Sol sofre 4 potentes explosões na semana e tem maior atividade de 2013


Texto extraído do sítio UOL

Maio – O Sol alcançou a atividade mais intensa do ano ao sofrer quatro erupções da classe X, as explosões mais intensas do astro, na mesma semana. A primeira explosão ocorreu na segunda-feira (13) e a última, na quarta-feira (15), segundo registros do Observatório Solar Dinâmico (SDO, na sigla em inglês), da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/SDO/GSFC

O Sol lançou quatro potentes erupções nesta semana, alcançando a atividade mais intensa do ano e provocando interrupções limitadas nas radiocomunicações de alta frequência, informou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).

As quatro erupções observadas desde o fim de semana pertencem à categoria X, a mais intensa nestes fenômenos, as primeiras deste tipo em 2013. Uma dessas explosões foi classificada como X3.2 pela Nasa.

“Esta é a erupção do tipo X mais forte de 2013 até o momento, superando em força os dois tipos de erupções X ocorridas nas últimas 24 horas”, afirmou a Nasa sobre a erupção que alcançou seu ápice à 01h11 GMT de terça-feira (14) – que corresponde às 22h11 de segunda-feira (13) no fuso horário de Brasília. Uma quarta erupção do tipo X alcançou o ápice às 01h48 GMT de quarta-feira (15) – às 22h48 de terça-feira no fuso de Brasília -, informou a Nasa.

A quarta erupção, que foi medida como X1.2, causou um corte temporário de rádio que se manteve desde então. Ela foi caracterizada como “forte” ou R3, em uma escala de 1 a 5 pela escala de tempo meteorológico espacial, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).

As últimas erupções começaram em 13 de maio e lançaram ondas de radiação solar, conhecida como ejeção de massa coronal. A mais forte viajou particularmente rápido, a uma velocidade aproximada de 2.253 quilômetros por segundo, informou a Nasa.

Satélites em alerta

A Agência afirma que as ejeções produzirão uma nuvem de material solar que “poderia afetar a passagem dos satélites STEREO-B e Epoxi”, observatórios espaciais que orbitam a Terra para vigiar as tempestades solares e a passagem dos cometas. As ejeções de massa coronal até agora não se dirigiram para a Terra, mas podem causar danos a satélites.

“Os operadores da missão notificaram os operadores. Se for necessário, os operadores podem colocar os dispositivos espaciais em um modo de segurança para proteger os instrumentos do material solar”, afirmou a Nasa.

Os especialistas afirmam que o aumento da atividade solar é comum agora mesmo porque o sol está em uma fase de início de um novo ciclo de atividade de 11 anos que se espera alcançar seu ponto máximo em 2013. O sol vive alternativamente ciclos de 11 anos de atividade e calma. 

A primeira erupção de classe X deste ciclo solar ocorreu em fevereiro de 2011 e a mais potente desde agosto de 2011.

Segundo os especialistas em clima espacial da NOAA, esperam-se erupções solares mais fortes nos próximos dias. Embora essas ejeções de massa coronal enviem radiações potentes, a Terra está protegida pelo seu campo magnético.

A atividade solar pode interromper momentaneamente os sinais de GPS e dos satélites de comunicação, mas a maioria das pessoas não perceberá estes efeitos em sua vida cotidiana.

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