Os restos da supernova SN 1006 vistos em três cores de raios-x


Créditos da imagem:  NASA/CXC/P. Frank Winkler (Middlebury College)

Texto traduzido do sítio Astronomy Picture of The Day

Os restos da supernova SN 1006 em raios-x

Vista em 1006 DC, esta foi a supernova mais brilhante registrada pela humanidade. O evento se localizou na constelação de Lupus. A nuvem de gases e detritos ainda se expande após a grande explosão estelar. Parte de um sistema binário, a compacta anã branca gradualmente capturou material de sua companheira, acumulando massa até que colapsasse em uma explosão termonuclear. Assim se caracteriza uma supernova do tipo Ia. Estando a estrela a 7.000 anos-luz de distância do sistema solar, o grande luzeiro celeste no ano de 1006 foi visto 7.000 anos após o fenômeno, de fato, ter se manifestado. Ainda assim, acredita-se que essa supernova possa ser uma fonte de raios cósmicos, posto que ondas de choque nestes restos são capazes de acelerar partículas a energias extremamente altas.

O telescópio espacial Chandra capturou a imagem, que foi artificialmente dotada de cores para três faixas de comprimentos de onda entre os raios-x.

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