Andrômeda em ultra-violeta


Créditos da imagem em ultra-violeta:  NASA/Swift/Stefan Immler (GSFC) and Erin Grand (UMCP)

Créditos da imagem no espectro do visível: Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOAO/AURA/NSF

Texto traduzido do sítio Astronomy Picture of The Day

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Andrômeda, M31, é a grande galáxia espiral mais próxima de nossa Via Láctea, estando a aproximadamente 2,5 milhões de anos-luz de distância. A imagem acima, tomada no ultra-violeta, é um mosaico de 330 imagens individuais que cobrem um diâmetro de 200 mil anos-luz, todas captadas pelo telescópio a bordo do satélite NASA’s Swift. Se tornam realçadas na imagem as estrelas mais quentes, jovens, e os mais densos aglomerados estelares, pois são os que emitem luz na faixa ultra-violeta mais intensamente.

Para efeito de comparação, segue uma foto da galáxia no espectro da luz visível.

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Milky way and stone tree


Créditos da imagem: Daniel López (El Cielo de Canarias)

Texto extraído do sítio Astronomy Picture of the Day

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 What’s that next to the Milky Way? An unusual natural rock formation known as Roque Cinchado or Stone Tree found on the Spanish Canary Island of Tenerife. A famous iconRoque Cinchado is likely a dense plug of cooled volcanic magma that remains after softer surrounding rock eroded away. Majestically, the central band of our Milky Way Galaxy is visible arcing across the right of the above seven image panoramic mosaic taken during the summer of 2010. On the far right is the Teide volcano complete with a lenticular cloud hovering near its peak.

Fotografia composta da ascensão da Lua cheia


Créditos da imagem para Dan-Marker Moore

Lua cheia em Los Angeles

Lua cheia em Los Angeles

O fotógrafo Dan-Marker Moore fotografou diversas vezes a Lua durante algumas horas na cidade de Los Angeles. É fácil notar os efeitos da dependência entre o ângulo de incidência da luz e sua refração, que estão associados à dispersão de Rayleigh (fenômeno que explica as diferentes cores do céu com o Sol ao meio-dia, ao nascer ou ao se pôr).

Ainda, a latitude da cidade de Los Angeles pode ser extraída diretamente da imagem. Todos os astros seguem uma trajetória paralela à linha do equador celeste. Sendo o ângulo de latitude local igual ao ângulo entre a linha do equador e qualquer linha perpendicular ao horizonte, um transferidor pode ser o suficiente para serem realizadas medições práticas.

Expertos de todo el mundo alertam de la necessidad de eliminar basura espacial


Concept for future deorbit mission

 

Noticia extraida do sitio ESA

26 abril 2013

Limpiar el espacio de desechos y lanzar satélites que no generen nuevos fragmentos de basura espacial es una necesidad urgente, según los expertos participantes en la mayor conferencia sobre basura espacial jamás celebrada en Europa.

Las conclusiones de la 6º Conferencia Europea sobre Basura Espacial fueron dadas a conocer ayer durante la rueda de prensa de clausura en el Centro Europeo de Operaciones Espaciales (ESOC), en  Darmstadt, Alemania.

Las futuras misiones espaciales deberán ser sostenibles, y contemplar una forma segura de eliminación del satélite una vez completadas. La cantidad de residuos actualmente en órbita exige que las acciones para eliminarlos empiecen pronto, para lo que se necesita con urgencia investigación y desarrollo en misiones piloto ‘de limpieza’.

Ver la repetición de la rueda de prensa con las conclusiones de la 6a Conferencia sobre basura espacial, celebrada el 25 de abril 2013, en ESA/ESOC

La eliminación de los restos de chatarra espacial es un problema ambiental de dimensiones globales, que debe ser abordado en un contexto internacional que incluya a las Naciones Unidas.

Estos resultados fueron expuestos ante los más de 350 asistentes a la conferencia, representantes de las principales agencias espaciales, la industria, los Gobiernos y las universidades y centros de investigación de todo el mundo.

Expert consensus on the need to act

“Los expertos coinciden en la necesidad acuciante de empezar ya con las actividades de eliminación de residuos”, dijo Heiner Klinkrad, director de la Oficina de Basura Espacial de la ESA.

Future debris density at poles with and without active debris removal

Future debris density at poles with and without active debris removal

“El grado de conocimiento que tenemos ahora sobre el problema de la basura espacial es equiparable al que teníamos hace veinte años sobre la necesidad de hacer frente al cambio climático”.

Los expertos coincidieron en que el crecimiento constante de la cantidad de residuos en el espacio supone una amenaza cada vez mayor para regiones de la órbita económica y científicamente de gran importancia.

Además de proporcionar beneficios diarios a los ciudadanos y a la economía en general, la infraestructura actual de los sistemas de satélites tiene un gran valor. El coste de sustituir los alrededor de mil satélites ahora en órbita se estima en unos 100.000 millones de euros. Perder estos satélites tendría para la economía en su conjunto un impacto superior en varios órdenes de magnitud. Sería una pérdida para la sociedad con consecuencias graves.

“Las medidas para prevenir la generación de nuevos residuos, y para desorbitar satélites muertos, son  exigentes desde el punto de vista tecnológico y potencialmente muy caras. Pero no hay alternativa, si queremos preservar el espacio como un recurso”, señala.

“Los costes directos y los de perder nuestros satélites superarían con mucho el coste de las acciones para evitarlo”.

The Space Debris Story 2013

Estas conclusiones fueron presentadas por investigadores senior y especialistas del Centro Aeroespacial Alemán DLR; la agencia espacial francesa CNES; la agencia espacial italiana ASI; la Agencia Espacial del Reino Unido; el Comité de Investigación Espacial; la Academia Internacional de Astronáutica; y la ESA.

Los operadores de satélite de todo el mundo, incluyendo los de telecomunicaciones; clima; navegación; o las misiones para vigilar el clima, están ahora concentrando sus esfuerzos en controlar la basura espacial.

El objetivo último es prevenir una avalancha de colisiones en cadena en las próximas décadas.

6th European Conference on Space Debris

Sixth European Conference on Space Debris

La ESA, como agencia de tecnología espacial y operaciones, considera un objetivo estratégico el desarrollo de tecnologías de eliminación activa de residuos.

La ESA está reforzando varias acciones de investigación relacionadas con la basura espacial, en marcha ya desde hace tiempo. Esto incluye la mejora del conocimiento sobre dónde se encuentran los restos, y sobre su evolución, recurriendo a mediciones con alta sensibilidad y a modelos mejorados de las fuentes de los residuos.

La nueva iniciativa Clean Space (Espacio Limpio, literalmente) incluye el desarrollo de nueva tcnología para acercarse a los restos, capturarlos y sacarlos de la órbita. Ya hay una misión en estudio.

Clean Space también desarrollará técnicas para paliar el problema, como dispositivos activos y pasivos para deorbitar restos y medios para que los satélites inoperativos dejen de ser peligrosos.

Aos 23 anos, Hubble vai ter de aguentar pelo menos até 2018


Notícia extraída do sítio Astronews

Um herói da exploração espacial faz aniversário nesta quarta-feira. Lançado no dia 24 de abril de 1990, o telescópio espacial Hubble é um sobrevivente. Tinha previsão inicial de durar pelo menos 10 anos. 

Hubble captura novos painéis solares – a imagem foi registrada no momento em que o telescópio iniciava sua separação da nave Columbia. Foto: ESA / Divulgação

Mas, aos 23, depois de revolucionar a astrofísica, revisar conceitos de cosmologia, apresentar imagens deslumbrantes do universo e responder questões até então intransponíveis, o pequeno explorador não vai encerrar suas investigações. Pelo menos até a chegada de seu sucessor, o cem vezes mais poderoso James Webb, que deve ser lançado em 2018. 

Com o desenvolvimento de um substituto, o Hubble deveria ser aposentado em 2013. Devido a cortes de verba da Nasa, contudo, o lançamento do telescópio espacial James Webb ainda vai demorar cinco anos. Assim, para resistir mais um pouco, o explorador contou com a ajuda de astronautas que o visitaram em 2009, na quinta e última missão de manutenção do telescópio. 

Essa manutenção derradeira, que envolveu até a troca de baterias de 18 anos de idade, além da implementação de diversos componentes, deu resultado. “Com os novos instrumentos instalados apenas quatro anos atrás, o Hubble tornou-se mais poderoso do que nunca, cientificamente. Esperamos que o telescópio possa continuar trabalhando nos anos que antecedem a chegada do próximo telescópio espacial, e até além disso”, destaca Jennifer Wiseman, cientista sênior do Projeto do Telescópio Espacial Hubble, da Nasa. 

Descobertas 

O Hubble revolucionou a astronomia com suas imagens impressionantes do universo e descobertas. Orbitando a Terra por mais de duas décadas, o telescópio ajudou a determinar a idade do universo, detectou que o nosso universo está em expansão acelerada, indicou a presença de buracos negros na maioria das galáxias, inclusive na nossa, e revelou respostas a muitos outros mistérios até então insondáveis. 

Ao longo de sua jornada, o Hubble desvelou nuances inesperadas do universo. “O Hubble proporcionou ao homem a visão de regiões muito, mas muito distantes da nossa própria galáxia, coisa que não existia antes. Nem nos nossos sonhos mais delirantes conseguiríamos imaginar um universo tão incrível e fascinante como o que o Hubble nos revelou”, salienta Antonio Gil Vicente de Brum, professor e pesquisador do curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade Federal do ABC (UFABC). 

Além de deslumbrar os terrestres, o Hubble ampliou a investigação sobre a origem e as características do universo. Por meio de seus dados, cientistas determinaram que a idade do universo é de cerca de 13,7 bilhões de anos. O telescópio espacial também constatou que a expansão do universo está em aceleração. “O Hubble permitiu a detecção de estrelas pulsantes em outras galáxias e, através delas, a medição do fator de crescimento do nosso universo e a determinação de distâncias a supernovas do tipo Ia, que indicaram que nosso universo está em expansão acelerada, indicando a presença de um componente de energia desconhecida no universo, a energia escura”, explica Telles. 

O Hubble também determinou que a maioria das galáxias tem poderosos buracos negros em seus centros, incluindo a nossa própria Via Láctea. Ele possibilitou estudar como as galáxias, as estrelas e os sistemas planetários se formam. Além disso, descobriu várias luas previamente desconhecidas de Plutão e foi o primeiro telescópio a analisar a composição química de um planeta fora do nosso Sistema Solar. 

Júpiter 

Fora essas, e tantas outras conquistas, Brum aponta ainda a sequência de imagens obtidas pelo Hubble, em 1994, como uma das descobertas mais importantes. “Fiquei de boca aberta, babando, quando assisti à colisão do cometa Shoemaker-Levy 9 com o gigante Júpiter. Essa foi uma das coisas mais inacreditáveis que já vi e que me ensinou muito à respeito de quão vulnerável é a Terra e quão importante é a proteção que Júpiter nos oferece”, relata. 

Além disso, o professor da UFABC destaca a popularização da ciência como uma das principais contribuições do Hubble. “É isso que gera um interesse crescente das pessoas por conhecimento científico genuíno e pela ciência, em geral”, pontua. 

Primeiros passos 

A ideia para um telescópio espacial surgiu já em 1923, a partir do cientista alemão Hermann Oberth, considerado um dos criadores dos foguetes. O projeto do Hubble começou a ser idealizado em 1946, após artigo do astrofísico americano Lyman Spitzer, que apontava as vantagens de um observatório espacial. Desse momento em diante, Spitzer trabalharia para tornar o telescópio uma realidade. 

O astrofísico esteve envolvido com os observatórios em órbita da época e auxiliou a Nasa na aprovação do projeto do telescópio espacial, em 1969, que teria um espelho de 3 metros de diâmetro e seria lançado em 1979. Entretanto, devido às dificuldade de conseguir financiamento, o tamanho do espelho foi reduzido para 2,4 metros, e um novo projeto foi começado. Em 1975, a Agência Espacial Europeia (ESA) passou a trabalhar junto com a Nasa. Finalmente, veio à tona o esboço do telescópio espacial Hubble. 

O telescópio recebeu esse nome em homenagem ao astrônomo americano Edwin Hubble (1889-1953), que revolucionou a astronomia ao constatar a presença de outras galáxias e provando que o universo estava se expandindo. Depois de alguns atrasos, o lançamento do Hubble foi agendado para outubro de 1986, mas o acidente com o ônibus espacial Challenger, que matou sete astronautas, adiou o sonho de enviar um telescópio ao espaço por mais quatro anos. 

Assim, em 24 de abril de 1990, o Hubble foi lançado a bordo do ônibus espacial Discovery, abrindo uma nova era da exploração do universo. Conforme José Eduardo Telles, doutor em Astrofísica pela Universidade de Cambridge e pesquisador do Observatório Nacional (ON), do Rio de Janeiro, a expectativa de resultados científicos vinham de todas as áreas da astronomia, desde o Sistema Solar e seus planetas até a cosmologia. “O telescópio tinha como objetivo realizar observações astronômicas em faixas espectrais invisíveis ao homem, que é a radiação ultravioleta, como também na faixa do visível, mas com uma nitidez de imagens muito melhor, por estar fora do efeito destrutivo da turbulência de nossa atmosfera”, salienta. 

Expectativa de vida 

Quando o Hubble foi lançado, a previsão inicial é de que o telescópio operasse por pelo menos 10 anos. Entretanto o Hubble está em órbita há 23 anos, em plena forma, e deve aguentar firme por mais cinco. A razão disso é que o telescópio foi projetado para receber a visita de astronautas, de tempos em tempos, para manutenção. Durante suas operações, o Hubble foi visitado cinco vezes, a última delas em 2009. “Os astronautas têm sido capazes de colocar novos instrumentos e reparar outros instrumentos com defeito, tornando-o como um telescópio novo a cada vez”, explica Jennifer. 

Falha no espelho 

A equipe de manutenção do telescópio Hubble provou sua importância quando, logo após o lançamento, se percebeu que as imagens não estavam tão nítidas quanto se esperava – pareciam borradas. O problema, nomeado de “aberração esférica”, precisava ser solucionado. Após 11 meses de treinamento, sete astronautas embarcaram no dia 2 de dezembro de 1993, a bordo do ônibus espacial Endeavor, para uma complexa missão que corrigiria o problema. Em 13 de janeiro de 1994, as primeiras imagens, com resolução excelente, foram divulgadas pela Nasa. O Hubble estava pronto para captar imagens impressionantes e auxiliar na exploração do espaço. 

O sucessor 

Previsto para ser lançado em 2018, o sucessor do Hubble, o telescópio espacial James Webb, promete algumas mudanças. Com um espelho bem maior, com 6,5 metros de diâmetro, seu alcance deve permitir encontrar as primeiras galáxias que se formaram no início do Universo, ligando o Big Bang a nossa galáxia. O James Webb também deve operar em uma órbita mais alta. Enquanto o Hubble fica a uma altitude de 600 quilômetros, seu substituto deve se situar a 1,5 milhões de quilômetros da Terra. 

Outro diferencial é que o novo telescópio espacial terá operação otimizada na faixa específica do infravermelho, ao contrário do Hubble, que opera na faixa do visível e um pouco no infravermelho e ultravioleta. “O James Webb é especialmente adequado para observação dos momentos primordiais do nosso universo (antes do que o Hubble vê)”, justifica Brum. 

Para Telles, a maior esperança é que o telescópio James Webb contribua para determinar a natureza da matéria escura e também da energia escura. “De qualquer maneira, é certo que, da mesma forma que ocorreu com o Hubble, a maior parte de descobertas serão inesperadas e espetaculares, além de nossas expectativas”, imagina. 

Mas enquanto o James Webb, cem vezes mais poderoso, não assume o seu posto, a Terra ainda se surpreende com o pequeno Hubble. Até 2018, há muitos segredos para desvendar. 

Einstein estava certo: testes levam teoria da relatividade a novos limites


Notícia extraída do sítio Astronews

Um par estelar bizarro – constituído pela estrela de nêutrons de maior massa conhecida e uma estrela anã branca – permitiu a astrônomos testar a teoria da gravitação de Einstein de maneiras que não tinham sido possíveis até hoje. 

 

 

Concepção artística mostra o objeto duplo exótico constituído por estrelas de nêutrons e anã branca.

Até agora, as novas observações desse estranho sistema binário estão exatamente de acordo com as previsões da relatividade geral, mas são inconsistentes com algumas teorias alternativas. Os resultados do estudo serão publicados na revista Science. 

Com o auxílio do Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), uma equipe internacional descobriu um objeto duplo exótico, constituído por uma estrela de nêutrons, pequena mas excepcionalmente pesada, que gira em torno de seu próprio eixo 25 vezes por segundo, e por uma estrela anã branca que a orbita a cada duas horas e meia. A estrela de nêutrons é um pulsar que emite ondas de rádio, que podem ser observadas a partir da Terra com rádio telescópios. Esse par incomum constitui um laboratório único para testar os limites das teorias físicas. 

O pulsar chamado PSR J0348+0432 é o que resta da explosão de uma supernova. É duas vezes mais pesado que o Sol , mas tem um diâmetro de apenas 20 quilômetros. A gravidade em sua superfície é mais de 300 bilhões de vezes mais intensa que a sentida na Terra, e em seu centro cada pedaço do tamanho de um cubo de açúcar tem mais de um bilhão de toneladas de matéria comprimidas. A sua companheira anã branca é apenas um pouco menos exótica: trata-se de um resto brilhante de uma estrela muito mais leve, que perdeu a sua atmosfera e que lentamente vai se apagando. 

Teorias de gravidade 

A teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como uma consequência da curvatura do espaço-tempo criada pela presença de matéria e energia, tem resistido a todos os testes desde o primeiro momento da sua publicação, há quase um século. Mas ela não pode ser a explicação derradeira e deverá, em última instância, perder a sua validade. 

Os físicos construíram outras teorias de gravidade que levam a previsões diferentes das da relatividade geral. Para algumas destas alternativas, as diferenças são percebidas apenas para campos gravitacionais extremamente fortes, os quais não podem ser encontrados no Sistema Solar. Em termos de gravidade, o PSR J0348+0432 é de fato um objeto extremo, mesmo quando comparado com outros pulsares que foram usados em testes de alta precisão da relatividade geral de Einstein. 

Em campos gravitacionais tão fortes, pequenos aumentos na massa podem levar a grandes variações no espaço-tempo em torno destes objetos. Até agora, os astrônomos não tinham ideia do que podia acontecer na presença de uma estrela de nêutrons de massa tão elevada como a PSR J0348+0432. Este objeto oferece a oportunidade única de levar estes testes a território desconhecido. 

Este é apenas o começo dos estudos detalhados sobre este objeto único, e os astrônomos irão utilizá-lo para testar a relatividade geral com cada vez mais precisão, à medida que o tempo passa.

NASA Discovers Two New Planetary Systems. Most Earth Like Habitable Planets