Saiba Mais


Você é curioso(a)? Gosta de saber das coisas de forma rápida e objetiva? Então seja bem vindo(a) ao nosso sítio e em especial à sessão Saiba Mais! Aqui você encontrará curiosidades e informações interessantes sobre a exploração do Universo, a fronteira final da aventura humana. Acesse e surpreenda-se! Passe a ideia adiante!
 

Por que os satélites não caem?

Em condições ideais, um pequeno satélite em órbita de um planeta que fosse perfeitamente esférico permaneceria lá para sempre, assumindo que nada o perturbasse diretamente.

Mas a Terra não é uma esfera perfeita, e há um monte de outros objetos que podem perturbar os satélites artificiais na órbita baixa. Entre esses objetos está, em primeiro lugar, a Lua.

De acordo com as leis do movimento, a influência da Lua por si só deveria fazer os satélites caírem de volta na atmosfera da Terra, onde iriam se queimar.  As imperfeições da Terra são a graça salvadora de um satélite.

Por causa de sua rotação, a Terra é ligeiramente achatada nos pólos, com gordurinhas na cintura, ao redor do Equador. E é a atração gravitacional da protuberância equatorial que desloca as órbitas dos satélites ao longo do tempo. Se a Terra fosse um pouco mais parecida com uma esfera perfeita, muitos satélites cairiam na atmosfera em uma questão de meses ou anos.

Retirado de http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=satelites-artificiais-nao-caem-devido-imperfeicoes-terra&id=010130131017

O ESO – Observatório Europeu do Sul

O ESO é a mais importante organização europeia intergovernamental para a investigação em astronomia e é o observatório astronómico mais produtivo do mundo. O ESO é  financiado por 15 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Brasil, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Itália, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça. O ESO destaca-se por levar a cabo um programa de trabalhos ambicioso, focado na concepção, construção e funcionamento de observatórios astronómicos terrestres de ponta, que possibilitam aos astrónomos importantes descobertas científicas. O ESO também tem um papel importante na promoção e organização de cooperação na investigação astronómica. O ESO mantém em funcionamento três observatórios de ponta, no Chile: La Silla, Paranal e Chajnantor. No Paranal, o ESO opera  o Very Large Telescope, o observatório astronómico óptico mais avançado do mundo e dois telescópios de rastreio. O VISTA, o maior telescópio de rastreio do mundo que trabalha no infravermelho e o VLT Survey Telescope, o maior telescópio concebido exclusivamente para mapear os céus no visível. O ESO é o parceiro europeu do revolucionário telescópio  ALMA, o maior projeto astronómico que existe atualmente. O ESO encontra-se a planear o European Extremely Large Telescope, E-ELT, um telescópio de 39 metros que observará na banda do visível e do infravermelho próximo. O E-ELT será “o maior olho do mundo virado para o céu”.

Retirado de http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1342/

O ALMA – Maior Radiotelescópio em funcionamento

uma infraestrutura astronómica internacional, é uma parceria entre a Europa, a América do Norte e o Leste Asiático, em cooperação com a República do Chile. A construção e operação do ALMA é coordenada pelo ESO, em prol da Europa, pelo Observatório Nacional de Rádio Astronomia (NRAO), em prol da América do Norte e pelo Observatório Astronómico Nacional do Japão (NAOJ), em prol do Leste Asiático. O Observatório ALMA (JAO) fornece uma liderança e direção unificadas na construção, gestão e operação do ALMA.

A última antena do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) acaba de ser entregue ao Observatório ALMA. A antena parabólica de 12 metros de diâmetro foi construída pelo Consórcio europeu AEM e marca igualmente a entrega bem sucedida de um total de 25 antenas europeias - o maior contrato adjudicado pelo ESO até agora.

A última antena do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) acaba de ser entregue ao Observatório ALMA. A antena parabólica de 12 metros de diâmetro foi construída pelo Consórcio europeu AEM e marca igualmente a entrega bem sucedida de um total de 25 antenas europeias – o maior contrato adjudicado pelo ESO até agora.

Há 167 anos, era descoberto o 1º planeta previsto matematicamente

Netuno foi o primeiro planeta cuja existência não foi prevista por observação. Uma das características da astronomia é que ela consegue prever com precisão o movimento dos principais corpos estudados, quando o planeta Urano não se movia conforme o previsto, os cientistas dessa área sabiam que havia algo errado.

A sonda Voyager 2 registrou essa imagem durante sua passagem por Netuno em 1989 Foto: Nasa / Divulgação

A sonda Voyager 2 registrou essa imagem durante sua passagem por Netuno em 1989.  Foto: Nasa / Divulgação

Coube a um matemático, o francês Urbain Joseph Le Verrier, propor a massa e posição de outro corpo que estaria influindo no movimento de Urano. Esse objeto depois ganhou o nome de Netuno, o primeiro planeta cuja existência foi prevista matematicamente, e não por observação.​ A princípio, Le Verrier foi ignorado pelos astrônomos franceses. Ele então mandou seus cálculos para Johann Gottfried Galle, do observatório de Berlim. Este encontrou Netuno logo na primeira noite de busca, em 1846. Dezessete dias depois, ele achou Tritão, sua maior lua.

Retirado de http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco

Que animais o homem já enviou ao espaço?

Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço. Mas foi o responsável por enviar várias espécies de animais antes de Yuri Gagarin e Neil Armstrong. Moscas, peixes, tartarugas, lesmas, minhocas e abelhas já tiveram sua experiência extraterrena. Até mesmo aranhas foram enviadas.

A viagem de animais ao espaço começou em 1947, quando os americanos enviaram moscas-das-frutas em uma cápsula. A partir de então, Rússia e EUA passaram a mandar animais maiores. Primatas eram os preferidos pelos astronautas, enquanto os cães eram os escolhidos dos cosmonautas. Já na França, um gato ficou famoso por ser o primeiro, e único, felino escolhido para desbravar o cosmos.

Consequências das Erupções Solares

As erupções solares são potentes explosões de radiação. Apesar de nocivas, não conseguem atravessar a atmosfera da Terra para afetar fisicamente os seres humanos. No entanto, a radiação, quando intensa o suficiente, pode perturbar a atmosfera na camada onde estão sistemas de posicionamento global (GPS) e satélites de comunicações. O efeito das explosões pode causar interferência em rádio-telecomunicações, nas trajetórias dos satélites artificiais, em linhas de potência e mesmo na aurora boreal. Em consequência das explosões solares, sinais de rádio podem ser interrompidos em qualquer lugar do planeta por minutos até horas. Além da luz e do calor, o Sol emite um fluxo de partículas carregadas denominado vento solar.

Rollingwave

A velocidade de propagação desse fluxo hoje é estimada em cerca de 450 quilômetros por segundo. As variações no vento solar estão associadas às variações nas atividades das manchas solares e nas erupções de labaredas na superfície do Sol, conhecidas em inglês como flares.

Extraído de http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco

LHC pode realmente criar buracos negros?

Antes que o LHC fosse ligado, em 2010, muito se especulou sobre a possibilidade de que suas colisões de partículas produzissem buracos negros que engoliriam a Terra.
O gigantesco colisor de partículas já fez boa parte do seu trabalho, e até agora não há notícias de que a Terra tenha sido destruída.
Contudo, as teorias sobre buracos negros criados pelo LHC parecem estar ganhando momento entre os físicos – ao menos, buracos negros microscópicos.
É o que nos explica a física Kelly Izlar, em um artigo escrito para a revista Symetry, dos laboratórios Fermilab/SLAC.
Para saber os detalhes é só acessar o link http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lhc-produzir-buracos-negros-microscopicos&id=020130130920

Eclipses em 2013

1) Parcial da Lua em 25 de abril: Visível na América do Sul, exceto extremo oeste, Europa, Ásia, África, Austrália, Antártica, parte leste do oceano Atlântico, oceano Índico e parte oeste do oceano Pacífico.
2) Anular do Sol em 09-10 de maio: Visível na Oceania, Ilhas do Havaí e parte sul do oceano Pacífico.
3) Penumbral da Lua em 25 de maio: Visível na América do Norte, América do Sul, parte oeste da Europa, oeste da África, Antártica, parte sul do oceano Pacífico e oceano Atlântico.
4) Penumbral da Lua em 18-19 de outubro: Visível na América do Norte, América do Sul,Antártica, Europa, Ásia, Ártico, parte sudeste do oceano Pacífico, oceano Atlântico e oceano Índico.
5) Total do Sol em 03 de novembro: Visível na parte leste da América do Norte, parte norte da América do Sul, extremo oeste da Europa, África, oceano Atlãntico e parte oeste do oceano Índico.

Extraído do  site http://www.cacep.com.br/node/9

Cartas Celestes

Caso queira observar o céu com auxilio de cartas celestes, uma ótima dica é visitar o site: http://www.skymaps.com/downloads.html

Neste site você poderá baixar e imprimir as cartas celestes dos hemisférios Sul e Norte e linha Equatorial.
Nas cartas celestes você irá encontrar uma representação do céu e suas constelações. Tem também um calendário celeste com os objetos do mês além de 3 tabelas com os objetos que você conseguirá ver a olho nu, com um binóculo e com um telescópio. Não deixe de visitar o site e baixar as cartas celestes.
extraído do site http://www.cacep.com.br/node/9

Pergunte a um astrônomo

Você tem curiosidades sobre Astronomia? Envie sua pergunta a um astrônomo profissional utilizando o formulário que pode ser acessado no endereço http://www.iag.usp.br/astronomia/pergunte-um-astronomo. As perguntas respondidas podem ser consultadas no mesmo endereço. Não fique com dúvida.

Novo livro de Astronomia publicado

Saiu um novo livro de Astronomia nosso (Grupo GEPETO), pela Editora Átomo de Campinas, com o título : JOGOS PARA O ENSINO DE ASTRONOMIA”.  Veja o site:http://www.grupoatomoealinea.com.br/atomoealinea/media/catalog/product/cache/3/image/180x/17f82f742ffe127f42dca9de82fb58b1/c/a/capa_8_54.jpg

muito indicado para professores de ciências do Ensino Fundamental.

Fatos históricos para Astronomia ocorridos em 10 de setembro

Há 28 anos morria Ernst Julius Öpik, astrônomo estoniano, responsável pela primeira determinação precisa da distância de um objeto extragaláctico, a Galáxia de Andrômeda, em 1922. No mesmo ano ele registrou corretamente o número de crateras em Marte, antes mesmo delas serem detectadas pelas sondas espaciais. Em 1932 postulou uma teoria com relação à origem dos cometas no sistema solar. Ele acreditava que eles se originavam na órbita de uma nuvem distante, além da órbita de Plutão. Esta nuvem é hoje conhecida por nuvem de Oort, ou alternativamente, nuvem de Öpik-Oort, em sua homenagem. Ele também inventou uma câmera especial para o estudo de meteoros.

Também nessa data em 2005 se descobria Disnomia, satélite natural do planeta anão Eris, e 3 anos depois o LHC (Large Hadron Collider), maior acelerador de partículas e o de maior energia existente do mundo iniciava seus trabalhos.

Acoompanhe em tempo real a localização das sondas Voyager

O público é capaz de voar junto com sonda Voyager da NASA. Basta acessar a pagina http://voyager.jpl.nasa.gov/where/ e acompanhar as sondas. O site está em Inglês mas utilizando um tradutor online, pode-se vê-la em Português. O site traz também várias matérias e noticias relacionadas as Voyager.

Faça seu próprio experimento em um satélite de código aberto

Que tal controlar um satélite científico e fazer seu próprio experimento espacial?

Essa possibilidade não apenas já existe, como ela está dentro do orçamento da maioria das pessoas.

Pesquisadores, estudantes e interessados em geral podem realizar seus projetos a bordo dos primeiros satélites artificiais de código aberto do mundo.

O ArduSat-1 e o ArduSat-X foram levados para a Estação Espacial Internacional (ISS) a bordo do cargueiro espacial japonês HTV-4, o mesmo que levou o primeiro robô falante ao espaço.

Conhecido como CubeSats, esses minissatélites são construídos a partir daplataforma de hardware livre Arduino.

Cada um contém uma série de equipamentos de uso genérico, incluindo câmeras, espectrômetros e um contador Geiger, tudo embutido em um cubo de apenas 10 centímetros de lado.

Da Estação, eles serão lançados ao espaço por meio de um equipamento testado pela primeira vez no ano passado.

Duração do dia vai mudar. Por que?

Quem conhece sobre o assunto, sabe que a duração do dia terrestre variou bastante desde a formação do planeta até o nosso tempo. Um dia na Terra já durou até 1/4 do que é hoje. Um dos fatores mais apontados para isso é a interação gravitacional entre a Lua e a Terra, no que se refere à distância entre os dois astros. Outro, é associado ao centro do planeta, como mostra o estudo feito por pesquisadores do assunto. Veja mais detalhes em nosso blog.

Acesse www.cdaorion.blogspot.com e confira.

A Lua da seu show também durante o dia

Você já se questionou por quê vemos a Lua em diferentes horários?

Tendo em vista que a Lua leva cerca de 27,32 dias para completar uma volta completa ao redor da Terra (período sideral da Lua), isto é, que ela se move 360° em relação às estrelas para leste a cada 27,32 dias, deduz-se que ela se desloca para leste 13° por dia (360°/27,32), em relação às estrelas. Levando-se em conta que a Terra gira 360° em 24 horas, e que o Sol de desloca 1° para leste por dia, deduzimos que a Lua se atrasa 48 minutos por dia [(12°/360°)×(24h×60m)], isto é, a Lua nasce cerca de 48 minutos mais tarde a cada dia.

Foto: Profº Sérgio Cabau Jr

Foto: Profº Sérgio Cabau Jr

De acordo com a parte iluminada da Lua conseguimos ver uma determinada fase de nosso satélite natural.

O que provoca o som do trovão?

Tudo o que escutamos é resultado de vibrações no ambiente que chegam aos nossos ouvidos em forma de ondas sonoras. O som que chega após o relâmpago é, portanto, também resultado de uma vibração do meio externo, neste caso gerado por uma forte descarga elétrica que se estabelece entre as nuvens e o solo terrestre.

O raio gera uma corrente elétrica de grande intensidade que ioniza o ar ao longo do caminho, produzindo um rastro de luz superaquecido que conhecemos como relâmpago. O ar em torno dessa corrente se aquece rapidamente a uma temperatura de até 27.000 ºC.

Como o fenômeno acontece em questão de instantes, as partículas de ar se expandem pelo calor e são imediatamente comprimidas pelo resfriamento da atmosfera. Dessa forma, cria-se uma onda de ar comprimido que se expande como uma explosão para todas as direções, gerando o barulho que denominamos de trovão.

A velocidade da luz e o som do trovão

Vemos primeiro o relâmpago e escutamos depois o trovão porque a velocidade da luz é muito mais rápida do que a do som. Em geral, o trovão se constitui de um grande estouro, mas, dependendo da região ou da formação do terreno, ele pode reverberar em múltiplos ecos, especialmente em cidades com muitos túneis e prédios.

Fonte da imagem: Reprodução/Totally Cool Pix

Fonte da imagem: Reprodução/Totally Cool Pix

Popularmente, podemos estabelecer a distância de um raio em relação ao observador contando os segundos entre a percepção do relâmpago e a escuta do trovão. Cada segundo que separa os dois eventos representa em média 300 metros de distância.

O espetáculo de luz e som gerado pelos raios é uma combinação da vibração das partículas de ar e a perturbação das forças elétricas na atmosfera terreste. Esse fenômeno incrível mostra toda a força da natureza e a nossa insignificância frente aos grandes eventos climáticos.

NASA lança “Grande Desafio” contra os asteroides

Agência espacial norte-americana convida o mundo inteiro para vigiar os céus.

Em uma nota divulgada em seu site, a NASA anunciou o lançamento de um novo programa espacial chamado “Grand Challenge” (ou Grande Desafio, em tradução livre), focado em detectar rochas espaciais que possam oferecer algum risco para a Terra. O projeto foi apresentado durante uma convenção em Washington e consiste em um grande esforço no sentido de criar estratégias para proteger o nosso planeta contra o impacto desses objetos.

Segundo informou, a agência espacial já trabalha em um projeto que visa localizar asteroides, alterar suas rotas e enviar astronautas para estudar esses objetos. Sendo assim, o Grande Desafio é uma espécie de “complemento” a essa missão exploratória, cujo objetivo não é só detectar asteroides, mas também entendê-los o suficiente para saber o que fazer no caso de potencial risco de colisão.

Para isso, a NASA contará com o apoio de equipes multidisciplinares e uma variedade de associações, envolvendo outras agências espaciais, parceiros internacionais, centros de pesquisa e membros da iniciativa privada. Mas, além disso, a agência também deseja envolver a comunidade no projeto, solicitando que astrônomos amadores mantenham seus vigilantes telescópios voltados para o céu.

Em Vênus “neva” metal

Cientistas desvendam o mistério sobre as camadas brilhantes que cobrem os topos das montanhas venusianas.

O espaço é realmente incrível! Já vimos por aqui que em Marte neva gelo-seco, que em Saturno ocorrem furacões gigantes e que em Mercúrio existe um oceano de lava. A última sobre as bizarrices que ocorrem em outros planetas é que em Vênus neva metal. De acordo com o Discovery News, bem no topo das montanhas venusianas existe uma camada de “neve” cuja presença os pesquisadores não conseguiam entender até recentemente.

Segundo os cientistas, as temperaturas na superfície de Vênus são altas demais — na casa dos 480 °C! — para que seja possível existir neve por lá, pelo menos na forma como a conhecemos. Em vez disso, os cientistas descobriram que essas camadas são, na verdade, uma espécie de “geada”, composta por dois tipos de metal, a galena e a bismutinita.

Cinturão de Van Allen

Texto extraído de nucleophysical.wordpress.com

O Cinturão de Van Allen é uma região onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido a concentrações de partículas no campo magnético terrestre, descobertas em 1958 por James Van Allen. As radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras exceções, nos pólos, e sim na região equatorial. Estas formam dois cinturões em forma de anéis, com centro no equador. O mais interno se estende entre as altitudes de mil e cinco mil quilômetros, sua intensidade máxima ocorrendo em média aos três mil quilômetros. Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios cósmicos vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera terrestre. Parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.
O segundo cinturão, que fica situado entre 15.000 e 25.000 km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. São principalmente íons hélio trazidos pelo vento solar. As partículas mais energéticas deste são elétrons cuja energia atinge várias centenas de milhares de elétrons-volt. Os prótons são muito menos energéticos do que os do primeiro cinturão, porém seu fluxo é mais intenso.
Via de regra, não existe entre os dois cinturões uma delimitação; eles fundem-se em altitudes variáveis. Durante os períodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de radiação de Van Allen. Ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas.

O campo magnético da Terra, gerado no núcleo da mesma, está a proteger-nos das partículas carregadas que fluem do Sol.

Eratóstenes e a circunferência da Terra

Texto extraído do sítio Zenite

ERATÓSTENES VIVEU NO EGITO ENTRE OS ANOS 276 E 194 ANTES DE CRISTO. Ele era bibliotecário-chefe da famosa Biblioteca de Alexandria, e foi lá que encontrou, num velho papiro, indicações de que ao meio-dia de cada 21 de junho na cidade de Assuã (ou Syene, no grego antigo) 800 km ao sul de Alexandria, uma vareta fincada verticalmente no solo não produzia sombra.

Cultura inútil, diriam alguns. Não para um homem observador como Eratóstenes. Ele percebeu que o mesmo fenômeno não ocorria no mesmo dia e horário em Alexandria e pensou:

fig1

Se o mundo é plano como uma mesa, então as sombras das varetas têm
de ser iguais. Se isto não acontece é porque a Terra deve ser curva!

Mais do que isso. Quanto mais curva fosse a superfície da Terra, maior seria a diferença no comprimento das sombras. O Sol deveria estar tão longe que seus raios de luz chegam à Terra paralelos.

Varetas fincadas verticalmente no chão em lugares diferentes lançariam sombras de comprimentos distintos. Eratóstenes decidiu fazer um experimento. Ele mediu o comprimento da sombra em Alexandria ao meio-dia de 21 de junho, quando a vareta em Assuã não produzia sombra. Assim obteve o ângulo A, conforme a figura abaixo.

sombras

Eratóstenes mediu A=7° (aproximadamente). Se as varetas estão na vertical, dá para imaginar que se fossem longas o bastante iriam se encontrar no centro da Terra. Preste atenção na figura acima. O ângulo B terá o mesmo valor que A, pois o desenho de Eratóstenes se reduz a uma geometria muito simples: se duas retas paralelas interceptam uma reta transversal, então os ângulos correspondentes são iguais.

retas

As retas paralelas são os raios de luz do Sol e a reta transversal é a que passa pelo centro da Terra e pela vareta em Alexandria. O ângulo B(também igual a 7°), é a uma fração conhecida da circunferência da Terra e corresponde à distância entre Assuã e Alexandria!

Eratóstenes sabia que essa distância valia cerca de 800 km e então pensou: 7°  1/50 da circunferência (360°) e isso corresponde a cerca de 800 km.

Oitocentos quilômetros vezes cinqüenta são quarenta mil quilômetros, de modo que deve ser este o valor da circunferência da Terra.

O mundo não é chato

VALOR ENCONTRADO ATUALMENTE: cerca de 40.072 km ao longo da linha do equador. Um erro muito pequeno para uma medida tão simples, e feita há tanto tempo! Com a circunferência, podemos calcular o diâmetro e o raio ou ainda o volume e a área da superfície, através de fórmulas simples.

Repare que o conhecimento utilizado por Eratóstenes (retas paralelas cortadas por uma transversal) é formalmente adquirido hoje nas aulas de geometria do ensino fundamental.

Fica a sugestão para a realização dessa experiência fantástica entre escolas de lugares distantes. Com as facilidades de comunicação de hoje fica ainda mais fácil sentir o prazer de usar um raciocínio tão simples e elegante para obter uma medida tão preciosa.

NASA decifra o mistério sobre oscilação gravitacional na Lua

Colisão de asteroides e cometas foram essenciais para a gravidade irregular do astro.

A agência espacial norte americana divulgou recentemente o relatório da missão Grail, que durou nove meses em pesquisa lunar. Os cientistas desvendaram os mistérios sobre a força gravitacional do satélite natural da Terra. Ela teria se formado a partir do impacto de asteroides e cometas em sua superfície.

A NASA acredita que a compreensão do fenômeno faz com que seja possível aumentar a precisão da navegação de satélites que acabam sendo afetados pelas variações gravitacionais. Os pesquisadores também ressaltam que conhecer a estrutura da Lua é essencial para entender as mudanças desde a sua formação, há cerca de 4,5 bilhões de anos.

A descoberta se mostra relevante em pesquisas sobre a geologia terrestre. Cientistas acreditam que a Lua surgiu após a colisão de um objeto gigantesco com a Terra, que fez com que pedaços de material expelidos do planeta tenham formado o satélite.

Com isso, entender sobre as concentrações de massa na Lua poderia ajudar cientistas a entenderem melhor a formação de placas tectônicas, por exemplo, já que a Terra teria sofrido impactos semelhantes em sua história.

A gravidade lunar

Desde a década de 60, os cientistas sabem que a Lua conta com cerca de um sexto da gravidade existente na Terra e que, no entanto, ela é  diferente da gravidade do nosso planeta. Por lá essa força não é distribuída de forma igual, ou seja, a gravidade na Lua pode variar de uma região para outra.

Tudo o que se sabia até agora é que existiam áreas com maior concentração de massa, o que mudava a força gravitacional. O único problema é que, até então, não se sabia o motivo da existência dessas áreas e nem mesmo era possível identificá-las.

O Laboratório de Interior e Recuperação de Gravidade (Grail) estudou a estrutura do astro por nove meses e chegou à conclusão de que o impacto de asteroides e cometas foram essenciais para as atuais variações na gravidade.

O Grail contou com duas sondas gêmeas que permaneceram em órbita lunar estudando a superfície com equipamentos criados com foco na análise de forças gravitacionais. Com o mapeamento das concentrações de massa, foi possível perceber a localização exata das áreas mais densas, algo que equipamentos tradicionais não conseguiam encontrar.

As erupções solares podem destruir a Terra?

Há uma necessidade legítima de proteger a Terra das formas mais intensas do clima espacial, por exemplo, das grandes explosões de energia eletromagnética e de partículas geradas pelas tempestades solares e pelas ejeções de massa coronal.

Mas documentários recentes, apresentados nos canais de TV a cabo, transmitiram a ideia de que uma gigantesca “explosão solar apocalíptica” poderia literalmente torrar a Terra.

Para desmistificar essas ideias – isso não é realmente possível – a NASA divulgou um comunicado, mostrando o que é fato e o que é ficção sobre as erupções solares.

Saiba mais em: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=erupcoes-solares-destruir-terra&id=010125130524&ebol=sim

As leis de Kepler e a música das esferas

Texto extraído do sítio Portal do Astrônomo

A diversidade dos fenómenos da Natureza é tão vasta e os tesouros escondidos no Céu são tão ricos precisamente para que a mente humana nunca tenha falta de alimentos.
Mysterium Cosmographicum (1596), Kepler

As observações de Tycho Brahe sobre o movimento aparente dos planetas, apesar de não apoiarem o seu “Mistério Cosmográfico“, permitiram a Kepler obter de modo empírico três leis gerais que descrevem o movimento dos planetas.

1ª Lei de Kepler
As órbitas dos planetas são elipses, ocupando o Sol um dos seus focos.2ª Lei de Kepler (ou lei das áreas)
O raio vector que une o centro do Sol ao centro de cada planeta descreve áreas iguais em intervalos de tempo iguais.3ª Lei de Kepler
O quadrado do período de revolução T de cada planeta em torno do Sol é proporcional ao cubo do comprimento do semi-eixo maior a da respectiva órbita (ou seja, a3/T2 = constante).

A lei das áreas. Das 1ª e 2ª leis conclui-se que o movimento dos planetas não tem velocidade constante. Para que a área varrida seja proporcional ao tempo gasto a descrevê-la é necessário que a velocidade seja máxima no periélio (ponto da órbita mais próximo do Sol) e mínima no afélio (ponto da órbita mais afastado do Sol).

A lei das áreas. Das 1ª e 2ª leis conclui-se que o movimento dos planetas não tem velocidade constante. Para que a área varrida seja proporcional ao tempo gasto a descrevê-la é necessário que a velocidade seja máxima no periélio (ponto da órbita mais próximo do Sol) e mínima no afélio (ponto da órbita mais afastado do Sol).

A partir das 1ª e 2ª leis, Kepler concluiu que o movimento dos planetas não tem velocidade constante. A velocidade mínima é atingida no afélio (ponto da órbita elíptica que está mais afastado do Sol) e a velocidade máxima é atingida no periélio (ponto da órbita elíptica que está mais próximo do Sol). Kepler podia agora aplicar estas novas conclusões à teoria musical das esferas. A primeira observação a fazer era a de que, tendo o planeta velocidade variável, não emitia uma nota única, sendo a nota mais aguda atingida no periélio e a mais grave no afélio. A partir da diferença entre as velocidades mínima e máxima, podia ainda calcular o intervalo musical definido pelas notas mais grave e mais aguda produzidas por cada planeta.

A música das esferas de Kepler. Kepler deduziu os intervalos musicais produzidos por cada planeta. Para ele, a melodia produzida por cada planeta não era uma sequência de notas distintas, mas sim um único som eterno, a variar continuamente entre o mais grave e o mais agudo, como o som produzido por um violinista deslocando continuamente o seu dedo, sem o levantar, sobre a corda do seu violino.

A música das esferas de Kepler. Kepler deduziu os intervalos musicais produzidos por cada planeta. Para ele, a melodia produzida por cada planeta não era uma sequência de notas distintas, mas sim um único som eterno, a variar continuamente entre o mais grave e o mais agudo, como o som produzido por um violinista deslocando continuamente o seu dedo, sem o levantar, sobre a corda do seu violino.

A partir da 3ª lei, podia relacionar os sons produzidos pelos diversos planetas. Concluindo que os planetas mais longínquos eram mais lentos, ele entendeu que os sons produzidos seriam mais graves à medida que a distância ao Sol aumentava.

Nesta teoria, os sons produzidos pelos diversos planetas são tanto mais graves quanto maior a distância ao Sol, o centro, ao contrário dos sistemas inspirados em Ptolomeu, nos quais o som se vai tornando mais agudo à medida que a distância ao centro do sistema, nesse caso a Terra, aumenta.

O modelo de Copérnico obrigava-o a estudar o cosmos como se fosse visto a partir do Sol. Kepler efectuou cálculos com o objectivo de calcular para cada planeta o “movimento diário aparente” (o comprimento de arco percorrido num período de 24 horas) no afélio e no periélio. Por exemplo, Kepler deduziu que Saturno percorre um arco de 135 segundos por dia quando está mais perto do Sol (arco esse visto do Sol) e um arco de 106 segundos por dia quando está mais afastado do Sol. A razão 135/106 está muito próxima de 5/4, a razão entre as frequências associadas ao intervalo de terceira maior em música. Usando este método para todos os planetas, ele descobriu que as razões periélio-afélio relacionadas com quaisquer dos seis planetas são todas muito semelhantes às razões associadas a intervalos musicais consonantes. Assim, para Júpiter a razão periélio-afélio seria aproximadamente 6/5 (uma terceira menor); para Marte seria 3/2, uma quinta perfeita; para a Terra, 16/15, um meio–tom; para Vénus, 25/24, um intervalo muito próximo da coma pitagórica; para Mercúrio, 12/5, uma décima menor [2].

Os movimentos dos céus não são mais que uma eterna polifonia.
Harmonices Mundi (1619), Kepler

Na sua obra Harmonices Mundi (1619), Kepler imaginou um coro no qual Mercúrio, a voz mais aguda, seria o Soprano, Vénus e Terra os Contraltos, Marte o Tenor, enquanto que Júpiter e Saturno, as vozes mais graves, seriam os Baixos. Nesta sua teoria da música celestial, ao planeta Terra correspondia um intervalo musical de meio-tom, que ele associou ao modo eclesiástico de mi (modo frígio), levando-o a concluir que a melodia entoada pela Terra era “mi – fá – mi”. Kepler fazia esta descoberta durante a Guerra dos Trinta Anos, o que o levou a pensar que a Terra produzia um lamento constante, em nome da misere e fami (miséria e fome) que reinavam na altura (nas palavras de Kepler, Tellus canit MI-FA–MI ut vel ex syllaba conjicias, in hoc nostro domicilio Miseriam et Famen obtinere).

O fim da música das esferas

O Século XVII representa uma transição crítica na história do pensamento do homem, pois marca o momento da separação entre fé e dogma religioso por um lado, e a visão mecanicista da natureza por outro.

Fludd (1574-1637) e Kepler (1571-1630) parecem ter sido os últimos a propor uma relação real entre movimentos dos planetas e notas musicais específicas. Por outro lado, o mesmo Kepler que parecia estar a perder o seu tempo em busca da quimera da música das esferas, deve ter sido o primeiro a respeitar rigorosamente dados de observações, apesar de contradizerem uma sua primeira teoria. Afinal foi em busca dessa quimera que ele deduziu as suas três leis.

Algum tempo depois, Newton (1642-1727) mostrava ao mundo que leis matemáticas universais relativamente simples presidem a natureza, podendo mesmo deduzir a partir delas as leis que Kepler tinha encontrado empiricamente.

Era o nascimento do pensamento científico, tal como hoje o conhecemos.

Ptolomeu – biografia

Texto extraído do sítio InfoEscola

Cláudio Ptolomeu  (Ptolemaida Hérmia, Egito, 90 d.C. – Canopo, Egito, 168 d.C.) foi um cientista, astrônomo e geógrafo de origem grega. Nascido no Egito sob domínio romano, é um dos últimos grandes cientistas do mundo helenístico, e autor dos estudos de astronomia mais importantes produzidos antes de Copérnico e Galileu.O nome Cláudio (Claudius) sugere que provavelmente tinha cidadania romana. A única informação concreta que temos de sua vida é que ele trabalhou em Alexandria entre 120 e 160 d.C., período esse determinado com base em observações astronômicas anotadas por ele. Nessa época, registra várias de suas observações astronômicas. Ptolomeu foi responsável por sintetizar a obra de seus predecessores, estudando não só astronomia, mas também matemática, física e geografia. Criou o sistema cosmológico baseado na teoria geocêntrica de Aristóteles e descrito em “A grande síntese”, geralmente citada com o título da tradução árabe, “Almagesto”, sua mais conhecida obra (nele, a Terra encontra-se no centro do universo, e em torno dela giram Mercúrio, Lua, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, além de apresentar seus cálculos sobre a dimensão da Lua e a distância entre ela e o Sol). Tal sistema se tornou um dogma católico e vigorou desde a Antigüidade até a Revolução de Copérnico (1543).Ptolomeu também desenvolveu trabalhos matemáticos e foi um notável geômetra. Os cronistas antigos mencionam várias obras de sua autoria, hoje desaparecidas, comno por exemplo, “Sobre a dimensão” (Peri Diastaseos, no original em grego), na qual ele procura provar que só pode haver espaço tridimensional, ou Analemma, em que discute detalhes da projeção ortogonal dos pontos da esfera celeste sobre três planos e propõe nova demonstração para o postulado das paralelas de Euclides.Ele foi o primeiro a tratar da técnica de projeção de mapas, ou seja, a representação de superfícies curvas em um mapa plano. A “Geografia” contém tabelas com enormes listas de lugares e suas coordenadas geográficas, mapas e informações sobre países e seus habitantes. O estudo abrange o mundo conhecido pelos romanos na primeira metade do século II, que se estendia do Oceano Atlântico à China e do Mar Báltico à África Central. Os lugares mais importantes foram definidos em termos de latitude e longitude, o que permitiu a confecção de mapas do ecúmeno, palavra grega que representa o mundo conhecido.Seu lado astrológico foi retratado no Tetrabiblos, em quatro volumes, onde pregava uma espécie de religião sideral, misturando astrologia, superstições e crendices tradicionais.Seus dados, embora muitas vezes errados ou inexatos, utilizaram todos os conhecimentos então disponíveis, baseados principalmente nas referências de viajantes e mercadores e no material coligido por geógrafos anteriores, notadamente Marino de Tiro (70-130). Um dos maiores erros de Ptolomeu foi ter adotado um valor incorreto para a circunferência da Terra, calculado por Posidônio de Apaméia (-135/-51), ao invés de utilizar a medida de Eratóstenes (-285/-194), muito mais acurada.Bibliografia:
Cláudio Ptolomeu. Disponível em http://greciantiga.org/arquivo.asp?num=0508. Acesso em: 10 dez. 2011.
Ptolomeu. Disponível em http://www.algosobre.com.br/biografias/ptolomeu.html. Acesso em: 10 dez. 2011.
Cláudio Ptolomeu. Disponível em http://educacao.uol.com.br/biografias/ptolomeu.jhtm. Acesso em: 10 dez. 2011.

A Terra tem mais de uma lua? A resposta é sim!

Conhecidos como miniluas, asteroides entram em órbita transformando-se em luas temporárias.

A informação causa bastante espanto na maioria das pessoas: a Terra não tem apenas uma lua, mas conta com várias. Isso não significa que tudo o que aprendemos na escola esteja completamente errado.

A lua que vemos todas as noites no céu é apenas o maior satélite natural em órbita ao redor de nosso planeta. No entanto, a gravidade da Terra é capaz de atrair centenas de asteroides, transformando-os no que a ciência chama de “miniluas”. Os objetos, no entanto, ficam próximos ao planeta apenas provisoriamente.

Os asteroides são de diversos tamanhos, e estudos mostram que atualmente existem dois deles orbitando o planeta, um do tamanho aproximado de uma máquina de lavar louças e outro com mais de seis metros de diâmetro.

No entanto, de tempos em tempos, astrônomos conseguem observar a aproximação de asteroides com o tamanho comparado a enormes caminhões. Embora a Terra não tenha a gravidade tão forte quanto a de Júpiter, ela também é capaz de transformar estes enormes objetos em satélites naturais sem qualquer risco de colisão.

Fonte:http://www.megacurioso.com.br/astronomia/35577-a-terra-tem-mais-de-uma-lua–a-resposta-e-sim-.htm

Como a Lua era vista por aqueles que viviam há 200 anos

Os astrônomos daquela época acreditavam que nosso satélite natural era habitado por criaturas bizarras.

O site Boing Boing publicou uma matéria a respeito de como a Lua era vista em 1836. As pessoas, àquela época, acreditavam que havia vida por lá. Mas não estamos falando de uma vida semelhante à que há na Terra, mas uma um pouco mais mítica, repleta de pessoas cabeludas e com asas, unicórnios e senhoras nuas que pareciam insetos.

O Instituto de Imagem e Coleções Smithsonian, em Washington, nos EUA, comenta uma série de desenhos dessa época cujas intenções eram anunciar a descoberta de vida na Lua. A notícia foi publicada no jornal New York Sun, que já existia na época, divulgando que o astrônomo britânico Sir John Herschel havia descoberto vida na Lua.

A suposta vida lunar incluía os já citados homens com asas, que, pelas ilustrações, parecem com as de morcego – viria daí a ideia de criar o Batman? –, e formas extravagantes, dantescas. A ideia, naquela época, era criar uma expedição para a Lua, usando um navio (!) que seria suspenso por balões de hidrogênio. Simples assim.

Um show no fim de tarde

O pôr do Sol é sempre um momento agradável do dia.

Para quem gosta, para quem tem tempo de apreciar esse momento, esse final de mês será bem especial. Isso por que, Mercúrio, Vênus e Júpiter estarão se alinhando perto do horizonte, dia após dia. Acontece assim. Mercúrio e Vênus são os planetas interiores do Sistema Solar, ou seja, suas órbitas são interiores à órbita terrestre, de modo que do nosso ponto de vista, nunca se afastam muito do Sol, principalmente Mercúrio. Não raro, os dois se aproximam no céu fazendo uma conjunção, ou ao entardecer ou ao amanhecer.

Já Júpiter tem uma órbita externa à órbita da Terra e da nossa perspectiva pode ser visto durante a noite toda, quando está em oposição ao Sol. Do nosso ponto de vista, as posições relativas dos planetas nas órbitas fica quase formando uma reta Júpiter, Terra e Sol. Em outras épocas, contudo, Júpiter passa atrás do Sol, quando agora o alinhamento se torna Júpiter, Sol e Terra. Nessa situação, ele é visto muito próximo do Sol, tal qual costuma ser com os planetas interiores.

O que teremos agora no fim de maio é justamente uma aproximação das posições desses três planetas, formando uma conjunção tripla. Uma conjunção deste tipo não é muito comum de acontecer, a última foi em maio de 2011 e a próxima será apenas em outubro de 2015. O calendário de eventos está assim:

23/05: Júpiter e Vênus convergem para menos que 5 graus de distância, mais ou menos, o comprimento do polegar esticado projetado no céu, com o braço esticado também.

24/05: Mercúrio passa por Vênus a uma distância menor que 2 graus ou o equivalente ao diâmetro de 4 Luas Cheias emparelhadas, e já forma um triângulo com Vênus e Júpiter que terá seu menor tamanho dois dias depois.

26/05: Máxima aproximação entre os 3 planetas, formando um triângulo na direção do pôr do Sol. Esta é a configuração mostrada na figura, para as 18 horas, mais ou menos.

27/05: O triângulo começa a se dispersar, mas o show ainda não acabou!

28/05: Vênus passa a uma distância de apenas 1 grau de Júpiter, formando um par espetacular de se observar. Um grau equivale ao diâmetro de duas Luas Cheias lado a lado!! Este é o ato final, depois disso sim, o show se encerra.

O que aconteceria a nós se a Lua deixasse de existir?

Se por acaso a Lua deixasse de existir de uma hora para outra no universo, a vida na Terra mudaria dramaticamente. O efeito imediato seria a baixa das marés oceânicas, pois a interferência do campo gravitacional da Lua é responsável por grande parte do movimento das águas marítimas.

De maneira simplificada, as massas oceânicas sofrem uma aceleração de intensidade quando estão mais próximas do satélite natural. Isso significa que regiões diferentes da superfície terrestre recebem intensidades diferentes de acordo com o posicionamento da Lua e o movimento do satélite em torno do nosso planeta.

Em longo prazo, porém, as consequências de um desaparecimento da Lua seriam muito mais graves. O satélite ajuda a estabilizar o eixo de rotação do nosso planeta dentro de uma inclinação de mais ou menos 23 graus. Isso significa dizer que a Lua define a existência de nossas estações e mantém a temperatura do planeta em níveis moderados.

Na ausência do satélite, a Terra teria um movimento de rotação similar ao de Marte. O Planeta Vermelho apresenta uma variação de eixo de 15 a 35 graus ao longo de dezenas de milhares de anos devido à influência do campo gravitacional de todos os outros planetas do sistema solar. Essa variação provoca climas e temperaturas extremas em sua superfície e pode fazer com o que o gelo que se encontra hoje nos polos se movimente até próximo da faixa central do planeta.

O asteróide 1998 QE2

Um asteróide com nove vezes o tamanho do navio Queen Elizabeth 2 irá passar pela Terra.
Felizmente, a gigantesca rocha espacial não se aproximará a menos de 3,6 milhões de milhas, ou 15 vezes a distância entre a Terra e a Lua.

Depois disso, só deverá voltar às proximidades de nosso planeta dentro de dois séculos.

Coincidentemente, cientistas deram ao asteroide o nome de 1998 QE2. O nome não tem nada a ver com o transatlântico – segue um código utilizado para asteróides recém-descobertos pelo US Minor Planet Center, em Cambridge, Massachusetts, nos EUA.
Calcula-se que o asteróide tenha cerca de 1,7 milha de extensão, ou nove vezes o comprimento do Queen Elizabeth 2.

O astro foi descoberto em 19 de agosto de 1998 pelo programa Lincoln Near Earth Asteroid Research do MIT — Massachusetts Institute of Technology, próximo a Socorro, Novo México.
O objeto fará sua aproximação máxima da Terra às 21h59 do dia 31 de maio de 2013.

O asteróide 1998 QE2

Cientistas planejam mapeá-lo por radar, com um telescópio com um disco de 230 pés de diâmetro no Observatório Goldstone no Deserto Mojave, na Califórnia.
Em 2016 a Nasa irá lançar uma missão robótica com retorno de amostra até um dos potencialmente mais perigosos objetos próximos à Terra, ou (NEOs), o asteróide (101955) Bennu.
O asteróide, com 550 metros de diâmetro, chega a 500.000 quilômetros da Terra a cada seis anos.

Einstein ainda está certo

Astrônomos usaram o Very Large Telescope do ESO e rádio telescópios de todo o mundo para encontrar e estudar um par estelar bizarro, constituído pela estrela de nêutrons de maior massa conhecida até hoje e uma estrela anã branca. Este estranho sistema binário permite testar a teoria da gravitação de Einstein – a relatividade geral – de maneiras que não tinham sido possíveis até hoje. Até agora, as novas observações estão exatamente de acordo com as previsões da relatividade geral e são inconsistentes com algumas teorias alternativas. Os resultados deste estudo serão publicados na revista Science.

Concepção artística do pulsar PSR J0348+0432 e da sua companheira anã branca

Concepção artística do pulsar PSR J0348+0432 e da sua companheira anã branca

O Pulsar recorde leva testes da teoria da relatividade geral a novos limites

O que é gravidade?

A “gravidade” não é energia. É correto dizer que a gravidade é produto de um “efeito” produzido pelo deslocamento da massa no espaço e que se mantém manifestando tal propriedade em relação de parâmetro a um referencial padrão fixo e onipresente do equilíbrio universal de nível cósmico.

Por que a atmosfera do Sol é mais quente que sua superfície?

spicules

Sabemos há algum tempo que a atmosfera do Sol é mais quente do que a própria superfície da estrela, mas o motivo disso é um mistério para os cientistas. Agora, foi descoberto que o motivo pode ser jatos de plasma que saem do Sol em pequenas explosões em uma velocidade de 100 km por segundo.

Bart De Pontieu, do Laboratório Solar e Astrofísico Lockheed Martin Solar, em Palo Alto, na Califórnia, usou dados da Nasa e da missão japonesa Hinode para revelar os jatos, conhecidos como espículas e visíveis na imagem acima. Algumas dessas espículas podem chegar a temperaturas de 999726 graus Celsius.

Modelos anteriores do funcionamento do Sol mostraram que tais jatos poderiam existir, mas ninguém nunca havia medido sua temperatura.

Agora os cientistas estão tentando descobrir o que estimula essas espículas.[NewScientist]

10 descobertas científicas pelas quais deveríamos ser agradecidos

Confira 10 descobertas científicas pelas quais deveríamos ser agradecidos:

1 – VACINAS

Vacinas salvam vidas. Mais de 1.000 anos atrás na China, África e Turquia, as pessoas inocularam-se com pus da varíola para se prevenir a doença. A prática se tornou viral, por assim dizer, em 1796, após o cientista inglês Edward Jenner descobrir que poderia usar o pus de uma forma mais branda de varíola para inocular a doença.

Nos séculos seguintes, os pesquisadores desenvolveram vacinas para doenças mortais como a difteria, tétano, febre tifoide, pólio e sarampo. Hoje, temos até vacinas que protegem contra o vírus do papiloma humano, que causa câncer. O próximo passo são vacinas terapêuticas, que estão sob investigação como um método de estimular o sistema imunológico em pacientes que já estão doentes com hepatite, HIV e câncer.

2 – GERMES CAUSADORES DE DOENÇAS

Durante os anos 1800, provas começaram a surgir de que as doenças não eram causadas por falta de ar ou geração espontânea. Acredite ou não, a ideia de que poderia haver algum tipo de “coisa” causando o contágio era controversa.

Esta controvérsia veio à tona em 1854, quando um surto de cólera atingiu o bairro Soho de Londres com fúria mortal. Nos três primeiros dias da epidemia, 127 pessoas morreram no bairro.

Dentro de semanas, o número de mortos chegou a 500. Mas o médico John Snow entrevistou famílias à procura de um fio condutor comum. Ele encontrou-o em uma bomba de água contaminada, na esquina da Broad Street. Uma vez que o punho da bomba foi removido para que os moradores não pudessem bombear a água, a epidemia parou. Foi preciso ainda vários anos para a comunidade científica aceitar plenamente que as doenças são causadas por germes.

Hoje, os surtos como a SARS (síndrome respiratória aguda grave), a gripe aviária e a gripe H1N1 têm o potencial de se tornarem globais em poucas horas. Obrigada aos epidemiologistas estudando o nível apropriado de resposta a essas ameaças.

3 – RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

O crânio é um osso duro de roer, por isso somos felizes que agora podemos olhar dentro dele sem precisar de uma serra. Neuroimagem é uma das tecnologias mais novas para pesquisadores e médicos.

A tomografia computadorizada e a ressonância magnética (MRI) ajudam profissionais a dar uma boa olhada em tecidos moles, incluindo o cérebro. Com o advento da ressonância magnética funcional, ou fMRI, na década de 1990, pesquisadores foram capazes de observar o cérebro em ação, e descobrir que áreas tornam-se mais ativas durante várias tarefas mentais.

Ressonâncias magnéticas foram usadas para revelar de tudo, da maturidade do cérebro ao efeito de jogos de videogame violentos no cérebro adolescente. As varreduras do cérebro até já entraram como prova em julgamentos de assassinato.

4 – MICROSCÓPIOS

Microscópios foram essenciais para a descoberta da célula – o bloco de construção da vida como a conhecemos. E de que outra forma poderíamos assistir cromossomos se replicarem ou maravilhar-nos com o padrão de mosaico de um olho de mosquito? Sem microscópios, uma parte surpreendente de nosso mundo estaria invisível.

5 – ESTUDO DO PASSADO

Nossa compreensão da vida antiga na Terra através de restos fossilizados remonta ao grego Xenófanes, que, por volta de 750
a.C., reconheceu que moluscos presos em rochas em uma região montanhosa pareciam mariscos do mar.

No entanto, o campo progrediu pouco durante um longo período. No século 11, o naturalista persa, Ibn Sina, propôs uma teoria de fluidos petrificantes. Mas levou mais alguns séculos antes de fósseis e sua relação com a vida passada serem entendidos.

Agora, graças ao progresso constante da ciência, conhecemos muitos fósseis e suas histórias, que nos ajudam a compreender milhares de coisas. A foto acima é de um fóssil com mais de 120 milhões de anos. Cientistas mapearam traços de metais no fóssil para revelar padrões de pigmentação original do espécime.

6 – TELESCÓPIO ESPACIAL HUBBLE

Orbitando 579 quilômetros acima da Terra e pesando até dois elefantes adultos, o Hubble da NASA é um gigante entre gigantes. O telescópio concluiu cerca de 93.500 viagens ao redor do planeta, tirou três quartos de um milhão de fotografias e analisou 24.000 objetos e fenômenos celestes. A cada dia, o telescópio envia 3 a 4 gigabytes de dados para Terra, o suficiente para encher seis CDs.

Hubble tem indiscutivelmente mudado a nossa visão do universo, com realizações como uma das primeiras fotos diretas de um exoplaneta. Com uma exposição de milhões de segundos de duração, suas pesquisas revelaram as primeiras galáxias da chamada “idade das trevas”, o tempo logo após o Big Bang. A foto acima é uma imagem da Nebulosa da Águia, obtida pelo Telescópio Espacial Hubble.

7 – SATÉLITES

O primeiro satélite soviético a entrar em órbita na Terra pode ter dado medo em alguns corações em 1957, mas o mundo do século 21 agora é viciado em sua frota crescente de comunicação, navegação e sensoriamento remoto.
Satélites GPS ajudam os motoristas a encontrar o caminho da mais próxima farmácia, e guiam aviões com milhões de pessoas por todo o mundo.

As pessoas também podem ser gratas pelo rádio via satélite e a televisão via satélite, assim como todos estamos esperando a internet via satélite, carros inteligentes guiados por satélite e outras coisas. Enquanto isso, os satélites de sensoriamento nos dão, talvez, algumas das melhores vistas da Terra até à data.

8 – GRANDE COLISOR DE HÁDRONS

Colisões de velocidade super alta que liberam enormes quantidades de energia e poderiam revelar partículas exóticas, e até mesmo recriar as condições no universo apenas um trilionésimo de segundo após o Big Bang: isso é ciência que qualquer viciado em adrenalina pode amar.

Os segredos da matéria escura, os mistérios da partícula de Deus, e dimensões extras no universo são apenas algumas das exóticas descobertas que os cientistas estão esperando fazer com o Grande Colisor de Hádrons, que fica perto de Genebra. Façanha recente: a criação de pequenos big bangs.

9 – BUSCA POR VIDA ALIENÍGENA

A busca por inteligência extraterrestre (SETI), que oficialmente começou cerca de 50 anos atrás, não encontrou sinais de
homens verdes até agora. Mas ainda há muito a ser grato pelos astrônomos que escutam os sinais de rádio de sistemas estelares que poderiam ser a casa de estrangeiros.

Como um esforço de tentar entender um universo que se estende muito para além da humanidade e sua existência em um planeta rochoso, essas pesquisas nos obrigam a considerar o significado por trás de nossa existência – somos únicos, ou tem vida inteligente em outro lugar?

Alguns especialistas dizem que não vamos encontrar aliens por muitos séculos, e outros preveem que vamos encontrá-los dentro de 25 anos. A foto acima é da matriz do Instituto SETI. Esses telescópios rádios têm vasculhado o cosmos atrás de sinais alienígenas desde 2007.

10 – DORMIR ATÉ TARDE

Em 1999, Charles Czeisler descobriu que os relógios intrínsecos dos seres humanos têm um dia normal de 24 horas e 11 minutos. Claro, há muita variação dentro da população: alguns de nós, com relógios de curta duração, levantam cedo.

Outros dormem razoavelmente, enquanto o resto tem relógios mais lentos, dormindo e acordando mais tarde, os “noturnos”. As corujas entre nós são gratas por esta explicação, porque isso é prova de que querer dormir até tarde não nos faz preguiçosos! O problema está no ditado “Deus ajuda quem cedo madruga”. Qual o problema em recuperar o sono perdido? Nenhum, né?[LiveScience]

5 mitos sobre a lua

Aqui vão 5 concepções erradas sobre a lua, que fazem parte principalmente do folclore dos gringos e tratam de temas tão variados como a loucura e os lunáticos, a fantasia que o pouso lunar foi uma fraude, e como começou toda a história que a lua era feita de queijo.

Crédito: GEAstro

Crédito: GEAstro

LUNÁTICOS, LUNÁTICOS

A palavra “lunático” tem suas raízes na palavra “lunar”, e um bando de gente, de enfermeiras a bombeiros e policiais, garantem que quando é lua cheia, as coisas costumam “esquentar”.

Mas esta cópia barata do mito do lobisomem não se sustenta. Em 1985 foi feita uma pesquisa sobre os momentos das crises mentais e a fase da lua, e se descobriu que o folclore que liga a lua cheia a partos, comportamento criminoso e outros distúrbios, não tem base científica. Da mesma forma, a pesquisa não encontrou ligação entre o resultado de cirurgias e a fase da lua. Porém, seu bichinho de estimação pode precisar de uma visita ao veterinário na lua cheia, mas neste caso parece que a culpa é dos donos, que, por causa da noite iluminada, acabam ficando mais tempo fora de casa com seus bichinhos, aumentando as chances de lesão.

SUPERLUA DAS CATÁSTROFES

A razão de existirem superluas é por que a órbita da lua não é perfeitamente circular. Quando ela está mais perto da Terra por conta da órbita elíptica, ela dá um puxão gravitacional um pouco mais forte à Terra. Mas não é nada que a Terra não consiga dar conta.

As forças de maré sobre a Terra são 42% mais fortes quando a lua está mais perto, o que causa alterações na altura das marés, mas não há nenhum efeito notável sobre terremotos e tsunamis (uma força minúscula aumentada em 42% continua minúscula).

John Bellini, um geofísico que trabalha no U. S. Geological Survey, contou ao Life’s Little Mysteries que “muitos estudos deste tipo foram feitos por cientistas e não foi descoberta nenhuma ligação significativa”.

Curiosamente, o nome “superlua” não é da astronomia, mas da astrologia. Vai entender…

A FRAUDE DO POUSO LUNAR

Nós temos os vídeos. Nós temos as rochas. Nós temos uma dúzia de astronautas que retornaram orgulhosos para a Terra para contar como é caminhar sobre a lua. Mas as teorias conspiratórias dizendo que os pousos lunares foram uma fraude simplesmente não morrem.

Estas teorias conspiratórias são inumeráveis e variadas, indo de alegações que não havia poeira sobre o apoio da Apolo 11 e que por isto tudo deve ter acontecido dentro de um estúdio de som, a teorias sobre amostras de rochas serem falsificadas.

Não adianta observar que na lua não há atmosfera e a gravidade é menor e por isto os grãos de poeira se comportam diferente, ou então que as amostras tem sido examinadas por cientistas do mundo inteiro, que inclusive conseguem apontar microcrateras causadas pelo impacto de micrometeoritos, e que a proporção de isótopos não pode ser forjada.

Por mais infundadas que sejam, as teorias conspiratórias podem ser frustrantes para todos aqueles que arriscaram suas vidas para chegar à lua. Em 2002, Bart Sibrel levou um merecido soco do septuagenário Buzz Aldrin, depois de perseguir o astronauta chamando-o de “covarde” e “mentiroso”, exigindo que ele jurasse sobre a Bíblia que tinha pousado na lua.

QUEIJO VERDE?

Não é que a gente precise explicar que a lua não é feita de queijo, mas estamos aqui para explicar o mito que alguém algum dia acreditou: que a lua fosse feita de queijo verde. Este mito do queijo parece ter começado com um par de versos sardônicos do poeta inglês John Heywood (1497-1580) que escreveu “Ye set circumquaques to make me beleue/ Or thinke, that the moone is made of gréene chéese.” (“Vocês fizeram de tudo para me fazer crer/Ou pensar, que a lua é feita de queijo verde”).

Em outras palavras, a primeira menção que se tem da lua ser feita de queijo verde era na verdade fazendo piada da ideia de que alguém acreditaria que a lua fosse feita de queijo verde. Aparentemente, o poeta Heywood subestimou as crianças americanas do século 20. Um estudo publicado em 1920 no American Journal of Psychology entrevistou crianças pequenas sobre suas crenças acerca da lua e descobriu que a explicação mais comum para ela era de que era feita de queijo. Outras teorias incluiam trapos, Deus, papel amarelo, e “pessoas mortas que se unem em círculo de luz”.

A AMÉRICA DA GUERRA FRIA ERA LOUCA PELA LUA

Atualmente, as pessoas lembram os anos da corrida espacial de 1950 e 1960 como sendo uma época em que a NASA tinha extenso apoio público. Na verdade, o apoio para a exploração lunar na época era próximo do que é visto hoje.

Durante o programa Apollo, de 45% a 60% dos americanos acreditavam que o governo estava gastando dinheiro demais nos voos espaciais, de acordo com um estudo publicado em 2003 no periódico Space Policy. Pesquisas de opinião nos anos 1960 colocavam as missões espaciais no topo dos programas que os americanos gostariam que fossem cortados, conforme descobriu o pesquisador e historiador Roger Launius.

“O público nunca teve muito entusiasmo sobre a exploração lunar, especialmente em relação aos custos associados à mesma”, aponta Lanius. O pouco entusiasmo foi se apagando com o tempo, “até que ao final do programa Apolo, em dezembro de 1972, o programa passava a imagem de um maratonista claudicante, forçando todos os músculos para alcançar a linha de chegada antes de desmaiar”.[LiveScienceSpace.com,Space.com II]

Matéria Escura

É invisível no espaço, pois não emite nem espalha luz ou radiação eletromagnética, mas a ciência infere sua existência pelo modo como a matéria visível se comporta no vácuo espacial.
Quando os cientistas observam a forma com que estrelas e as galáxias se movem, há algo inusitado. Segundo as leis da física, as estrelas, planetas e corpos de uma galáxia deveriam se movimentar mais lentamente à medida em que se afastam do centro dela. Mas isso não acontece na prática.
Para que as equações da física façam sentido, é preciso que exista alguma força empurrando o amontoado de poeira, gás, estrelas e planetas da periferia das galáxias em velocidades semelhantes a de corpos que estão mais próximos do núcleo. Essa força adicional é a matéria escura.

Extraído de http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-encontram-indicios-de-materia-escura-no-espaco

Fatos históricos em Astronomia ocorridos entre os dias 17 e 19 de abril

17/ABR/1598 – Nasce Giovanni Riccioli, astrônomo italiano que estudou extensivamente a Lua e foi a primeira pessoa a medir a aceleração de um corpo em queda livre.
17/ABR/1970 – Após dias de aflição, a Apollo 13 regressa a salvo à Terra.

18/ABR/1955 – Morre o físico Albert Einstein.

19/ABR/1971 – A União Soviética lança a primeira estação espacial, a Salyut 1

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 07 de abril

7/ABR/1968 – Lançada a sonda Luna 14, missão soviética para sobrevoar a Lua.
– 7/ABR/1983- Durante a missão STS-6, os astronautas Story Musgrave e Don Peterson fazem o primeiro passeio espacial saindo do ônibus espacial.
– 7/ABR/1991 – Ativado o Observatório de Raios Gama Compton.
– 7/ABR/2001 – Primeiro voo bem sucedido do foguete Proton M.
-7/ABR/2001 – Lançada a sonda Mars Odyssey, com o objetivo de mapear os elementos marcianos e os minerais, procurar água e analisar o ambiente da radiação.

19/ABR/1971 – A União Soviética lança a primeira estação espacial, a Salyut 1

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 05 de abril

6/ABR/1890 – Nasce Andre-Louis Danjon, astrônomo francês que elaborou uma escala para medir a obscuridade de um eclipse da Lua.
6/ABR/1905 – Descoberto o asteroide 563 Suleika por Paul Gotz.
6/ABR/1965 – Lançamento do Early Bir (Intelsat 1), o primeiro satélite de telecomunicações a ser colocado em órbita geossíncrona.
6/ABR/1973 – Lançamento da Pioneer 11.
6/ABR/1993 – Cientistas da NASA, usando o Explorador Ultravioleta Internacional (IUE), descobrem provas diretas de que as estrelas supergigantes vermelhas terminam a sua existência em explosões massivas conhecidas como supernovas. A 12 milhões de anos-luz de distância, na galáxia conhecida como M81, o Tipo II de supernova foi designado SN 1993J, a décima supernova do ano.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 05 de abril

5/ABR/1973 – Lançada a sonda Pioneer 11 (missão de sobrevoo aos planetas Júpiter e Saturno).
5/ABR/1990 – Lançado o primeiro foguete Pegasus.
5/ABR/1991 – Lançado o observatório Compton de Raios Gama.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 04 de abril

4/ABR/1688 – Nasce Joseph-Nicolas Delisle (1688-1768), astrônomo e geógrafo francês que trabalhou na difração da luz solar e observações dos trânsitos de Vênus e Mercúrio pelo disco solar. Contratou Charles Messier como seu asistente.
4/ABR/1930 – Fundada a American Rocket Society.
4/ABR/1968 – Lançada a Apollo 6, último teste de voo do foguete Saturno V.
4/ABR/1983 – O ônibus espacial Challenger faz o seu voo inaugural no espaço (STS-6).
4/ABR/1996 – O cometa Hyakutake é observado pela missão NEAR.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 03 de abril

3/ABR/1969 – Lançada a sonda Mariner 7
3/ABR/1973 – Lançada a Salyut 2, segunda estação espacial da União Soviética
3/ABR/1984 – O líder de esquadrão Rakesh Sharma é lançado a bordo de um Soyuz T-11, tornando-se o primeiro indiano no espaço.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 29 de março

29/MAR/1807 – Vesta, o asteroide mais brilhante do Sistema Solar, é descoberto por Olbers 29/MAR/1974 – Primeiro sobrevoo em Mercúrio pela sonda Mariner 10.
29/MAR/1998 – 14o sobrevoo à lua Europa pela sonda Galileo

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 27 de março

27/MAR/1845 – Nasce Wilhelm Conrad Roentgen. Descobriu, em 1895, a radiação eletromagnética de onda curta que se conhece com o nome de Raios X, que exerceu grande influência em posteriores descobrimentos.
27/MAR/1969 – Lançada a sonda Mariner 7.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 23 de março

23/MAR/1749 – Nasce Pierre Simon de Laplace, matemático francês, desenvolvidor do sistema métrico decimal e da teoria nebular de origem do Sistema Solar.
23/MAR/1829 – Nasce Norman Pogson, astrônomo britânico, estabeleceu a proporção entre magnitudes estelares (2,512 vezes), conhecida como a relação de Pogson.
23/MAR/1837 – Nasce Richard Proctor, astrônomo inglês. Elaborou um detalhado mapa da superfície de Marte (1867). Primeiro a sugerir que as crateras lunares eranm resultado de impactos meteóricos e não de vulcões como se acreditava (1873).
23/MAR/1840 – Tirada a primeira fotografia (daguerreótipo) da Lua.
23/MAR/1912 – Nasce Wernher Von Braun. Foi um importante pioneiro no desenvolvimento dos foguetes e da exploração espacial entre os anos 30 e 70.
23/MAR/1965 – Os EUA lançam a Gemini 3 até à órbita da Terra transportando os astronautas Virgil (Gus) Grissom e John W. Young. Grissom e Young orbitaram a Terra três vezes. A nave Gemini era maior que as cápsulas Mercury, com um peso de 4,200 kg, e transportava dois astronautas em vez de um. A Gemini 3 era a primeira missão tripulada do programa Gemini, depois de dois testes de voo não-tripulados.
23/MAR/2001 – A estação Mir, com 15 anos, é removida da órbita e trazida até à Terra num espectáculo de fogo e fumaça, para descansar nas profundezas do Oceano Pacífico Sul, perto das Ilhas Fiji.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 21 de março

21/MAR/1866 – Nasce Antonia Maury, astrônoma americana, especialista em estrelas variáveis espectroscópicas.
21/MAR/1901 – Observada a primeira nova brilhante do século XX. É também a primeira a ser estudada espectralmente e fotometricamente, atingindo uma magnitude de 0,2 a 23 de Fevereiro. O astrônomo amador T. D. Anderson foi o seu primeiro observador. Durante o declínio do brilho, mais ou menos 100 dias, este flutuou com um período de 4 dias e uma amplitude de magnitude e meia.
21/MAR/1924 – Nasce Halton Arp, astrônomo americano, especialista em quasares e galáxias, em particular, por sua coleção de 338 galáxias raras: “Peculiar galaxy atlas” <Arp> (1966).
21/MAR/1965 – Lançamento da sonda Ranger 9, missão americana para impactar a Lua.

Efemérides em 21 de março de 2013

– Efemérides físicas do Sol; Po=-25,28° Bo=-7,02° Lo= 6,68°. Rotação de Carrington # 2134
– Meridiano Central de Marte, 00 UTC; 157,0°
– Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 1:00, 10:56, 20:52 UTC.
– Cometa 273P/Pons-Gambart em sua máxima proximidade da Terra a 1,207 ua. …
– Asteroide 7462 Grenoble em sua máxima proximidade da Terra a 1,244 ua.
– Asteroide 11277 Ballard em sua máxima proximidade da Terra a 1,773 ua.
– Asteroide 25000 Astrometria em sua máxima proximidade da Terra a 1,912 ua.
– Máximo previsto da estrela variável R Pavonis
– Máximo previsto da estrela variável S Cephei
– Mínimo previsto da estrela variável R Serpentis
– Mínimo previsto da estrela variável Z Scorpii
– Mínimo previsto da estrela variável R Cygni
– Mínimo previsto da estrela variável T Pavonis

Efemérides em 20 de março de 2013

– EQUINÓCIO VERNAL / EQUINÓCIO DE MARÇO (HS=Outono;HN=Primavera)  (11:01 UT; 08:01 horário de Brasília)
—–
– Máximo Chuva de Meteoros Theta Virginídeos (THZ < 3 met/h)
—–
– Meridiano Central de Júpiter, Sistema II, 00 UTC; 2,9°
– Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 5:08, 15:04 UTC.
– 0:06.4 UTC. Trânsito da lua Europa pelo disco de Júpiter. Egresso
– 0:07.5 UTC. Trânsito da sombra da lua Europa pelo disco de Júpiter. Ingresso
– 0:38.1 UTC. Eclipse da lua Ganimedes pelo disco de Júpiter. Desaparecimento
– 2:09.5 UTC. Eclipse da lua Io pelo disco de Júpiter. Reaparecimento
– 2:33.7 UTC. Trânsito da sombra da lua Europa pelo disco de Júpiter. Egresso
– 3:05.0 UTC. Eclipse da lua Ganimedes pelo disco de Júpiter. Reaparecimento
– 23:23.6 UTC. Trânsito da sombra da lua Io pelo disco de Júpiter. Egresso.
—–
– Cometa P/2012 B1 (PANSTARRS) em oposição a 2,898 ua.
—–
– Asteroide 2010 SE em passagem muito próxima da Terra a 0,073 ua.
– Asteroide 325102 (2008 EY5)  em passagem muito próxima da Terra a 0,083 ua.
– Asteroide 2006 GX2 em passagem muito próxima da Terra a 0,096 ua.
– Asteroide 1489 Attila em sua máxima proximidade da Terra a 1,743 ua.
—–
– Previsão de máximo da estrela variável R Phoenices
– Previsão de mínimo da estrela variável U Arae
– Previsão de máximo da estrela variável RS Cygni
– Previsão de máximo da estrela variável V Cygni
—–

Fatos históricos envolvendo Astronomia ocorridos em 20 de março

20/MAR/1727 –  Morre Isaac Newton, inventor, matemático, físico, alquimista, filósofo,… Escreveu a Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, de onde descreveu a lei da gravitação universal e estabeleceu as bases da mecânica clássica.
20/MAR/1916 – A Teoria da Relatividade Geral é publicada.
20/MAR/1964 – Fundada a ESRO (European Space Research Organization). Esta agência foi o primeiro passo para a criação da ESA (Agência Espacial Europeia).

Fatos históricos envolvendo Astronomia ocorridos em 19 de março

19/MAR/1915 – Plutão é fotografado pela primeira vez, mas não é identificado como planeta.
19/MAR/1990 – Sobrevoo a Lua pela sonda japonesa Hiten.

Fatos históricos para Astronomia ocorridos em 11 de março

11/MAR/1811 – Nasce Urbain Le Verrier, que previu a existência de Netuno, o que mais tarde levou à sua descoberta.
11/MAR/1897 – Um meteorito entra na atmosfera sobre New Martinsville (West Virgínia) tendo-se estilhaçado sobre esta cidade, com muitos danos físicos.

Efemérides do dia 11 de março de 2013

– LUA NOVA, em Aquário
– Vênus a 6° ao sul da Lua, em Aquário
– Trânsito da Grande Mancha Roja pelo Meridiano Central de Júpiter: 2:31, 12:27, 22:23 UTC
– Asteroide 4690 Strasbourg em sua máxima proximidade da Terra a 1,137 ua.
– Asteroide 426 Hippo em sua máxima proximidade da Terra a 1,639 ua.
Asteroide (156) Xanthippe oculta estrela de 11a. magnitude (BRASIL, EQUADOR)
– Mínimo previsto da estrela variável R Librae
– Mínimo previsto da estrela variável RW Lyrae
– Manobra de ajuste orbital da sonda Cassini (OTM-344)

Fatos históricos para Astronomia ocorridos em 09 de março

9/MAR/1451 – Nasce Américo Vespúcio, cosmógrafo florentino. Em sua homenagem o geógrafo Waldssemüller denominou “América” ao Novo Continente (1507).
9/MAR/1564 – Nasce David Fabricius, descobridor da primeira estrela variável (Mira, ou Ômicron Ceti).
9/MAR/1934 – Nasce Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar ao espaço (cápsula Vostok 1, em 12 de abril de 1961).
9/MAR/1961 – Lançado com sucesso o Sputnik 9, que transporta um boneco humano com a alcunha de Ivan Ivanovich, e demonstra que a União Soviética está pronta para os voos espaciais tripulados.
9/MAR/1974 – Voo rasante da sonda soviética Mars 7 por Marte.
9/MAR/1986 – Sobrevoo da nave espacial Vega 2 ao cometa Halley.
9/MAR/1997 – Observadores na China, Mongólia e partes da Sibéria têm a rara oportunidade de ver um espetáculo duplo: um eclipse permite ver o cometa Hale-Bopp durante o dia.
9/MAR/2011 – O Ônibus espacial Discovery faz o seu pouso final após 39 voos.

Fatos históricos para Astronomia ocorridos em 08 de março

8/MAR/1804 – Nasce Alvan Clark, óptico norteamericano, fabricante da lente de 40 polegadas do Observatório de Yerkes.
8/MAR/1866 – Nasce Pyotr Lebedev, físico russo que demonstrou experimentalmente a diminuta presão que exerce a luz sobre os corpos em que incide. Também investigou a origem do magnetismo terrestre em relação ao movimento de rotação.
8/MAR/1914 – Nasce Yakov Zeldovich, astrofísico bielorruso, co-descobridor do chamado Efeito Sunyaev-Zeldovich (SZE) que produz um deslocamento ao azul quando interage a radiação cósmica de fundo com elétrons livres.
8/MAR/1905 – Descoberto o asteroide 559 Nanon, por Max Wolf.
8/MAR/1977 – Descobertos os anéis de Urano.
8/MAR/1986 – Sobrevoo da nave espacial Susei ao cometa Halley.
8/MAR/1999 – Começa a primeira fase de mapeamento de Marte pela sonda Mars Global Surveyor.

Fatos históricos para Astronomia ocorridos em 07 de março

7/MAR/1792 – Nasce John Herschel, matemático e astrônomo inglês, filho do astrônomo William Herschel. Popularizou o uso da data juliana na Astronomia e inventou a cianotipia. Cunhou os termos “fotografia”, “negativo”, “positivo”. Pôs nome a mais de 10 satélites naturais (Saturno e Urano) e com 24 anos construiu seu próprio telescópio refletor de 18”, descobrindo vários sistemas binários, nebulosas e aglomerados.
7/MAR/1837 – Nasce Henry Draper, o primeiro a fotografar o espectro estelar. Um importante catálogo de espectros estelares tem o seu nome.
7/MAR/2009 – Lançado o observatório espacial Kepler, desenhado para descobrir planetas tipo-Terra em órbita de outras estrelas.

Fatos históricos ocorridos em 06 de março

6/MAR/1475 – Nasce Michelangelo, pintor italiano do Renascimento.
6/MAR/1787 – Nasce Joseph Fraunhofer, pioneiro da análise espectral e descobridor das raias de absorção.
6/MAR/1927 – Nasce Valentina Tereshkova, primeira mulher a viajar ao espaço.
6/MAR/1986 – Sobrevoo da nave espacial Vega 1 ao cometa Halley. A sonda fez as primeiras imagens de um núcleo cometário.
6/MAR/2005 – Morre Hans Albrecht Bethe, físico americano. Recebeu em 1967 o Prêmio Nobel de Física por descobrir a nucleossíntese estelar.

Efemérides do dia 06/03/2013

– Efemérides físicas do Sol; Po=-22,73° Bo=-7,25° Lo= 204,37°. Rotação de Carrington # 2134
– Lua em Sagitário, alinhada entre Kaus Borealis (Lambda Sagittarii) e M25.
– Mercúrio 5,3° de Vênus, em Aquário
– Planeta-anão Ceres 23’ Sul de Elnath (Beta Tauri)
– Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 3:31, 13:26, 23:22 UTC.

– A Lua Oculta Plutão (visível no Oceano Pacífico)  http://asa.usno.navy.mil/cgi-bin/occnwdo.cgi?dir=2013%2Foccns&file=occn.2013Mar06.Pluto&body=Pluto
– A Lua oculta a estrela μ Sco (mag. 3,8) visível na Escandinávia e Grã-Bretanha  http://www.lunar-occultations.com/iota/bstar/0306zc2633.htm
– Asteroide (372) Palma oculta estrela de 12a. magnitude (BRASIL, COLOMBIA, EQUADOR)
http://www.asteroidoccultation.com/2013_03/0306_372_29547.htm
– Máximo previsto da estrela variável Y Delphini
– Mínimo previsto da estrela variável U Ceti
– Mínimo previsto da estrela variável X Coronae Borealis
– Manobra de ajuste orbital da sonda Cassini (OTM-343)

Cometas descobertos

C/2013 D1 (HOLVORCEM) <<<< Brasileiro http://www.minorplanetcenter.net/mpec/K13/K13D41.html

Fatos Históricos em Astronomia, ocorridos em 05 de Março

5/MAR/1512 – Nasce Gerardus Mercator, famoso cartógrafo
5/MAR/1979 – Observado o primeiro flare de raios gama de magnetars
5/MAR/1979 – A sonda Voyager faz sua maior aproximação de Júpiter a 206.700 km de suas nuvens.

Efemérides do dia 05 de março de 2013

‎- Lua no perigeu (distância: 369.957 Km)
– Lua em Sagittarius alinnhada ao norte com M8 e M20, e ao sul de M23.
– Lua en máxima declinação Sul. 5/MAR -Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 7:39, 17:35 UTC.
– 1:02.7 UTC. Trânsito da sombra da lua Io pelo disco de Júpiter. Egresso.
– Cometa C/2011 L4 (PANSTARRS) em sua máxima proximidade da Terra a 1,097 ua.
– Asteroide 38086 Beowolf em sua máxima proximidade da Terra a 1,596 ua.
– Asteroide 1071 Brita em sua máxima proximidade da Terra a 1,771 ua.
– Asteroide 697 Galilea em sua máxima proximidade da Terra a 2,352 ua. 5/MAR – Asteroide 2041 Lancelot em sua máxima proximidade da Terra a 2,387 ua.
– Asteroide 4321 Zero em sua máxima proximidade da Terra a 2,728 ua.
– Mínimo previsto da estrela variável RZ Carinae

Curiosidades sobre os anéis de Saturno

Os anéis de Saturno são formados por uma miríade de cristais de gelo e rocha, pequenos como grãos de arroz ou grandes como uma casa. Toda a  estrutura tem cerca de 275 mil quilômetros de largura, mas não  ultrapassa 1 km de espessura.

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O brilho dos anéis é devido ao  reflexo da luz nos cristais de gelo. Sua estabilidade é garantida, em  parte, pelos satélites pastores, que desempenham complexas relações de  equilíbrio. Mimas, por exemplo, é responsável pela falta de matéria na  divisão de Cassini, e Pan, pela divisão de Encke.
A origem dos  anéis não está plenamente esclarecida: caso tenham sido formados junto  ao planeta não são um sistema estável e o material precisará ser reposto periodicamente, ou desaparecerão um dia.

Fatos históricos de Astronomia ocorridos em 14 de novembro

14/NOV/1969 – Lançamento da Apollo 12 no Centro Espacial Kennedy. A segunda aterragem lunar teve lugar no Oceano das Tempestades, perto do local de aterragem da Surveyor 3.

14/NOV/1999 – Primeira confirmação de um exoplaneta ao redor de uma estrela da sequência principal

14/NOV/2003 – Os astrônomos Michael E. Brown, Chad Trujillo e David L. Rabinowitz descobrem 9033 Sedna, um objecto trans-Netuniano (TNO).

14/NOV/2008 – Confirmado o primeiro registro de um exoplaneta ao redor da estrela Fomalhaut.

Fatos históricos em Astronomia ocorridos em 23 de outubro

23/OUT/1822 – Nasce Friederich Wilhelm Gustav Spörer, heliofísico alemão que compartilhou o crédito com o inglês Carrington pelas descobertas da rotação diferencial da superficie do Sol. Descobriu as variações na latitude das manchas solares ao largo do ciclo de atividade, conhecida como a Lei de Spörer (1861).

23/OUT/1885 – Primeira fotografia de uma chuva de meteoros

23/OUT/1977 – Meteosat 1 torna-se o primeiro satélite produzido pela Agência Especial Europeia (ESA) a orbitar o planeta.

Fatos históricos de Astronomia ocorridos nos dias 20, 21 e 22 de outubro

20/OUT/1632 – Nasce Christopher Wren, professor de Astronomia em Gresham College que produziu grandes desenvolvimentos nas leis do movimento. Isaac Newton se apoiou em seu trabalho para elaborar sua teoria.
20/OUT/1905 – Max Wolf descobre o asteroide 577 Rhea
20/OUT/1970 – Lançada a sonda Zond 8 (missão soviética de sobrevoo à Lua
20/OUT/1972 – Morre o astrônomo Harlow Shapley, que estudou intensamente as propriedades da Via Láctea.
21/OUT/1833 – Nasce Alfred Nobel, físico e industrial sueco, inventor da dinamite (1867).
21/OUT/1897 – Fundado o Observatório de Yerkes.
21/OUT/1955 – O cometa Ikeya-Seki aproxima-se do periélio, passando a 450.000 km do Sol.
21/OUT/2003 – Foram tiradas as imagens do planeta anão Éris que conduziram à sua descoberta subsequente feita pelos astrônomos Michael E. Brown, Chad Trujillo e David L. Rabinowitz.

22/OUT/2136 a.C. –  Na China, primeiro registro de um eclipse do Sol
22/OUT/1922 – Emissão da primeira circular da União Astronômica Internacional.
22/OUT/1966 – A União Soviética lança a Luna 12.
22/OUT/1968 – A Apollo 7 pousa com sucesso no Oceano Atlântico após orbitar a Terra 163 vezes.
22/OUT/1975 – A sonda soviética Venera 9 pousa em Vênus, enviando as primeiras imagens da superfície de outro planeta
22/OUT/1999 – Aproximação máxima da Terra pelo asteróide 1989 VA (0,1993 UA).
22/OUT/2008 – A Índia lança a sua primeira missão lunar não-tripulada, a Chandrayaan-1.

EFEMÉRIDES 20 a 22/OUTUBRO DE 2012:

20/OUT
– ARES X ANTARES – Marte a 4° ao norte de Antares (Alpha Scorpii).
– Planeta-anão Plutão a 0° 04′ da Lua.
– Lua oculta Plutão (visível Sul da África e Oceano Índico) http://asa.usno.navy.mil/cgi-bin/occnwdo.cgi?dir=2012%2Foccns&file=occn.2012Oct20.Pluto&body=Pluto.
– Meridiano Central de Júpiter, Sistema II; 00 UTC: 351,2°
– Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 5:18, 15:13 UTC.
– 2 48.8 UTC – Ocultação da lua jupiteriana Europa. Reaparecimento.
– Asteroide (5) Astraea a 6° 40′ de Mercúrio.
– Estrela variável Delta Cephei alcança seu brilho mínimo.21/OUT
– Início do Horário Brasileiro de Verão.
– MÁXIMO CHUVA DE METEOROS ORIONÍDEOS (THZ > 25 met/h).
– Asteroide/Protoplaneta (4) Vesta Estacionário.
– TNO (90377) Sedna em Conjunção.
– Objeto do Cinturão de Kuiper (KBO) 15760 (1992 QB1) em Oposição a 40,160 U.A.
– Meridiano Central de Marte; 00 UTC: 209,5° .
– Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 1:09, 11:04, 21:00 UTC.
– Cometa P/2006 U5 (Christensen) em sua máxima proximidade da Terra a 2,032 U.A.
– Previsão de máximo da estrela variável SS Ophiuchi.
– Estrela variável Lambda Tauri alcança seu brilho mínimo
– Estrela variável Algol (Beta Persei) alcança seu brilho mínimo.
– Estrela variável Delta Librae alcança seu brilho mínimo.
Asteroide (194) Prokne oculta estrela de 12a. magnitude (COLOMBIA, PERU, CHILE)
http://www.asteroidoccultation.com/2012_10/1021_194_26978.htm

Asteroide (897) Lysistrata oculta estrela de 10a. magnitude (EQUADOR)
http://www.asteroidoccultation.com/2012_10/1021_897_28146.htm
Ocultação de ρ Sgr (mag 3,9) pela Lua (Sudeste Ásia, Noroeste Austrãlia)
http://www.lunar-occultations.com/iota/bstar/1021zc2826.htm
22/OUT
– LUA EM QUARTO CRESCENTE, em Capricórnio.
– TNO (90377) Sedna Estacionário.
– Máximo previsto da estrela variável X Delphini.
– Estrela variável Sheliak (Beta Lyrae) alcança seu brilho mínimo.
– Asteroide 2012 TP231 em passagem muito ptóxima da Terra a 0,015 U.A.
– Asteroide 2008 CT1 em passagem muito ptóxima da Terra a 0,067 U.A.
– Asteriide 6779 Perrine em sua máxima proximidade da Terra a 1,391 U.A.
Asteroide (1614) Goldschmidt oculta estrela de 11a. magnitude (PERU)
http://www.asteroidoccultation.com/2012_10/1022_1614_31501.htm.
Ocultação de β Cap (mag.3,1) pela Lua (Sudeste Ásia)  http://www.lunar-occultations.com/iota/bstar/1022zc2969.htm.

Chuva de meteoros

Neste final de semana (20 e 21 de outubro) haverá o máximo da chuva de meteoros Orionídeos. Algumas fontes informam o máximo na madrugada de sábado para domingo, outros na madrugada seguinte (domingo para segunda). essa chuva, além de ser das mais intensas do ano, pode ser visualizada por qualquer um do território nacional, ao contrário das Perseidas, Leonídeos e Draconideos.

Além disso podemos destacar:   – Será num final de semana;  – Coincide com o início do horário de verão;  – O radiante da chuva fica próximo das 3 Marias, o que facilita a localização por parte do público iniciante;  – Não vai ter Lua para incomodar;  – Não precisa correr atrás de instrumentos para observação

Fatos históricos de Astronomia ocorridos em 05 de outubro

5/OUT/1864 – Nasce Louis Jean Lumiere, fotógrafo francês que com seu irmão Auguste Lumiere inventou o cinematógrafo.
5/OUT/1882: Nasce Robert Goddard, físico americano, pioneiro do lançamento de foguetes com combustível líquido.
5/OUT/1923 – Descoberta a primeira variável cefeida em M31 por Edwin Hubble, o que permitiu estabelecer que as nebulosas espirais eram sistemas estelares independentes da Via Láctea.
5/OUT/1962 – É fundado o Observatório Europeu do Sul, ESO.

Efemérides em 05 de outubro

‎5/OUT – Lua alcança sua máxima declinação Norte (+21° 01′).
5/OUT – Aldebaran (Alpha Tauri) a 4° S da Lua.
5/OUT – Júpiter a 0,9° N da Lua.
5/OUT – Mercúrio a 3° de Saturno, em Virgem.
5/OUT – Máximo Chuva de Meteoros Cetídeos de Outubro (THZ < 4 met/h).
5/OUT – Meridiano Central de Marte; 00 UTC: 5,9°.
5/OUT – Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 7:55, 17:51 UTC.
5/OUT – Ocultação de Júpiter pela Lua (visível no sul Australia e Antarctica)
http://www.lunar-occultations.com/iota/planets/1005jupter.htm.
http://asa.usno.navy.mil/cgi-bin/occnwdo.cgi?dir=2012%2Foccns&file=occn.2012Oct05.Jupiter&body=Jupiter.
5/OUT – Estrela variável Delta Librae alcança seu brilho mínimo.
5/OUT – Estrela variável Lambda Tauri alcança seu brilho mínimo.

Fatos astronômicos históricos em 04 de outubro

4/OUT/1562 – Nasce Christian Sorensen – Longomontanus – astrônomo dinarmaquês, assistente de Tycho Brahe.
4/OUT/1957 – Lançado o Sputnik 1, primeiro satélite artificial da Terra.
4/OUT/1959 – Lançado o Little Joe 1. Alcançou uma altura de 17 Km.
4/OUT/1959 – Lançado o Luna 3, sonda soviética para sobrevoar a Lua.
4/OUT/2004 – Terceiro voo privado tripulado do SpaceShipOne.
4/OUT/2007 – A sonda espacial japonesa Kaguya (Selene 1) entra na órbita lunar.

Efemérides em 04 de outubro

4/OUT – Lua no Apogeu (405.160 Km), em Touro
4/OUT – Lua no Nodo Descendente de sua órbita.
4/OUT – Lua a 4° 24′ das Plêiades (M45)
4/OUT – Máximo Chuva de Meteoros Cygnideos de Outubro (THZ < 2 met/h)
4/OUT – Júpiter Estacionário, em Touro
4/OUT – Meridiano Central de Júpiter, Sistema II; 00 UTC: 105,4°
4/OUT – Trânsito da Grande Mancha Vermelha pelo Meridiano Central de Júpiter: 2:09, 12:04, 22:00 UTC.
4/OUT – 3 50.9 UTC. Trânsito da lua jupiteriana Europa. Egresso.
4/OUT – Algol (Beta Persei) alcança seu brilho mínimo
4/OUT – Cometa 260P/McNaught em sua máxima proximidade da Terra a 0,584 U.A.
4/OUT – Lançamento do satélite GPS 2F-3 num foguete Delta 4M.
4-10/OUT – World Space Week (Semana Mundial do Espaço)
http://www.worldspaceweek.org/wsw/index.php

Ocultação de Júpiter pela Lua em 8 de setembro

No dia 8 de setembro o planeta Júpiter será ocultado pela Lua, com
previsão de visibilidade na América do Sul.
– Maiores detalhes no blog Sky and Observers
Notícia no site Earthsky.org (em inglês)
Mapa de abrangência da ocultação (Astronomical Almanac)
– Mapa de abrangência – Sky & Telescope, com tabela horária por localidade
– Previsão de transmissão no site Astronomy Live

Artigo “Astronomia no Portal do Professor”

A edição agosto/outubro 2012 da revista Pátio Ensino Fundamental, foi publicado um artigo na sessão Inclusão Digital sobre o ensino de Astronomia no Portal do Professor. Esse artigo é assinado pela equipe do Projeto Astronomia & Astronáutica na Escola, por Norma Teresinha, Tina Andreolla, Cleovan Porto, Marcelo Oliveira e Nilson Santos.
Acesse www.revistapatio.com.br e conheça a revista. by Nilson Santos

Neil Armstrong – In Memoriam (05 de agosto de 1939 – 25 de agosto de 2012) 

“Um pequeno passo para um homem. Um grande salto para a humanidade”

O homem que eternizou esta frase, acaba de nos deixar para sempre. Porém, seu legado jamais perecerá. Apenas lamento, junto com ele, que o grande salto foi transformado em descaso e atraso na colonização da Lua e até de Marte. Tomara que morte reacenda a discussão e nos leve de volta aos anos gloriosos das missões lunares tripuladas.

Saiba mais sobre Neil Armstrong em http://hypescience.com/neil-armstrong-in-memoriam/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

O corpo se foi, mas o legado permanecerá para sempre.

by Nilson Santos

3ª Caminhada espacial de 2012 está prevista para 30 de agosto

A caminhada espacial, programada para começar às 07h15 do dia 30 de agosto, contará com engenheiro de vôo da NASA Sunita Williams e com o  engenheiro de vôo  da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão Akihiko Hoshide. A dupla vai vestir trajes espaciais extraveiculares dos EUA   para a caminhada espacial norte-americana pela primeira vez desde julho de 2011. Será uma excursão de seis horas e meia. A caminhada será transmitida pela TV NASA que poder ser acessada pelo link http://www.nasa.gov/ntv

2º Passeio espaciais da Estação Espacial Internacional em 2012

Os cosmonautas russos Guennadi Padalka e Yuri Malenchenko concluíram com sucesso os trabalhos fora da Estação Espacial Internacional, nesta terça-feira, 21, segundo informação de um porta-voz do Centro de Controle de Voos Espaciais.  A caminhada espacial teve o objetivo de, entre outras coisas, proteger a Estação Espacial Internacional (ISS) de uma possível colisão com meteoros.  A saída da ISS atrasou quase uma hora e por isto a caminhada durou menos que as 6 horas e 23 minutos previstas. Durante a saída da Estação Espacial Internacional, Padalka e Malenchenko lançaram o microssatélite de pesquisa Sfera e instalaram novos painéis e proteção contra meteoritos no módulo Zvezda. Além disso, os cosmonautas recolheram amostras biológicas para testes científicos de radiação cósmica. Fonte: Diário da Rússia

Primeira caminhada espacial de 2012

Foi realizada em 16 de fevereiro de 2012 pelos cosmonautas russos, Anton Shkapleroy e Oleg Kononenko. O principal objetivo da operação era instalar painéis protetores adicionais no compartimento de trabalho do módulo de serviço russo Zvezda contra micrometeoritos. Durante seis horas, os engenheiros de voo moveram o compartimento do módulo Pirs em preparação para uma substituição em 2012, com um novo laboratório e módulo de ancoragem. A dupla também moveu um segundo guindaste manualmente para futura montagem e manutenção. Kononenko e Shkaplerov fizeram uma instalação que irá investigar a influência do espaço sobre as propriedades mecânicas dos materiais. Além disso, coletaram uma amostra da parte debaixo do Zvezda para procurar sinais de organismos vivos.
Fonte: Info Exame

Estação Espacial Internacional e sua Tripulação

Se você quer acompanhar tudo o que acontece na Estação Internacional Espacial e obter informações sobre sua tripulação, visite o site http://www.nasa.gov/station

Monitoramento de Asteroides

É possivel monitorar a aproximação de asteroides da Terra. o site http://www.apolo11.com/asteroides.php mostra a data de aproximação para diversos asteroides monitorados pelo Programa NEO de Objetos Próximos à Terra, da Nasa.

Atividade Solar

Acompanhe diariamente a previsão de tempestades solares e geomagnéticas. Saiba o que são e o que causam. Veja as imagens ao vivo do Sol transmitidas pelo satélite SOHO, no endereço http://www.apolo11.com/atividade_solar.php.

Toda a água da Terra

Você já ouviu falar que toda a água potável do planeta irá acabar em 30 anos? E já se perguntou, afinal, quanta água existe, exatamente, na Terra? Pois bem, os oceanos possuem uma camada de 24mil quilômetros ao redor da Terra, com uma média de profundidade de 3,2 quilômetros. Parece ser muita água, mas na verdade não é. Especialistas comparam a situação com uma maçã – se o nosso planeta fosse uma maçã, a água seria equivalente à casca da fruta. Saiba mais em http://hypescience.com/quanta-agua-exatamente-existe-na-terra/

E se a Terra parasse de girar?

Você já se perguntou o que aconteceria se a Terra parasse de girar? Não são apenas os dias e as noites que acabariam. Uma das primeiras mudanças seria com a distribuição dos nossos oceanos. Já os continentes, virariam um só! Sem a força centrífuga que atua em nosso planeta por causa de sua rotação, a água superficial se concentraria onde há mais gravidade. Ou seja, ela sairia do equador e ficaria próxima aos pólos do planeta, deixando a parte central do planeta completamente seca. Lembramos que essa é uma estimativa relativa ao movimento de rotação, que a Terra faz em volta de si mesma, e não o movimento de translação, que ela faz em volta do Sol. O que aconteceria é que ainda teríamos o ano, mas não mais a divisão de dias. Extraido de http://hypescience.com/o-que-aconteceria-se-a-terra-parasse-de-girar/

Projeto Eratóstenes Brasil 2012

Há mais de 2000 anos, um grego chamado Eratóstenes, funcionário da biblioteca de Alexandria, mediu engenhosamente as dimensões do planeta Terra utilizando noções básicas de trigonometria e Astronomia, observando as disposições das sombras de determinados objetos em duas cidades diferentes durante o meio dia solar. Anualmente, convidamos professores, alunos de qualquer idade e nível escolar, além de clubes de Astronomia, a participarem do Projeto Eratóstenes, cujas atividades reproduzem este experimento histórico de maneira semelhante, em parceria com outras escolas e grupos localizados no Brasil e em outros países da América Latina. Saiba mais em http://sites.google.com/site/projetoerato/

O grande legado de Eratóstenes

Segundo os historiadores, Eratóstenes viveu no Egito entre os anos de 276 E 194 a.C. Ele era bibliotecário-chefe da famosa Biblioteca de Alexandria, e foi lá que encontrou, num velho papiro, indicações de que ao meio-dia de cada 21 de junho na cidade de Assuã (Syene, no grego antigo) 800 km ao sul de Alexandria, uma vareta fincada verticalmente no solo não produzia sombra. Varetas fincadas verticalmente no chão em lugares diferentes lançariam sombras de comprimentos distintos. Eratóstenes decidiu fazer um experimento. Ele mediu o comprimento da sombra em Alexandria ao meio-dia de 21 de junho, quando a vareta em Assuã não produzia sombra. Observando a diferença na projeção das sombras, usou seus conhecimentos de geometria e trigonometria para calcular a medida do comprimento da circunferência terrestre. Eratóstenes chegou aos incríveis 40.000 km, algo muito próximo do que conhecemos hoje, com as medições por satélite, que atestam cerca de 40.075 km.

O que é equinócio?

Equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste). Mais precisamente é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste. A palavra equinócio vem do latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa “noites iguais”, ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração. Extraido de http://pt.wikipedia.org/wiki/Equin%C3%B3cio

O que é solstício?

Em Astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano. Extraido de http://pt.wikipedia.org/wiki/Solst%C3%ADcio.

 É POSSÍVEL OUVIR UM METEORO?

Às vezes, depois de uma chuva de meteoros, algumas pessoas relatam que os escutaram caindo, dizendo que estes fazem um som parecido com o som de um beijo.Porém, pode-se realmente escutar um meteoro? A maioria dos meteoros queimam a 100 km acima da superfície da Terra. E como o som é mais lento que a luz, um meteoro causaria um estrondo cinco minutos depois de ter sido visto.
                Entretanto, algumas pessoas dizem tê-los visto e escutado ao mesmo tempo, o qual é possível, graças aos meteoros eletrofônicos que emitem ondas de rádio de muito baixa frequência, fazendo com que os objetos físicos sobre a superfície terrestre vibrem. Estas ondas causam um som – que nossos ouvidos poderiam interpretar o barulho de um meteoro.TRADUZIDO DE EarthSky Espanhol, divulgada em 23 de abril de 2012Versão original encontrada em http://espanol.earthsky.org/el-espacio/es-posible-escuchar-un-meteoro

Céu movimentado no Hemisfério Norte, no mês de Junho

Os observadores do hemisfério norte tem muito a comemorar neste mês de junho de 2012: Além do eclipse parcial da Lua, que ocorreu no dia 4, poderão acompanhar o trânsito de Vênus pelo disco solar e três chuvas de meteoros. O Eclipse parcial ocorreu as O8hOO da manhã (horário de Brasilia) e esteve visível para observadors no oeste do continente americano e no Oceano Pacífico. O transito de Vênus, dia 05, tem duração de quase 7 horas e exigirá um telescópio equipado com filtro solar. Serão privilegiados observadores do leste da Ásia e Austrália, Nova Zelandia , Havaí e Alasca. Observadores verão um ponto escuro, que é o planeta Vênus, passando lentamente pelo disco luminoso do sol. No Brasil, ele só deve ser visto em alguns pontos do Acre, do Amazonas e de Roraima.  O próximo ocorrerá em 2117.

Por que temos eclipse solar?

Muitas pessoas aqui na Terra já tiveram a oportunidade de observar um eclipse solar, que nada mais é do que a passagem temporária da Lua num instante de alinhamento orbital, capaz de ocultar a visão do nosso sol. O eclipse solar pode ser total, parcial ou anular. Mas, como pode isso ocorrer sendo a Lua infinitamente menor que o Sol? É incrível, mas trata-se apenas de uma coincidência entre as distâncias entre o satélite, a Terra e o Sol, isto é, ao passo que a Lua está a cerca de 384.000km do nosso planeta, também está 384 vezes distante do Sol. A proporcionalidade entre essas distâncias, somado ao seu diâmetro, permite que a Lua possa ocultar o Sol, para um observador terrestre.

Poluição luminosa   

Em 2002 entrou em vigor a primeira lei contra a poluição luminosa. A República Tcheca tornou-se a primeira nação do mundo a fixar normas para uma iluminação pública eficiente. A poluição luminosa é uma das formas menos conhecidas de agressão ao meio ambiente, desperdiça dinheiro e ainda prejudica à visão do céu noturno.

Sons extraterrestres

(Ciência Hoje das Crianças) Um trovão em Vênus, um tornado em Marte, sua voz em Titã, a maior lua de Saturno. O que esses sons têm em comum é que não temos como ouvi-los, já que não podemos ir até lá conferir. Porém, cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, resolveram fazer uma experiência: simular cada um desses barulhos. Preparados para este exercício de imaginação científica? Ouça então http://gaea-astronomia.blogspot.com.br/2012/05/barulhos-extraterrestres.html

Primeira nave privada acoplada à ISS

Em parceria firmada com a NASA, a empresa SpaceX realizou com sucesso o primeiro acoplamento de uma nave privada ao complexo da Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês). O momento da captura da nave ocorreu às 10h56 BRT, da sexta-feira 25.05.2012, a exatos três dias depois do início da missão, quando a Estação Espacial e a cápsula Dragon estavam a 406 km acima do noroeste da Austrália. Veja o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=bJrGrIEJrsQ&feature=player_embedded .

A que distância você enxerga?

Se você possui uma boa visão, tudo dependerá de uma questão de geometria. Ela nos diz que a distância do horizonte (ponto de maior distância que os olhos podem ver antes da curvatura da Terra se perder de vista) depende simplesmente da altura do observador. Por exemplo, para uma pessoa de 1,8m de altura o horizonte está a um pouco mais do que 5 km de distância. Adicione o efeito da refração, que curva os raios de luz quando passam através da atmosfera, e o horizonte vai ainda mais longe. O tempo frio aumenta a refração atmosférica, portanto, em locais particularmente gélidos como a Antártica as pessoas podem ver centenas de quilômetros de distância. Mas da mesma maneira que o clima pode ajudar nossa visão, também pode dificultá-la. Névoa e luz dispersa podem limitar a visibilidade a menos do que se espera baseado na altura. E, é claro, a topografia também tem seu papel. Mesmo as melhores condições de visibilidade são inúteis se há uma montanha no seu caminho (apesar de que a paisagem, ainda assim, pode ser bela). [LiveScience]

Descoberta de Plutão

Plutão, atualmente é considerado o primeiro objeto descoberto localizado na região do sistema Solar chamada de Cinturão de Kuiper. Porém, na década de 1930, quando foi descoberto, ninguém sabia da existência dessa região, por isso, ele foi classificado como planeta logo que ficou confirmada a sua existência, mesmo equivocadamente. Só em 2006 é que foi então reclassificado a outra classe de astros, os planetas anões.

Qual é a sua estrela?

A bandeira brasileira é a que reune o maior número de estrelas e constelações. Cada estado do Brasil, é representado por uma estrela no fundo azul do maior símbolo do país: Bandeira Nacional. Portanto, você sabe a qual desses astros do universo o seu estado de origem está representado? Você já imaginou que pode dizer que é natural da estrela X ou Y? Então acesse o endereço a seguir e fique por dentro http://www.apolo11.com/curiosidades.php?titulo=Conhecimento_Saiba_quais_estrelas_fazem_parte_da_Bandeira_Brasileira&posic=dat_20080721-093423.inc

Fenômeno superlua

Chama-se superlua ou superlua cheia à ocasião na qual o astro se situa a não mais de 10% do seu ponto mais próximo da Terra ao longo de sua órbita (o perigeu). Isto acontece devido à órbita lunar ser eliptica e o seu centro não coincidir com o centro da Terra. Estando no perigeu, aparenta ser maior e mais brilhante que o normal. O Fenômeno aconteceu recentemente em 6 de maio/2012. Leia mais http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/05/120506_superlua_rc.shtml

Kosmos 419

Na corrida espacial, certamente a Rússia tem seu lugar garantido na história. Foram pioneiros na conquista do espaço, com a colocação do primeiro satélite artificial e do primeiro homem em órbita. No rol dos seus feitos espaciais existem casos de sucesso e fracasso. Por exemplo, em 10 de maio de 1971 foi lançada uma sonda com destino ao planeta Marte. Porém, houve falha na separação do quarto estágio do veículo lançador e a nave acabou reentrando na atmosfera terrestre e se desintegrando. Essa missão foi denominada Cosmos 419.  

Você conhece algum lunático?

A palavra “lunático” tem suas raízes na palavra “lunar”, e um bando de gente, de enfermeiras a bombeiros e policiais, garantem que quando é lua cheia, as coisas costumam “esquentar”.

Mas esta cópia barata do mito do lobisomem não se sustenta. Em 1985 foi feita uma pesquisa sobre os momentos das crises mentais e a fase da lua, e se descobriu que o folclore que liga a lua cheia a partos, comportamento criminoso e outros distúrbios, não tem base científica. Da mesma forma, a pesquisa não encontrou ligação entre o resultado de cirurgias e a fase da lua. Porém, seu bichinho de estimação pode precisar de uma visita ao veterinário na lua cheia, mas neste caso parece que a culpa é dos donos, que, por causa da noite iluminada, acabam ficando mais tempo fora de casa com seus bichinhos, aumentando as chances de lesão. Fonte: cesar@hiperciencia.com

A Terra sem a Lua

Dos planetas que possuem luas no Sistem Solar, a Terra é o único que possui apenas uma companheira. E se a nossa Lua não existisse, o que aconteceria? Primeiramente, não haveria eclipses. Segundo, as noites teriam uma iluminação bem diferente, pois só teríamos as luzes das cidades. Sem a Lua, os ciclos das marés também seriam diferentes e menos intensos, pois dependeriam apenas da influência do Sol. A duração do dia terrestre seria de aproximadamente 18 horas. Por fim, todo o processo evolutivo das formas de vida conhecidas seria afetado, inclusive o do próprio ser humano. Também não podemos esquecer os poetas e apaixonados, que não teriam sua musa encantada para contemplar e inspirar o amor…! Vida longa à Lua! Saiba mais sobre a Terra e a Lua.

Ceres (planeta anão)

No Sistema Solar, após a reunião da União Astronômica Internacional (2006), ficou cirada uma nova categoria de astros, os planetas anões, tais como o caso de Plutão. Quanto a Ceres, este sempre foi classificado como o maior asteróide situado entre Marte e Júpiter. Com a nova classificação, passou ao status de planeta anão, porque também exibe forma arredondada. Saiba mais sobre Ceres.

Catálogo Messier

Diversos produtos reunidos numa lista, formam um catálogo. Em Astronomia existem também listas de objetos cósmicos para consulta de quem interessar. O catálogo Messier é um desses trabalhos que reune mais de 100 objetos astronômicos listados pelo astrônomo francês Charles Messier. Por exemplo, a galáxia de Andrômeda, nossa vizinha, é o objeto de número 31, sendo identificada como M31 (a letra M é referência a Messier).

O que é albedo?

O albedo é a razão entre a quantidade de radiação solar refletida por um objeto e a quantidade total que ele recebe (fonte: ON). Todos os corpos refletem a luz que recebem, por isso, conseguimos enxergá-los. A cor da superfície define a quantidade de luz refletida. Saiba mais sobre albedo.

Buracos negros não são buracos, tampouco são negros

Segundo o astrônomo Alexandre Cherman, um buraco negro é um objeto astrofísico que se origina através do fim violento de uma estrela de grande massa. Como o Sol e as demais estrelas, ele deve ter formato esférico e certamente não é um buraco. O físico norte-americano John Wheeler cunhou este termo querendo dizer que se uma pessoa caísse em um objeto desses, não mais voltaria. Em outras palavras, seria uma espécie de “buraco sem fundo”. Saiba mais.

Concepção artística de um buraco negro. Fonte: Instituto de Física da UFRGS, http://www.if.ufrgs.br/

Órbita da Estação Espacial Internacional

A altura média da órbita da Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês) foi elevada em 1,8 km, informou no dia 01.12.2011 o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia. A operação foi realizada com os propulsores de correção do módulo de serviço Zvezda, que faz parte do segmento russo da plataforma, contou porta-voz do CCVE à Agência Interfax.

A fonte informou que os propulsores do Zvezda foram ligados às 21h11 (de Brasília) da quarta-feira e permaneceram em funcionamento durante 63 segundos. Esse impulso deu à ISS uma aceleração de 1 m/s e elevou em 1,8 km a altura média de sua órbita, até 392,2 km.

A correção de órbita da plataforma espacial é um procedimento de rotina, já que essa perde entre 100 m e 150 m de altura a cada dia devido à gravitação terrestre, a atividade solar e outros fatores. Uma expedição formada por três tripulantes está atualmente a bordo da ISS: os astronautas russos Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin e o americano Daniel Burbank.

Zona habitável

O nosso planeta Terra está situado no centro da zona habitável do Sol. Os astrônomos definem essa região como um lugar situado a uma distância de sua estrela, de tal forma que a radiação recebida pelo planeta ou satélite natural, poderia permitir a existência de uma atmosfera semelhante à da Terra e a ocorrência de um líquido como a água na superfície do astro. Recentemente, o telescópio espacial Kepler detectou alguns exoplanetas candidatos a serem habitáveis. Leia mais sobre o assunto.

Aglomerado estelar

Ao telescópio, a visão que se tem é de um punhado de estrelas reunidas. As estrelas de um aglomerado são formadas pela mesma nuvem de gás, numa certa região do espaço. Existem aglorados que podem ser vistos a olho nú, como é o caso das Plêiades, na constelação do touro. Existem vários tipos desses fascinantes tesouros cósmicos. Saiba mais sobre aglomerados estelares.

Unidade Astronômica – UA

Por que quando queremos nos referir a algo extremamente grande, usamos o termo “astronômico”? O fato se justifica porque em Astronomia geralmente as medidas são enormes. Para facilitar a compreensão de distâncias para astros em torno do Sol, os astrônomos determinaram que o espaço que separa a Terra e o Sol, vale uma unidade astronômica (UA=150.000.000 km). Aprenda mais.

Para o infinito e avante!

Desde que os ônibus espaciais entraram em operação, percorreram mais de 870 milhões de quilômetros em órbitas ao redor da Terra. Isso é mais que a distância entre Júpiter e o Sol. A bordo, mais de 300 pessoas viajaram ao espaço entre 1981 e 2011. Ônibus espaciais.

Animais no espaço (cães e macacos)

Antes mesmo do ser humano se aventurar pelo espaço, outras espécies de seres foram conduzidos para testar a resistência dos organismos vivos fora da Terra. Os russos preferiam enviar cães, enquanto os norte-americanos, trabalhavam com macacos. Saiba mais.

Radiotelescópio Brasileiro

Localizado no município de Eusébio (CE), o instrumento é o único do gênero no país e integra o Rádio Observatório Espacial do Nordeste (Roen). A antena faz parte de uma rede internacional com mais 30 grandes radiotelescópios concentrados principalmente na Europa, Estados Unidos, Japão, Rússia, Austrália e África do Sul. É operado pelo Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (Craam), da Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em cooperação com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio de um convênio entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a NASA. A rede, que conta com antenas semelhantes em diversos continentes, é responsável por serviços estratégicos como a calibração dos satélites GPS.

Para estudar Astronomia

No Brasil, o curso de Astronomia em nível de graduação tem uma duração média de 5 anos e é ministrado apenas na Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, parte na Ilha do Fundão e parte no Observatório do Valongo, que fica no bairro da Saúde, perto da Central do Brasil. Saiba mais.

Grandes nomes da Astronomia

A lista é extensa. Diversos nomes se destacaram no estudo, desenvolvimento e descobertas astronômicas. Graças ao trabalho desses abnegados estudiosos, a humanidade se tornou capaz de enxergar mais além do horizonte e conhecer o que há fora da Terra. Graças a Astronomia, pudemos ampliar nossa visão do universo e da nossa posição em relação aos outros astros. Como dizia o saudoso astrônomo Carl Sagan, “existe algo incrível lá fora esperando para ser encontrado”. Conheça alguns pioneiros da Astronomia.

Dia da Astronomia

No Brasil, comemora-se o dia da Astronomia em 2 de dezembro, coincidindo com a data de nascimento do imperador D. Pedro II. A data é uma homenagem a ele que era astrônomo amador. A escolha da data foi feita pela Sociedade Brasileira de Astronomia, fundada em 1947.

Ano bissexto

Apesar dos mitos e lendas em torno do ano bissexto, este não passa de uma compensação adotada para corrigir um distorção do nosso calendário. O fato ocorre porque há uma pequena diferença entre o ano-calendário convencional e o ano solar. A soma de dias do nosso calendário é equivalente a 365 dias, porém, a Terra completa uma translação em torno do Sol em 365,25 dias. Os 0,25 dias equivalem a 1/4 de dia que, somados a cada quatro anos, resulta em 1 (um) dia. Assim, a cada quatro anos terrestres, acrescenta-se mais um dia, ficando o ano com 366 dias. Saiba mais.

Período de Saros

Durante o ano, correm no máximo sete eclipses. Desses, pelo menos dois são lunares. Após um período de 6.585 anos, os eclipses voltam a ocorrer numa sequência idêntica. É o período de Saros.

Radiotelescópio: Para que serve?

 
Para que serve o Radiotelescópio? Para captar dados de objetos astronômicos que emitem radiação em comprimento de rádio. Esses sinais podem ser transformados em sons e/ou imagens, dependendo do objetivo da pesquisa realizada, além de, dependendo do tamanho e do tipo de associação realizada, estudar objetos cada ver mais distantes de nós e com isso, descobrir como eram no passado.
 

Radio Observatório de Itapetinga

 No Brasil, o principal radiotelescópio existente é o Rádio Observatório de Itapetinga, com uma grande antena de quase 14 metros de diâmetro – tamanho muito próximo ao da antena encontrada em Euzébio, no Ceará, um dos principais equipamentos que medem a Geodésia no mundo – que observa, principalmente, dados provenientes do Sol, além de outras fontes como galáxias e planetas. Opera entre as frequências de 22 e 48 GHz. Em Cachoeira Paulista está localizado um dos radiotelescópios do Projeto GEM, que mede continuamente a emissão rádio da nossa Galáxia na faixa compreendida entre 408 MHz e 10 GHz.
 
 

Radiotelescópio e a Astronomia

A área da Astronomia relacionada com as observações realizadas por estes radiotelescópios é designada de adioastronomia. Muitos dos corpos celestes, como os pulsars ou galáxias ativas (como os quasars), produzem radiação em rádiofrequência e são, portanto, observáveis na região rádio do espectro eletromagnético. Examinando a frequência, potência e tempo das emissões rádio destes objetos, os astrônomos podem aumentar a sua percepção do Universo. Os radiotelescópios são também, ocasionalmente, incluídos na procura de vida extraterrestre e no acompanhamento das sondas espaciais e satélites.


Meteorito                                                                                                                                          

Em 2004, na Nova Zelândia, caiu um meteorito condrito de 1,3 kg sobre uma residência. O impacto causou muitos danos materiais. Felismente ninguém se feriu. Ufa!!!

O pioneirismo russo em Vênus            

A sonda Venera 4, lançada em 1967, foi a primeira espaçonave a chegar ao planeta Vênus. A sonda enviou os primeiros dados da atmosfera de outro planeta para a Terra. Venera 4 

O maior canyon  do Sistema Solar                                   

Marte possui o maior canyon conhecido no Sistema Solar. Trata-se do Vale Marineris, com cerca de 5.000 km de extensão, 4 km de profundidade e 300 km de largura.

Bandeira estrelada

O Brasil é o país que possui a bandeira com o maior número de constelações representadas na esfera celeste. Ao todo, são 9 constelações, destacando-se o Cruzeiro do Sul ao centro. Faça uma pesquisa e confirme o fato. Clique.


Primeiro ser vivo em órbita

Em 3 de novembro, comemora-se o voo histórico da cadelinha Laika, em 1957, a bordo do Sputnik 2.

Sondas em viagem interplanetária

New Horizons (Novos horizontes) é apenas a quinta sonda a viajar pelo espaço interplanetário distante do sol. A Voyager 1, Pioneer 10, e Pioneer 11 saíram do sistema solar após pesquisarem Júpiter e Saturno. Mas apenas a Voyager 2 visitou Urano e Netuno. Nenum veículo espacial visitou ou se aproximou de  Plutão para estudá-lo. Daqui a quatro anos a sonda New Horizonts chegara ao planeta anão, que não era assim classificado quando do lançamento da missão.

Foguete Saturno I

Em 1961 aconteceu o voo do foguetão que seria o predecessor do Saturno V, aquele que levaria os astronautas dos EUA para a Lua, nas missões Apollo, em seis viagens bem sucedidas que pousaram na superfície lunar, entre 1969 e 1972. Em cada pouso, dois astronautas pisavam em solo lunar. Ao todo, doze homens caminharam na Lua.

Planetas solitários

Pela última contagem, há mais de 150 luas no Sistema Solar. A maioria dos planetas possuem luas. Os gigantes gasosos como Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, são acompanhados por dezenas de companheiras. Os pequenos planetas rochosos, como Marte e a Terra, somam apenas três luas, sendo duas marcianas e uma terrestre. Já Mercúrio e Vênus, são solitários em suas jornadas ao redor do Sol. Eles são planetas sem lua.

O dia mais longo do Sistema Solar

Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. Por possuir uma órbita menor, um calendário nesse planeta deveria ter apenas cerca de 87,9 dias terrestres. Até aqui, tudo bem, mas o incrível é a duração do dia por lá. O dia em Mercúrio equivale a 58,6 dias terrestres. Que dia longo, não é?

O que é grau geotérmico?

A temperatura em nosso planeta aumenta com a profundidade. O grau geotérmico é a quantidade de metros necessários para aumentar a temperatura de 1ºC, à medida em que nos aprofundamos no solo. O grau geotérmico varia de uma região a outra, sendo 30 m uma referência média internacional. No centro da Terra, a temperatura ultrapassa os 3.500ºC. É muito quente mesmo!

Curiosidade dos gigantes gasosos

Quem é o famoso planeta dos anéis? Certamente a resposta é Saturno. Porém, não é apenas esse planeta que possui essas estruturas ao seu redor. Também Júpiter, Urano e Netuno possuem esses tais “anéis”. É uma característica marcante dos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar. Saturno se destaca porque apresenta um maior número dessas estruturas formadas por fragmentos de rocha, gelo e poeira.

As primeiras imagens coloridas da Terra e da Lua

Foram os soviéticos que, em 20 de outubro de 1970, lançaram a sonda Zond 8 para sobrevoar a Lua. Essa sonda obteve as primeiras imagens coloridas do nosso planeta e da lua.

O dia mais curto do Sistema Solar

Se morássemos em Júpiter, teríamos um dia de apenas 10 horas. Isso é decorrente da alta velocidade de rotação do planeta que, consequentemente, também achata bastante o planeta.

Você sabe o que é astrofotografia?

É a prática de fotografar os astros. Você pode fazer usando um celular ou usando uma boa câmera digital. Veja algumas fotos mostradas no último 4º EBA (Encontro Brasileiro de Astrofotografia)

Horário de verão

O próximo horário de verão 2011/2012, terá início em 16 de outubro (zero hora do domingo) e terminará à meia noite (do sábado 25, para o domingo 26) de fevereiro 2012. Os relógios serão adiantados em 1h apenas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Fique atento!

Quantos astronautas existem no mundo?

Estima-se um número próximo dos 500 astronautas em todo o mundo. No Brasil, temos apenas um, o Marcos Pontes, que foi à Estação Espacial Internacional em 2006, na Missão Centenário. Essa é uma profissão de alto risco, principalmente porque há exposição a altos índices de radiação quando se está no espaço.

Fazendo história

Foi em 14 de outubro de 1947 que o norte-americano Chuck Yeager atingiu pela primeira vez a velocidade do som (1.200 km/h), a bordo do avião-foguete U.S. Bel X-1.

Projeto premiado

Projeto multimídia destinado a crianças de regiões carentes ganhou prêmio da revista ‘Science’ como ferramenta educativa on-line.

.Pioneer 10

A conquista do espaço sempre foi um desejo humano. Muitos homens já se aventuraram nas viagens espaciais para a órbita da Terra e até para a Lua. Porém, para outro planeta e para além do nosso sistema planetário, ainda não. apesar disso, algumas espaçonaves robóticas já se encontram nos limites do Sistema Solar ou já estão no espaço interestelar, como as sondas Voyager 1 e 2, lançadas na década de 1970. Também outra sonda, a Pioneer 10 deixou o Sistema Solar em 22 de setembro de 1990, “indo audaciosamente onde nenhum ser humano já foi”, como se dizia na série de TV Jornada nas Estrelas.
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Estação Espacial Internacional

 

A Estação Espacial Internacional gira em volta da Terra a uma altitude de cerca de 330 km e a uma velocidade de 7,7 km/s. Ela percorre uma distância equivalente a uma viagem de ida e volta à Lua por dia. A cada cerca de 90 minutos, ela completa uma volta em torno da Terra. Ufa! Como é rápidinha ela!

Ventos Fortes

O planeta Netuno tem os ventos mais velozes de todo o Sistema Solar, com rajadas que podem alcançar até 2.000 km/h. Sai da frente!

Por que os Planetas têm luas?

No início de sua formação, os planetas foram expostos a rochas espaciais que, ou se chocavam contra o planeta e lançava escombros no espaço,ou ficavem presas pela força gravitacional do planeta. Ao longo de bilhões de anos, a órbita dessas rochas era definida em uma forma esférica que as mantinham girando ao redor do planeta-anfitrião.

Porque as luas não têm luas?

Como o planeta ao redor do qual orbitam as luas tem uma força gravitacional muito maior do que suas luas, se um corpo se aproximar do campo gravitacional será atraído pelo planeta e não por suas luas. Assim, com o tempo o planeta atrai outros objetos, como outras luas.

Por que Vênus é tão quente?

Vulcões antigos contribuiram para a formação da atmosfera do planeta mais quente do sistema solar e ainda podem estar em erupção. Acredita-se que, há bilhões de anos Vênus era muito parecido com a Terra, com uma temperatura bem menor e vastos oceanos de água. A proximidade com o sol fez com que a água líquida evaporasse na atmosfera, com isso, sublimou o carbono em rocha e o misturou ao oxigênio formando o dióxido de carbono que constitui 95% da atmosfera do Planeta. Mais dióxido de carbono na atmosfera libera mais carbono no solo e repetindo o processo gera um “efeito estufa galopante”.

 Hoje sua temperatura de superfície é de 462 ºC. Seu clima único contribuiu para formar o efeito estufa mais poderoso do sistema solar, com uma pressão atmosférica 92 vezes maior que a da Terra.  Apenas 10% da radiação solar atinge a superfície, mas praticamente toda ela fica presa na atmosfera, aumentando a temperatura e provocando uma diferença de quase 500ºC entre a superfície e a camada de nuvens.

A Terra Cheia vista da Lua

Visto da Lua a Terra Cheia é 50 vezes mais brilhante que a Lua Cheia vista da Terra. Isso é resultado da combinação entre a alta refletividade do nosso planeta e seu tamanho.

Perdidos em Marte

Em 21 de agosto de 1993, perdia-se a comunicação com a Mars Observer, três dias antes da sonda entrar em órbita de Marte. Cerca de 2/3 das sondas enviadas a Marte se perderam. O planeta é um verdadeiro cemitério de espaçonaves.

Qual é a menor das constelações?

 A menor de todas as constelações do céu é o Cruzeiro do Sul. A definição moderna diz que constelação é uma área da esfera celeste, o globo imaginário que envolve a Terra com o firmamento. Esta mesma constelação é uma referência para os viajantes aqui no hemisfério Sul, desde a época das Grandes Navegações, pois aponta para as quatro direções dos pontos cardeais: Norte, Sul, Leste e Oeste.

Lixo no espaço

A maior parte dos objetos que estão na órbita da Terra é somente lixo. São restos de foguetes, tanques de combustíveis, módulos, satélites desativados etc. É uma verdadeira lixeira em volta da Terra. Isto também é um perigo para as viagens espaciais. Descubra mais: www.zenite.nu?lixoespacial

Máxima de Carl Sagan

“O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida.”
Saiba mais sobre este ícone da Astronomia e da ciência moderna, acessando o portal: http://www.carlsagan.com/

Por que a Lua tem “fases”?

Uma fase da Lua representa um ângulo cujo vértice está na Terra, entre Lua e Sol. Mas como a Lua se move, esse ângulo muda constantemente. Assim, rigorosamente falando, a cada instante temos uma fase da Lua diferente. A Lua, na verdade, tem infinitas fases!

Já viu o Sol à noite?

É possível ver a luz do Sol à noite. Basta olhar para a Lua. O brilho que vemos no satélite é resultado da reflexão da luz solar para a Terra e, nas noites de Lua Cheia, a Terra fica 0,02°C mais quente por causa disso.

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