas deste objeto, captada a partir do solo. A imagem mostra as regiões centrais rosadas e esfumaçadas desta famosa maternidade de estrelas e revela com um detalhe extraordinário a paisagem cósmica composta por nuvens de gás, poeira e estrelas recém-nascidas.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1201/

Comandante da Estação Espacial Internacional captura bela imagem do cometa Lovejoy

O Comandante da Estação Espacial Internacional, astronauta Dan Burbank, capturou imagens espetaculares do Cometa Lovejoy a cerca de 240 milhas acima do horizonte da Terra na quarta – feira, dia 21 de dezembro.

Fonte: NASA

Imagem do Cometa Lovejoy sobre a cidade de Santiago no Chile

Esta bela foto do Cometa Lovejoy ao amanhecer sobre a cidade de Santiago do Chile foi obtida pelo ESO Photo Ambassador Yuri Beletsky em 22 de dezembro de 2011 às 05:00 da manhã.

Imagem do Cometa Lovejoy obtida no Observatório Paranal do ESO

O recém-descoberto Cometa Lovejoy foi capturado em fotos deslumbrantes obtidas no dia 22 de dezembro no Observatório Paranal do ESO no Chile. O cometa enfeitou o céu do sul, depois de ter sobrevivido a uma passagem próxima ao Sol.

Fonte: http://www.eso.org/public/news/eso1153/

Um agitado aglomerado de Galáxias

Como o vinho em um copo, vastas nuvens de gás quente se movem para frente e para trás em Abell2052, um aglomerado de galáxias localizado a cerca de 480 milhões anos-luz da Terra. Dados na faixa do raio X (azul) do Observatório de  raio X Chandra da NASA  mostram o gás quente neste sistema dinâmico, e dados ópticos (ouro) a partir do Very Large Telescope mostram as galáxias.

Fonte: http://www.nasa.gov/images/content/610629main_a2052_1600_800-600.jpg

Uma Galáxia transbordando de novas Estrelas

O VLT Survey Telescope capturou uma bonita imagem da galáxia espiral NGC 253. Esta nova fotografia é provavelmente a imagem de grande campo mais detalhada já obtida deste objeto e seus arredores.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1152/

Netuno completa sua primeira revolução, desde que foi descoberto, em torno do Sol

Essas quatro imagens do planeta Netuno obtidas em julho de 2011 pelo telescópio espacial Hubble foram tiradas durante o seu movimento de rotação, que tem aproximadamente 16 horas terrestres de duração.  Em 21 de julho de 2011 foi comemorada a primeira revolução do planeta Netuno em torno do Sol, desde que foi descoberto há 165 anos.

Fonte: http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/19/image/a/format/large_web/

Uma Rosa no Espaço

Imagem de um par de galáxias espirais que interagem entre si e forma uma rosa no espaço. Imagem divulgada pela equipe do telescópio espacial Hubble em abril de 2011 durante as comemorações dos seus 21 anos de atividades.

Fontes: http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/11/image/a/format/large_web/   e  http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1024009-galaxias-formam-desenho-de-rosa-no-espaco-veja.shtml

Anjo de Neve Celestial

A bipolar região de formação estelar, chamada Sharpless 2-106, ou S106 , se parece com um anjo de neve  celestial.

Fonte: http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/38/image/a/format/large_web/

Núcleo do aglomerado de estrelas na NGC 3603

O núcleo do aglomerado de estrelas na NGC 3603 é mostrado em grande detalhe em uma imagem da câmera Wide Field Planetary 2 (WFPC2) do Telescópio Espacial da NASA / ESA Hubble. A imagem é uma composição colorida de observações usando os filtros WFPC2 F555W (azul), F675W (verde) e F814W (vermelho). Esta visão mostra a segunda de duas imagens obtidas com 10 anosde diferença  que foram usadas para detectar, pela primeira vez, os movimentos de estrelas individuais dentro do aglomerado. O campo de visão é cerca de 20 segundos de arco de diâmetro.

Fonte: http://download.esa.int/images/hubble/heic1009a_H1.jpg

Nave Messenger fotografa curiosa cratera.

Uma das câmeras da nave MESSENGER que está orbitando o planeta Mercúrio obteve este ponto de vista da superfície de Mercúrio iluminada obliquamente a partir da direita pelo sol. A cratera sem nome (52 km de diâmetro) no centro da imagem exibe uma característica de colapso em formato de telefone em seu piso. Essa característica, não vista na superfície de outras crateras nesta imagem, pode refletir a atividade vulcânica no passado e logo abaixo da superfície dessa cratera em particular. Membros da equipe da MESSENGER estão examinando de perto mais de 1200 imagens já enviadas buscando encontrar  outras superfícies que possam fornecer pistas sobre a história geológica do planeta Mercúrio. Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/messenger/multimedia/phone_crater.html

NASA Mars Rover encontra veia mineral depositada pela água

Mars Exploration da NASA Opportunity Rover encontrou veias brilhantes de um mineral,aparentemente gesso, depositados pela água. Análise da veia irá ajudar a melhorar acompreensão da história de ambientes úmidos em Marte. Fonte: http://marsrovers.jpl.nasa.gov/newsroom/pressreleases/20111207a.html

Luas de Saturno fotografadas pela Cassini

No dia 12 de dezembro foi divulgada pela NASA a imagem acima. A câmera da nave Cassini estava apontada na direção da lua Dione. A nave estava localizada a aproximadamente 112.636km de distância da lua Dione. Também aparecem na foto as luas Epimetheus  Pandora próximas aos anéis do planeta Saturno. Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/cassini/whycassini/cassini20111212.html

Lançamento do Laboratório Científico Marciano Curiosity.

No dia 26 de novembro ocorreu o lançamento do Laboratório Científico Marciano Curiosity. Fonte: http://www.nasa.gov/mission_pages/msl/news/msl20111126.html

Uma Galáxia cheia de surpresas-NGC 3621 não tem protuberância central mas possui três buracos negros centrais

Esta imagem, do Very Large Telescope do ESO (VLT), mostra uma galáxia verdadeiramente notável conhecida como NGC 3621. Para começar, é uma galáxia em forma de disco. Uma Galáxia Espiral como outras, tem um disco plano permeado por faixas escuras e com braços espirais proeminentes, onde jovens estrelas estão se formando em aglomerados (os pontos azuis visto na imagem). Mas enquanto a maioria das galáxias espirais tem uma protuberância central, a NGC 3621 não possui. Fonte:http://www.eso.org/public/images/potw1148a/

As nuvens frias de Carina

Observações obtidas com o telescópio APEX em ondas submilímetricas revelaram as nuvens frias de poeira onde se formam estrelas na Nebulosa Carina. Este local de intensa formação estelar, que abriga algumas das estrelas de maior massa da nossa galáxia, é o local ideal para se estudar a interação entre as estrelas jovens e as suas nuvens progenitoras. Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1145/

Mapa da Lua mais preciso já feito

A NASA divulgou o mais preciso mapa da superfície da Lua já feito. O mapa foi produzido usando informações enviadas pela sonda LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), ou Orbitador de Reconhecimento Lunar, lançada em junho de 2009. http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mais-preciso-mapa-lua-ja-feito&id=010175111118

Imagem do Asteróide 2005 YU55

Esta imagem de radar foi obtida no dia 7 de novembro de 2011.

Fonte: NASA/JPL-Caltech

Nova Geração de Telescópios Espaciais

Representantes da  indústria aero-espacial e funcionários do governo são vistos em frente a um modelo em tamanho real do Telescópio Espacial James Webb no Maryland Science Center, em Baltimore, quarta-feira, 26 de outubro, 2011. Fonte: NASA

Imagem da Superfície do Asteróide Lutécia

Imagem obtida pela nave Rosetta da Agência Espacial Européia quando ela passou, no dia 10 de julho de 2010, com a uma velocidade de 54 mil km/h e a uma distância de apenas 3170 km do asteróide Lutécia. Fonte: http://www.esa.int/esaCP/SEMXOUKUBUG_Portugal_1.html

Tripulação da Missão Mars 500

No dia 4 de novembro chegou ao fim o isolamento de 520 dias da tripulação da Missão Mars 500.

Fonte: http://www.esa.int/esaCP/SEMSHXKUBUG_Portugal_0.html

Lançamento do Foguete Soyuz na Guiana Francesa

Foguete Soyuz é lançado pela primeira vez, no dia 21 de outubro, da base de lançamentos da Agência Espacial Européia localizada na Guiana Francesa.

Fonte: http://www.esa.int/esa-mmg/mmg.pl?type=I&single=y&mission=Galileo&start=5

VISTA Descobre Novos Aglomerados Estelares Globulares

Dois novos aglomerados globulares juntaram-se ao total dos 158 já conhecidos na Via Láctea. Estes objetos foram encontrados nas novas imagens do telescópio de rastreio VISTA do ESO, no âmbito do rastreio que está sendo executado na Via Láctea (VVV). Este rastreio descobriu o primeiro aglomerado estelar que se encontra muito além do centro da Via Láctea e cuja luz, para chegar até nós, teve que viajar através do gás e poeira que se encontram no coração da nossa galáxia. O aglomerado globular brilhante chamado UKS 1 domina o lado direito da primeira das novas imagens infravermelhas do telescópio de rastreio VISTA do ESO, situado no Observatório do Paranal, no Chile. No entanto, se desviarmos por um momento os olhos  deste objeto brilhante, espera-nos uma surpresa neste campo rico em estrelas – um aglomerado globular mais tênue descoberto nos dados de um dos rastreios do VISTA. Para distinguir este aglomerado estelar é necessária uma observação atenta. Este objeto, chamado VVV CL001, consiste numa pequena coleção de estrelas visível na metade esquerda da imagem. Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1141/

Construída réplica em escala do espelho do maior telescópio do mundo para o Dia Aberto do ESO

No sábado 15 de Outubro o Observatório Europeu do Sul abriu ao público as portas da sua sede em Garching bei Munchen, Alemanha. Durante todo o dia, milhares de visitantes tiveram a oportunidade de construir uma réplica em escala do espelho do maior telescópio do mundo em fase de planejamento – o European Extremely Large Telescope (E-ELT) – e de experimentar muitos outras atividades relacionadas com o trabalho do ESO.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1140/

Astronômos revelam a aparência e a

anatomia de um buraco negro

Esta é a representação artística mais completa já feita de um buraco negro                          gigante, que pela primeira vez foi observado desde o infravermelho até os                          raios  gama. (Imagem: NASA /M. Weiss (Chandra X-Ray Center)

Fonte: http://planetarios.org.br/astronomos-

revelam-a-aparencia-e-a-anatomia-de-  um-

buraco-negro

O ALMA abre os olhos

O ALMA, sigla do inglês Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, o observatório terrestre mais complexo já construído, abriu oficialmente as suas portas aos astrônomos. A primeira imagem divulgada peloo telescópio, ainda em fase de construção, revela uma visão do Universo que não poderia ser observada por telescópios ópticos ou infravermelhos. Milhares de cientistas de todo o mundo competiram entre si para poderem estar entre os primeiros a explorar com esta nova ferramenta astronômica alguns dos mais escuros, mais frios, mais longínquos e mais escondidos segredos do cosmos. Atualmente, a rede ALMA é composta por cerca de apenas um terço das 66 antenas de rádio previstas, com separações entre si de no máximo 125 metros, em vez dos até 16 quilômetros possíveis. A rede encontra-se em crescimento no planalto do Chajnantor, no norte do Chile, a uma altitude de 5000 metros. No entanto, mesmo em construção, o ALMA já tornou-se o melhor telescópio do seu tipo – como demonstrado pelo incrível número de astrônomos que pediram tempo de observação do ALMA. “Mesmo nesta fase muito inicial, o ALMA conseguiu já ter um desempenho superior relativo às outras redes submilimétricas. Termos conseguido atingir este objetivo é um tributo aos esforços consideráveis de muitos cientistas e engenheiros, parceiros do ALMA em todo o mundo, que tornaram tudo isto possível,” disse Tim de Zeeuw, diretor geral do ESO, o parceiro europeu no ALMA. O ALMA observa o Universo nos comprimentos de onda do milímetro e submilímetro, aproximadamente mil vezes maiores que os comprimentos de onda da radiação visível. Utilizando estes comprimentos de onda maiores os astrônomos podem estudar objetos no espaço extremamente frios – tais como as nuvens densas de gás e poeira cósmicas, a partir das quais se formam estrelas e planetas – assim como objetos muito distantes, situados no Universo primitivo.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1137/

Delicie-se com a Nebulosa do Ovo Frito

Os astrônomos utilizaram o Very Large Telescope do ESO para obter imagens de uma estrela colossal pertencente a uma das mais raras classes de estrelas no Universo, as hipergigantes amarelas. Esta nova imagem é a melhor jamais obtida para uma estrela desta classe e mostra pela primeira vez uma enorme concha dupla de poeira a rodear a hipergigante central. A estrela e a sua concha parecem-se com a clara de um ovo em torno da gema central, o que levou os astrônomos a darem-lhe o nome de Nebulosa do Ovo Frito. A estrela monstruosa, conhecida pelos astrônomos como IRAS 17163-3907 tem um diâmetro de cerca de mil vezes maior do que o do nosso Sol. A uma distância de cerca de 13 000 anos-luz da Terra, é a hipergigante amarela mais próxima de nós encontrada até hoje e as novas observações mostram que brilha cerca de 500 000 vezes mais intensamente do que o Sol. “Sabia-se que este objeto brilhava intensamente no infravermelho mas, surpreendentemente, ninguém o tinha ainda identificado como uma hipergigante amarela”, disse Eric Lagadec (Observatório Europeu do Sul), líder da equipa que produziu estas novas imagens. As observações da estrela e a descoberta das suas conchas envolventes foram feitas pela câmara infravermelha VISIR montada no VLT.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1136/

Parte do Litoral Brasileiro

Esta imagem obtida pelo ENVISAR foi adquirida em 18 de agosto de 2011. A imagem mostra uma porção do litoral de três estados Brasileiros: Rio de Janeiro, Espírito Santo e o sul da Bahia. Fonte: http://www.esa.int/esa-mmg/mmg.pl?type=I&single=y&mission=Envisat&start=2&size=b

Visita às Instalações do ESO no Chile

A comitiva brasileira que visitou os observatórios do ESO no Chile foi composta por 10 estudantes e professores, quase todos membros do Clube de Astronomia Louis Cruls. No dia 24 de agosto tiveram início as visitas técnicas às instalações do ESO noChile. Nesse dia a comitiva visitou os Radiotelescópios do ALMA: o maior projeto astronômico em construção no mundo. No dia 26 foi realizada a visita o VLT que se localiza no Paranal. Nesse dia, na parte da tarde, a comitiva chegou ao local onde estavam instalados os telescópios VLT, localizados a cerca de 2600 metros de altura em Cerro Paranal. O VLT (Very Large Telescope) compreende 4 telescópios principais com 8.2 metros de diâmetro e 4 telescópios auxiliares com 1.8 metros. São os melhores telescópios já criados pelo homem. Mensagem da comitiva: Concluímos esse fantástico e grande marco, avaliando essa vista como uma grande lição inspiradora para nós, astrônomos amadores, sermos cada vez mais apaixonados por astronomia. Agradecemos muito ao Michael West por ser essa pessoa espetacular, generosa e atenciosa conosco, e também por ter nos acompanhado  até o dia de retorno ao Brasil. Agradecemos todo o apoio SAB e da AEB. Foi uma oportunidade de, termos contato com  famosos pesquisadores e também podermos estar próximos de equipamentos modernos e tecnologicamente muito avançados. Após a visita passamos a ver a Astronomia com outros olhos. Foi uma experiência inesquecível. A cada dia amamos mais a Astronomia.” Abaixo imagens da visita: No Alma

De
De
No VLT
De
De

O relato completo está disponível no blog do Clube de Astronomia Louis Cruls: http://calc.zip.net

A Estrela que não deveria existir

Uma equipe de astrônomos europeus utilizou o Very Large Telescope do ESO (VLT) para descobrir uma estrela na Via Láctea que muitos pensavam não poder existir. Os astrônomos descobriram que esta estrela é composta quase inteiramente por hidrogênio e hélio, com quantidades minúsculas de outros elementos químicos. Esta intrigante composição química coloca a estrela na chamada “zona proibida” dentro da teoria de formação estelar mais aceita, o que significa que esta estrela nunca deveria ter se formado. Os resultados serão publicados na revista Nature em 1 de Setembro de 2011.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1132/

Nova Imagem ESO da Nebulosa Lambda Centauri

A nova imagem do instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2,2 metros revela a Nebulosa Lambda Centauri, uma nuvem de hidrogênio brilhante e estrelas recém-nascidas na constelação de Centauro. A nebulosa, também conhecida como IC 2944, é também conhecida pelo nome popular de nebulosa da Galinha Fugitiva, devido à forma de pássaro que algumas pessoas identificam na região mais brilhante.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1135/

Estrelas Jovens nas Luzes da Ribalta

O New Technology Telescope do ESO (NTT) captou esta imagem extraordinária do aglomerado aberto NGC 2100. Este aglomerado estelar brilhante tem cerca de 15 milhões de anos de idade e situa-se na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. O aglomerado encontra-se rodeado por gás brilhante pertencente à nebulosa da Tarântula.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1133/

Radiotelescópio VLA

         O VLA (Very Large Array ) é um radiotelescópio composto por 27 antenas com 25 metros de diâmetro cada. Se localiza nas planícies de San Agustin 50 milhas a oeste de Socorro, Novo México. Os dados das antenas são combinadas eletronicamente (através de interferometria) para dar a resolução de uma antena de 36 km de diâmetro, com a sensibilidade de uma superfície coletora de 130 metros de diâmetro.

Imagem em rádio da galáxia Whirlpool

Esta imagem composta da galáxia Whirlpool, Messier 51, mostra que a emissão de rádio a partir do gás da galáxia de hidrogênio frio (azul) se estende bem além da luz visível emitida por suas estrelas (Crédito: NRAO / AUI, J. Uson).

Io, Lua de Júpiter

A imagem capturada em 01 de janeiro de 2001 mostra Io, uma das luas de Júpiter, flutuando acima do topo das nuvens de Júpiter . A imagem é enganosa: Io está há 350 mil km – cerca de 2,5 Jupiters – entre Io e nuvens de Júpiter. Io é aproximadamente do tamanho da nossa Lua
(NASA / JPL / University of Arizona)

Meteorito enorme encontrado na China

Cientistas descobrem que o “céu está caindo” em lua de Saturno

Em imagem registrada em 1981 pela sonda Voyager 2, a diferença de luminosidade entre os hemisférios é parecida com a vista pela Cassini. Uma estação nessa lua dura mais de 7 anos Foto: Nasa/JPL/Space Science Institute/Divulgação

Lançamento do Ônibus Espacial Atlantis em sua última missão

Fonte: NASA

Um Telescópio VLT Auxiliar e Cerro Armazones

Gianluca Lombardi estava na posição perfeita para capturar uma visão nítida do Telescópio Auxiliar (AT) 2, em Cerro Paranal. No fundo à esquerda é Armazones Cerro, com uma estrada em ziguezague até o seu pico, morada do futuro Telescópio Europeu Extremamente Grande.

Fonte: http://www.eso.org/public/images/potw1127a/

Um abraço Galáctico

Duas galáxias, a cerca de 50 milhões de anos-luz de distância, estão unidas em um abraço galáctico – literalmente. A galáxia Seyfert NGC 1097, na constelação de Fornax (A Fornalha), é vista nesta imagem obtida com o instrumento VIMOS no Very Large Telescope do ESO (VLT). A galáxia elíptica companheira e comparativamente pequena, NGC 1097A, é também visível no canto superior esquerdo. Há evidências de que NGC 1097 e NGC 1097A interagiram em um passado recente. Fonte: http://www.eso.org/public/images/potw1128a/

O VLT do ESO Descobre uma Super-Estrela Brilhante mas Solitária

Uma estrela extraordinariamente brilhante, porém isolada, foi encontrada numa galáxia próxima – a estrela é três milhões de vezes mais brilhante que o Sol. Todas as “super-estrelas” anteriormente descobertas foram encontradas em aglomerados estelares, mas este farol brilha com um esplendor solitário. A origem desta estrela é misteriosa: será que se formou isolada ou foi ejetada de um aglomerado? Qualquer destas hipóteses põe à prova o conhecimento dos astrônomos sobre a formação estelar. Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1117/

Um Cartão Postal do Espaço Extragaláctico?

Uma galáxia espiral parecida à nossa Via Láctea

Os astrônomos do ESO utilizaram o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros para obter esta imagem de NGC 6744. Esta impressionante galáxia espiral situa-se a cerca de 30 milhões de anos-luz de distância na constelação austral do Pavão. A imagem poderia ser um cartão postal da nossa Via Láctea enviado por um amigo extragaláctico, uma vez que esta galáxia é muito semelhante à nossa. Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1118/

As Primeiras Imagens do VLT Survey Telescope

O VST e a OmegaCAM de 268 milhões de pixels começam as operações O VLT Survey Telescope (VST), recentemente instalado no Observatório do Paranal do ESO, divulgou as suas primeiras imagens do céu austral. O VST é um telescópio de 2,6 metros de última geração, que dispõe de uma enorme câmera de 268 megapixels, a OmegaCAM. Esta câmera foi concebida para mapear o céu de modo rápido e com uma excelente qualidade de imagem. É um telescópio que trabalha no visível e que complementa perfeitamente o VISTA, o telescópio de rastreio no infravermelho do ESO. As novas imagens da Nebulosa Ómega e do aglomerado globular Omega Centauri demonstram bem o poder deste novo instrumento. Abaixo apresentamos as imagens: Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1119/

 Nebulosa Ômega

Ômega Centauri

Imagem mostra momento raro de Lua verde

Telescópio do Chile captura raio esverdeado no topo do satélite natural

por New Scientist
A foto da Lua acima foi capturada pelo astrônomo Gerhard Hüdepohl, por meio do Very Large Telescope, um conjunto de telescópios ópticos localizado no Deserto do Atacama, no Chile. O instrumento pertence ao European Southern Observatory(ESO).
Editora Globo
Crédito: Gerhard Hüdepohl / ESO

O astrônomo conseguiu registrar um momento raro da Lua, em que um raio verde aparece em seu topo. O efeito visual, que dura poucos segundos, acontece mais comumente durante o pôr do sol, quando a luz verde é refletida em um ângulo maior do que o vermelho. Dependendo da densidade relativa da camada atmosférica, a separação entre as luzes verde e vermelha é muito maior, o que deixa bem aparente a luz verde no topo da Lua alaranjada. A ESO acredita que a série de fotografias de Gerhard é provavelmente a melhor já feita que mostre o raio verde da Lua. Retirado de http://revistagalileu.globo.com/Revista/, em 19 de junho de 2011.

Nasa publica fotos do espaço que mostram efeitos do aquecimento global

Secas, enchentes e derretimento de geleiras. Os impactos do aquecimento global se manifestam de diversas formas – que podemos ver até do espaço. 10 fotos mostram isso. A foto abaixo mostra uma das 10 fotos que mostram isso e,  é possível navegar pela galeria de fotos de satélites da Nasa e descubrir alguns deles, através do site  http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,GF80084-17578,00-NASA+PUBLICA+FOTOS+DO+ESPACO+QUE+MOSTRAM+EFEITOS+DO+AQUECIMENTO+GLOBAL.html#fotogaleria=1

Um olhar profundo sobre uma tempestade enorme em Saturno

O Very Large Telescope (VLT) do ESO juntou-se à sonda espacial Cassini da NASA para estudar uma tempestade rara na atmosfera do planeta Saturno, com um detalhe nunca antes alcançado. Os resultados desse estudo, efetuado por uma equipe internacional de astrônomos, aparecem publicados esta semana na revista Science.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1116/

Estrelas moribundas dão origem a fogos de artifício celestes

Essa imagem da nebulosa NGC 3582 obtida pelo instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros do ESO no Observatório de La Silla, Chile, mostra arcos de gás gigantes muito parecidos a proeminências solares. Pensa-se que estes arcos tenham sido ejetados por estrelas moribundas, formando-se nesta maternidade estelar ao mesmo tempo que estrelas jovens. As estrelas jovens muito energéticas emitem radiação ultravioleta intensa, que faz brilhar o gás da nebulosa, produzindo o espetáculo flamejante que aqui observamos.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1113/

Um par galáctico perturbado

As galáxias deste par cósmico, destacadas na imagem obtida com o instrumento Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros no Observatório de La Silla, Chile, apresentam algumas características interessantes, demonstrando que cada membro do par está suficientemente perto para sofrer distorção devido à influência gravitacional do outro. O puxão gravitacional originou uma forma em espiral distorcida numa das galáxias, NGC 3169 e fragmentou as camadas de poeira da sua companheira NGC 3166. Entretanto, uma terceira galáxia mais pequena, situada em baixo à direita, NGC 3165, está na primeira fila da influência gravitacional das suas vizinhas maiores.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1114/

Duas imagens de uma galáxia deformada

A galáxia do Gancho de Carne, ou NGC 2442, tem uma forma verdadeiramente distorcida. Um braço em espiral encontra-se muito dobrado sobre si mesmo e abriga uma supernova recente, enquanto que o outro, pontilhado de formação estelar recente, se estende muito além do núcleo. O telescópio MPG/ESO de 2.2 metros e o Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA captaram duas imagens muito contrastantes desta galáxia espiral assimétrica.

Fonte: http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1115/

Átomos pela paz: Uma colisão galática em ação

Astrônomos do Observatório Europeu do Sul produziram uma imagem espectacular (imagem abaixo) da famosa galáxia Átomos pela Paz (NGC 7252). Este amontoado galáctico que se formou da colisão de duas galáxias, fornece aos astrónomos uma excelente oportunidade de estudar quais os efeitos da fusão de galáxias na evolução do Universo. Átomos pela Paz é o curioso nome dado a um par de galáxias em fusão, situado a cerca de 220 milhões de anos-luz de distância na constelação de Aquário. Estas galáxias são também conhecidas por NGC 7252 e Arp 226 e são suficientemente brilhantes para serem vistas como uma mancha desfocada muito ténue pelos astrónomos amadores. Esta imagem muito profunda foi obtido pelo instrumento do ESO Wide Field Imager montado no telescópio MPG/ESO de 2.2 metros situado no Observatório de La Silla no Chile. Uma colisão de galáxias é um dos processos mais importantes que influenciam o modo como o nosso Universo evolui, por isso estudar este fenómeno revela pistas importantes sobre a ascendência galáctica. Felizmente, tais colisões são processos que duram centenas de milhões de anos, o que dá imenso tempo aos astrónomos de os estudar. Esta imagem da Átomos pela Paz representa uma fotografia da colisão, com um caos total libertado, tendo como pano de fundo um campo de galáxias distante. Os resultados do intricado jogo de interacções gravitacionais pode ser visto nas formas das caudas produzidas pelas correntes de estrelas, gás e poeiras. A imagem mostra igualmente as incríveis conchas que se formam quando gás e estrelas são arrancados das galáxias em colisão e enrolados em torno do núcleo conjunto. Embora muito material seja ejectado para o espaço, há regiões onde o material é comprimido, dando origem a intensa formação estelar. O resultado é a formação de centenas de enxames estelares muito jovens, com cerca de 50 a 500 milhões de anos, os quais se pensa serem os progenitores dos enxames globulares. Átomos pela Paz pode bem ser um arauto do destino da nossa própria Galáxia.Os astrónomos predizem que dentro de cerca de três ou quatro mil milhões de anos a Via Láctea e a Andrómeda colidam, tal como aconteceu com a Átomos pela Paz. Mas, nada de pânicos: a distância entre estrelas no interior de uma galáxia é tão grande que é bastante improvável que o nosso Sol colida com qualquer outra estrela durante a fusão.

Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1044/

Observando uma explosão estelar em 3D

Utilizando o Very Large Telescope do ESO, os astrónomos obtiveram pela primeira vez uma imagem tridimensional da distribuição do material mais interior expelido por uma estrela que acabou de explodir. De acordo com os novos resultados, a explosão original foi intensa e teve uma direcção privilegiada, o que constitui uma forte indicação de que a supernova terá sido muito turbulenta, corroborando assim os mais recentes modelos computacionais. Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1032/

Uma galáxia elegante

A nova imagem obtida (imagem abaixo) com a poderosa câmara HAWK-I montada no Very Large Telescope do ESO, no Observatório do Paranal, Chile, mostra a galáxia NGC 1365 no infravermelho, uma bela galáxia espiral barrada. NGC 1365 faz parte do enxame de galáxias Fornax, situado a cerca de 60 milhões de anos-luz de distância da Terra.

Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1038/

Um exemplar galático próximo

O ESO divulgou uma nova imagem espectacular (imagem abaixo) da NGC 300, uma galáxia espiral semelhante à Via Láctea, situada próximo de nós no Grupo de Galáxias do Escultor. Obtida com o instrumento Wide Field Imager (WFI), no Observatório de La Silla do ESO, Chile, esta imagem, adquirida num total de tempo de exposição de 50 horas, revela a estrutura da galáxia em grande detalhe. A NGC 300 situa-se a cerca de seis milhões de anos-luz de distância e aparenta ter cerca de dois terços do tamanho da Lua Cheia no céu.

Fonte: http://www.eso.org/public/portugal/news/eso1037/

Carina e o Aniversário do telescópio espacial Hubble

A imagem abaixo representa o vigésimo aniversário do telescópio espacial mostra uma montanha de poeira e gás aflorando da nebulosa de Carina. Mais informações: http://hubblesite.org/gallery/wallpaper/pr2010013a/

Crédito: NASA, ESA, and M. Livio and the Hubble 20th Anniversary Team (STScI)
 

Belas galáxias distantes

 
Algumas destas galáxias distantes como pequenas fontes estendidas sobre esta imagem, enquanto a mais nítida, as fontes de ponto-comum são na sua maioria estrelas em primeiro plano em nossa  própria galáxia Via Láctea.O diâmetro do M51 é de aproximadamente 75.000 anos luz.

Algumas destas galáxias distantes como pequenas fontes  estendidas sobre esta imagem, enquanto a mais nítida, as fontes de ponto-comum são na sua maioria estrelas em primeiro plano em nossa  própria galáxia Via Láctea.

 
Crédito: O Sloan Digital Sky Survey (SDSS).
Fonte: http://www.sdss.org/
 
 

A imagem feita para celebrar o Ano Internacional da Astronomia

 

Crédito: NASA
Fonte: http://www.astronomia.cc/category/imagens/
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 A Imagem do dia 15/09/2011 – Crédito:  NASA
http://apod.nasa.gov/apod/ap110915.html 
 
See Explanation.  Clicking on the picture will downloadthe highest resolution version available.

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PLANETA CIRCUMBINATÓRIOA existência de um planeta com um nascer e um pôr do Sol duplo foi sugerida há mais de 30 anos, no filme” Guerra nas Estrelas”.

Astrônomos descobrem planeta com dois sóis

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Halo Solar – Fonte: Agência UnB / DF

Halo Solar no DF feito pela UnB

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Mais imagens

 
 A melhor imagem de choque de galáxias
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M101 – NGC 545 Pinwheel galaxy
Milky way 2
Messier 104, Sombrero Galaxy
Messier 106 – NGC 4258
Messier 58 (M58) – NGC 4579
Messier 82 – NGC 3034, Cigar galaxy
M33, Triangulum Galaxy
NGC 300
NGC 346
NGC 1566
NGC 2841
NGC 4725
NGC 6946
NGC 7331
NGC 7793
NGC 3351 – M95 – Messier 95
NGC 3627 – M66 – Messier 66
NGC 4038/4039 – The Antennae galaxies
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Peony star
Planetas, tamaños y distancias
Planetary nebula NGC 246
Prebiotic molecules in planet zone of young star IRS 46
Principais luas do Sistema Solar
Quadruple galaxy merger CL0958+4702
RCW 49
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Reclassificação do Sistema Solar
Ring nebula – Messier 57
Spectrum AA Tauri
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Supernova Dust Factory in Galaxy M74
Star-forming galaxies in filaments and clusters
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The Helix Nebula
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