Veja como colocar a NASA em suas aulas por meio da web

Animação disponível na galeria do canal educacional da Nasa mostra exploração feita por sonda em Marte

A história da Nasa, a Agência Espacial Americana, confunde-se com a da exploração no espaço desde a sua fundação, em 1958. Tecnologias avançadas são aplicadas em projetos que muitas vezes resultam em descobertas, avanços e marcos científicos, tendo como maior exemplo o projeto Apollo, que levou o homem à Lua em 1969.

Para conhecer e explorar parte do mundo Nasa, entretanto, não é preciso ser cientista, pesquisador ou astronauta. Basta ter acesso à web. A agência disponibiliza diversos ambientes virtuais abertos ao público geral e canais voltados para estudantes e educadores. São ambientes muito interessantes para serem incluídos em atividades pedagógicas, uma vez que oferecem vídeos, games, infográficos, imagens reais e históricas, além de mapas que são construídos por satélites.

No canal “Para Educadores”, os conteúdos são divididos por níveis escolares e há ainda a aba “Educação Informal”, que contempla temas amplos, como “Museus e Planetários”. Os textos são sempre em inglês, mas mesmo quem não domina o idioma deve visitar os ambientes NASA auxiliado por um site ou ferramenta de tradução. Além disso, muitos serviços são intuitivos e não requerem domínio do inglês para explorá-los, a exemplo do hotsite de “Mapas e Imagens”.

Ambientes Nasa para aprendizagem

Entre os games para download gratuito oferecidos pela agência espacial está o Moonbase Alpha , que propõe ao jogador a imersão em uma base lunar, onde o desafio, após a queda de um meteorito, é restaurar equipamentos que produzem oxigênio para o acampamento. O game traz um guia para educadores.

Ao contrário do que se poode pensar, as atividades e ferramentas dos ambientes da Nasa podem ser úteis não somente para disciplinas como ciências, geografia e física, mas também no apoio a projetos educacionais que envolvam pesquisas e uso de tecnologias digitais. Há, por exemplo, uma página que indica como fazer um podcast, com tutorial e dicas de passo a passo.

Você pode também acompanhar os canais “Nasa Learning Technologies” nas redes:

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Leia mais:

Programa permite explorar universo em mapas dinâmicos

WorldWide Telescope: explore o planeta vermelho sem sair de casa

Fonte: https://www.institutoclaro.org.br/ferramentas/por-meio-da-web-nasa-pode-fazer-parte-da-sala-de-aula/

Fisioterapia com equipamento usado por astronautas muda a vida de crianças com distúrbios neurológicos

Fonte: http://www.prematuridade.com/2011/08/fisioterapia-com-equipamento-usado-por.html

 O Bom Dia Brasil (Rede Globo) de hoje mostrou uma reportagem muito interessante sobre um aparelho desenvolvido para combater os efeitos da gravidade em astronautas, que foi adaptado para crianças com dificuldades motoras.

     O resumo da matéria é o seguinte:
“O equipamento é como uma armadura: cobre praticamente todo o corpo e ajuda a sustentar a criança. Ao mesmo tempo, permite que ela se movimente e que faça movimentos que, sozinha, não conseguiria (…) A dedicação do fisioterapeuta recebe ajuda da tecnologia espacial e os resultados surpreendem (…) Graças a doações, a APAE de Cascavel, no Paraná, é a primeira a oferecer o tratamento gratuitamente. Em clínicas particulares ele custa em média R$ 8 mil por mês.”
     Para ler toda a matéria e assistir à reportagem, clique aqui.
Fui atrás de mais informações sobre essa terapia, pois sabemos que alguns déficits neurológicos podem ser consequência de um nascimento prematuro, então achei tudo a ver com o blog.
     Fuçando na internet, achei essa excelente matéria do Correio Braziliense de 01/04/11, que explica como nasceu essa terapia e de que maneira ela beneficia crianças com distúrbios neurológicos. Parece que de Abril pra cá o preço do tratamento particular já diminuiu. Porém, está muuuuito longe de ser acessível à maioria das pessoas.
     Confira a reportagem:
Ao vestir o macacão, Khaled fica em pé sozinho
(mesma fonte da matéria)
     “Há duas semanas o pequeno Khaled, de apenas 4 anos, veste um macacão, semelhante à roupa de um astronauta. A vestimenta colorida, porém, tem uma função. É um equipamento usado em sessões de fisioterapia intensiva para crianças com distúrbios neurológicos, como ele, portador de paralisia cerebral. Ele não anda e só fica em pé se for segurado por outra pessoa. O distúrbio é consequência do parto, prematuro.
     Ao nascer, Khaled teve parada respiratória e a falta de oxigênio deixou as sequelas neurológicas. Khaled é o segundo brasiliense a fazer a terapia pediátrica intensiva, a Therapy4Kids — um programa com o intuito de fortalecer e dar mais resistência muscular à criança. Ela é executada com o uso da unidade de exercício universal (cabos, roldanas e pesos) e o aparelho aranha (cordões enganchados em uma cinta, presa no paciente, com uma suave movimentação). Cada programa é individualizado aplicado com o PediaSuit, um macacão que facilita os movimentos. O primeiro a experimentar a terapia em Brasília foi o menino Luiz Eduardo, mas a família dele decidiu transferir as sessões para julho, no período de férias, pois elas são diárias e duram cerca de quatro hortas.
Khaled fica em pé quando usa o macacão, feito especialmente para ele. E faz com mais facilidades os exercícios com a fisioterapeuta. A vestimenta custa em torno US$ 2,5 mil. “Ele já consegue se levantar sozinho e não senta mais por cima das pernas, como fazia antes”, conta a mãe, Maria Eduarda. Ela e o marido optaram pelo tratamento ao tomarem conhecimento dos resultados apresentados por outro garoto, que fez a mesma terapia em Salvador. O custo é alto: eles pagarão R$ 10,8 mil pelas quatro semanas de terapia intensiva. Esse valor inclui a vestimenta.
A roupa terapêutica é composta por um material que possibilita a oxigenação dos poros e é anexada por velcros, permitindo um fácil manuseio. Tem colete, short, joelheira, tênis, tapete e cordões de borracha elástica alinhados ao corpo para proporcionar um equilíbrio dos músculos agonistas, antagonistas e sinergistas. “A proposta do PediaSuit é fornecer estímulos sensoriais suplementares para os músculos e articulações do corpo, auxiliando no movimento funcional, com o uso dos cordões de borracha refletindo nos músculos do corpo”, afirma a fisioterapeuta Anna Carolina Xavier e Chaves, que deu o curso sobre Therapies4kids em uma clínica de fisioterapia na Asa Sul. Atualmente, ela aplica o método em duas crianças na capital paulista, além de ser coordenadora do Ambulatório de Doenças Neuromusculares da Universidade Federal de São Paulo.
Segundo a especialista, acompanhados por exercícios repetitivos de alongamento, esses movimentos, realizados todos os dias, ensinam ao sistema nervoso novos caminhos para se mover, se equilibrar e se autocoordenar. Esse programa se desenvolve de três a quatro horas por dia, cinco dias da semana, por quatro semanas. Cada programa é individual, desenvolvido de acordo com a necessidade do paciente.
Durante o treinamento de três dias, realizado em fevereiro, Anna Carolina explicou às fisioterapeutas brasilienses que os principais objetivo do procedimento são a normalização do tônus muscular da criança. Com os exercícios, aumenta a variedade dos movimentos e a força dos músculos. “A terapia permite que a criança melhore suas habilidades funcionais, sendo um trabalho que visa a independência”, afirma Marta Rosa Gonçalves Pereira, a terapeuta ocupacional responsável por trazer o Therapies4kids e o PediaSuit para Brasília.
Marta Rosa esclarece que a roupa terapêutica é apenas uma ferramenta da terapia intensiva. Segundo ela, o programa consiste em um tempo de aquecimento por meio de placas quentes, massagem e alongamento. Em seguida, são executados exercícios para fortalecimento e aumento da resistência muscular. “Esses ganhos são adquiridos ao longo do tratamento, com atividades direcionadas diariamente”, diz Marta Rosa, informando que, além de Luís Eduardo, três crianças brasilienses farão a mesma terapia.
Anna Carolina afirma que, por ser um novo método, parte dos médicos desconhecem a Therapies4kids e o PediaSuit e ainda não há literatura científica sobre o tema. Porém, o tratamento só é executado mediante liberação médica. “O macacão é contraindicado para crianças com escoliose grave e luxação de quadril”, avisa a fisioterapeuta paulista.
Os benefícios do novo método
· Melhora da propriocepção
· Redução dos reflexos patológicos
· Restauração dos padrões de movimento e da postura apropriada
· Estabilização externa e suporte dos músculos fracos
· Correção do alinhamento corporal e estimulação da parte neurológica
· Melhora da fala
· Por aplicar ao corpo uma pressão semelhante à ação da gravidade, acelera o progresso dos movimentos e habilidades recém-aprendidos
Pais criam terapia
     O filme Óleo de Lorenzo, de 1992, exemplifica a luta de pais com filhos com doenças graves, em busca de um tratamento e de um diagnóstico preciso. Há milhares de histórias em todo o mundo.
     O brasileiro Leonardo de Oliveira, ex-piloto comercial da empresa Continental, e a mulher, a empresária americana Eiliin de Oliveira, protagonizam um enredo nesse estilo. Eles são os promotores do método Therapy4Kids, um sistema de terapia intensiva para crianças com distúrbios neurológicos. Um dos destaque desse procedimento é o macacão-órtese PediaSuit. “É como se fosse um esqueleto externo”, diz Oliveira, aluno do último ano do curso de terapia ocupacional, na Universidade da Flórida.
O casal mora em Lauderdale, uma cidade próxima a Miami, e tem um filho, Lucas, de 8 anos. O garoto, com paralisia cerebral, é o responsável pelo empenho dos pais na pesquisa e na implementação dessa terapia. Como ex-piloto, ele tomou conhecimento dos macacões desenvolvidos para os astronautas russos se moverem na gravidade zero. A roupa era formada por talas, amarrações e botas especiais, com o intuito de manter o corpo na horizontal. Na década de 1980, foi adaptado para ajudar na reabilitação de militares russos feridos na Guerra do Afeganistão. O mesmo equipamento chegou a ser usado na Polônia, onde Oliveira foi conhecer o sistema. “O modelo era antigo, defasado”, conta.
Os pais de Lucas contrataram um grupo de fisioterapeutas para estudar o mecanismo de ação do macacão e torná-lo mais eficiente. “Descobrimos um tecido gradeado, mais flexível. Apesar das talas e das amarrações, a criança fica confortável e pode se movimentar”, garante Oliveira. “Lucas foi o primeiro a usar o equipamento. Hoje, mesmo com as limitações do distúrbio neurológico, frequenta a escola.” A busca por uma terapia eficaz para o filho transformou o casal em empresários detentores de um procedimento inovador para crianças com disfunções neurológicas. Eles patentearam o método e têm três clínicas nos Estados Unidos, todas na Flórida. Exportaram o método para 15 países, entre eles o Brasil. Por aqui, clínicas de sete cidades oferecem o tratamento, que agora chega ao Distrito Federal.”

Confira nosso exclusivo material didático “Em Marte como no Tempo das Cavernas”, e dê uma aula inesquecível!

Crédito da imagem: NASA

Pensa em ter uma experiência de trabalho e pesquisa na NASA? Acesse o site clicando na imagem e confira várias oportunidades destinadas a cidadãos do mundo todo – um deles pode ser você!

Caminho para as estrelas – uma empresa de turismo espacial portuguesa, parceira da Virgin Galactic!

Confira no site mais informações, e confira esse video que ilustra um voo suborbital e a experiência dos astronautas.

Pela primeira vez, uma nave espacial longe da Terra capturou uma tempestade solar que envolveu a Terra

A nave espacial STEREO a novas técnicas de processamento de dados tiveram sucesso em rastrear eventos de clima espacial de sua origem na corona solar até seu impacto com a Terra, resolvendo um mistério de 40 anos sobre a estrutura das estruturas que causam o clima espacial: como as estruturas que impactam a Terra se relacionam às estruturas correspondentes na corona solar. Confira abaixo o vídeo.

O filme mostra uma ejeção de material coronal envolvendo a Terra. As ejeções de material coronal são nuvems de plasma de dez toneladas, lançadas pelas mesmas explosões que desencadeiam flares solares. Quando elas envolvem nosso planeta, podem causar auroras, tempestades de radiação, e em casos extremos, falta de energia. Rastrear essas nuvens e prever sua chegada constitui uma parte importante da previsão de clima espacial.

Professor, que tal inovar, motivar os alunos e ainda promover sua escola na mídia com seu trabalho? Gostou da ideia? Então confira o projeto ARISS, que conecta seus alunos a astronautas no espaço!

Por meio desse projeto, alunos podem fazer perguntas em tempo real para astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional. Para participar, é preciso elaborar um pequeno projeto de implementação, preencher uma ficha de inscrição e enviar para um contato que então remete para avaliação da NASA. Confira abaixo um exemplo desse trabalho. Acesse aqui maiores informações sobre o projeto e, em caso de dúvidas, nossa equipe terá a maior satisfação em esclarecer. Basta enviar-nos um e-mail! Clique aqui para conhecer outros projetos interessantes para mexer com sua escola!

Confira o canal HDTV da NASA clicando na imagem!

O próximo passo da exploração espacial – Com o fim do programa dos ônibus espaciais e cancelamneto do programa de exploração lunar, Nasa mostra novo veículo

por Redação Galileu
 
Editora Globo
O Multi-Purpose Crew Vehicle (MPCV), apresentado em 05/2011. // Crédito: Lockheed Martin

O programa dos ônibus espaciais, iniciado na década de 1960, está prestes a ser encerrado. A Agência Espacial Norte-Americana tinha o plano de voltar à Lua com o programa Constellation, mas ele foi cancelado por Barack Obama no final de 2010. No entanto, a Nasa já trabalhava na construção de um veículo de transporte de astronautas para esse último programa espacial. O Orion ou veículo multi-propósito tripulado (MPCV) – como foi renomeado – , é construído pela empresa Lockheed Martin e foi apresentado em maio desse ano como a solução para as viagens espaciais tripuladas.

O MPCV foi desenhado para ir além das distâncias percorridas pelos ônibus espaciais, capazes de explorar apenas a órbita próxima da Terra, um perímetro que vai de 160 a 2 mil quilômetros da superfície de nosso planeta. O novo veículo, desenvolvido principalmente para transportar astronautas até a Estação Espacial Internacional, poderia ser usado para viagens bem maiores, como chegar à Marte. Seu primeiro teste está programado para acontecer em 2013; e o primeiro voo tripulado poderá ser em 2016.

Agora o veículo é avaliado nas instalações de testes verticais da Lockheed Martin, no estado do Colorado (EUA) para que os desenvolvedores chequem se ele vai aguentar as drásticas condições espaciais mais afastadas da Terra. Em um comunicado à imprensa, a empresa afirma que o veículo apresenta uma solução à exploração espacial dentro do orçamento atual.

O programa dos ônibus espaciais, iniciado na década de 1960, está prestes a ser encerrado. A Agência Espacial Norte-Americana tinha o plano de voltar à Lua com o programa Constellation, mas ele foi cancelado por Barack Obama no final de 2010. No entanto, a Nasa já trabalhava na construção de um veículo de transporte de astronautas para esse último programa espacial. O Orion ou veículo multi-propósito tripulado (MPCV) – como foi renomeado – , é construído pela empresa Lockheed Martin e foi apresentado em maio desse ano como a solução para as viagens espaciais tripuladas.

O MPCV seria levado ao espaço pelo veículo de lançamento Ares I. Com o fim do programa Constellation, será impelido pelo Sistema de Lançamento Espacial (SLS), em desenvolvimento pela NASA. O SLS é criado a partir de uma junção dos Ares I e V e aproveitando elementos do sistema de lançamento dos ônibus espaciais.

Confira esse site da Agência Espacial Europeia,com atividades e materiais em Espanhol!

Rap da NASA sobre a história dos ônibus espaciais – confira!

Veja abaixo um rap que mostra a história do ônibus espacial.

Ele destaca momentos importantes como a viagem dos primeiros astronautas dos Estados Unidos, de outros países, da primeira mulher, e outros fatos marcantes relacionados a esses veículos espaciais!

ESA faz primeira transmissão de vídeo 3D ao vivo do espaço

Redação do Site Inovação Tecnológica – 18/08/2011

Espaço em 3D
A Agência Espacial Europeia (ESA) faz a primeira transmissão de vídeo 3D ao vivo do espaço.O astronauta Ron Garan, que está a bordo da Estação Espacial Internacional, usou a nova câmera ERB-2 (Erasmus Recording Binocular) para gerar as primeiras imagens do espaço transmitidas ao vivo em 3D.

Uma seção do filme, de menos de dois minutos, foi postada no canal da ESA no Youtube.

Do tamanho de uma caixa de sapatos, a câmera 3D ERB-2 foi fabricada a pedido da ESA pelas empresas Cosine BV (Holanda) e Techno System (Itália).

Do tamanho de uma caixa de sapatos, a câmera 3D ERB-2 logo será usada para fazer imagens fora da Estação Espacial. [Imagem: ESA]

Além da diversão

A câmera já estava sendo usada em imagens a bordo da Estação, mas este foi o primeiro teste de transmissão ao vivo de imagens 3D do espaço.

A transmissão em 3D requer uma largura de banda maior do que as transmissões tradicionais, que já são feitas há vários anos, tanto pela ESA quanto pela NASA. O próximo projeto é filmar as operações externas da Estação Espacial, incluindo as caminhadas espaciais.

“A câmera também poderá ser usada no futuro, fora da Estação, para auxiliar os astronautas durante as caminhadas espaciais ou em outras operações robóticas críticas. Ela realmente nos fará sentir como se estivéssemos ao lado do astronauta,” diz Massimo Sabbatini, coordenador do experimento.

Palestrantes da NASA, Astronauta Brasileiro e outros especialistas discutem vários temas, em workshop do Ministério da Educação em 2009! Confira os vídeos na íntegra!

Em 2009, foi realizada a Conferência Mundial de Computadores na Educação (WCCE), em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Confira com exclusividade os vídeos de uma palestra de Troy Cline, especialista em tecnologia educacional da NASA, que fala sobre a Estação de Clima Espacial – disponível em língua portuguesa, no Portal do Professor do MEC. Clique na imagem abaixo para conferir os vídeos, clicando nos links na coluna à direita, sob o título “Keynote: Action Centers for Engaged Learning”.

Mais: confira abaixo um painel com vários pesquisadores da NASA, além de especialistas brasileiros (dentre os quais o astronauta Marcos Pontes). Os vídeos – ainda não traduzidos para o português – se encontram disponíveis na coluna à direita, sob o título MEC/NASA Workshop 2: “NASA Educational Technology @ a Glance and The Space Weather Action Center SWAC”.

Dilma quer alunos brasileiros nas melhores universidades do mundo

Agência Brasil, 08.08.2011

A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje que, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, quer que estudantes brasileiros tenham acesso às melhores universidades do mundo. Em seu programa semanal “Café com a Presidenta”, ela lembrou que, até 2014, o governo pretende conceder 75 mil bolsas de graduação e pós-doutorado no exterior. “O Ciência sem Fronteiras é um programa que dá aos estudantes e pesquisadores brasileiros a oportunidade de aperfeiçoar seu conhecimento fora do país, de pesquisar e de criar, além de estudar lá fora”, disse. Dilma cobrou a participação de empresários brasileiros na tentativa de alcançar a meta de 100 mil bolsas de estudo. De acordo com a presidente, serão priorizadas áreas ligadas às ciências exatas, como engenharias, matemática, física, biologia, ciência da computação, ciências médicas e todas as áreas tecnológicas. Segundo ela, tais áreas são consideradas fundamentais para a economia do país e para dar maior competitividade à indústria brasileira.Dilma explicou que a seleção dos bolsistas vai ser feita levando em consideração o desempenho dos estudantes no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) –quem atingir o mínimo de 600 pontos poderá concorrer às bolsas de estudo no exterior. Atualmente, 124 mil alunos alcançaram essa pontuação. Também poderão ser selecionados estudantes premiados em olimpíadas científicas como a Olimpíada da Matemática, além de alunos envolvidos em iniciação científica. “O importante é que, nesse programa de bolsas de estudo no exterior, os estudantes que não teriam recursos para estudar no exterior estarão entre os selecionados para frequentar as melhores universidades do mundo”, afirmou.

Alunos e professores brasileiros visitam principais observatórios astronômicos no Chile

A delegação brasileira que visitará as modernas instalações da Organização Europeia de Pesquisa Astronômica no Hemisfério Austral (ESO) no Chile é composta por 15 pessoas, entre estudantes e professores de astronomia e ciências exatas do Instituto Federal Fluminense (IFF). Todos eles são membros do Clube de Astronomia Louis Cruls, de Campos, que tem se projetado como um dos mais ativos e competentes clubes do gênero no Brasil.

A visita será anunciada na próxima segunda-feira (8), durante a inauguração da Escola de Astronomia e Astronáutica de Campos (RJ), experiência pioneira no Brasil.

A Escola de Astronomia e Astronáutica de Campos (RJ) será inaugurada na próxima segunda-feira (8), às 15h. O evento terá lugar no Campus Campos-Centro do IFF, com a presença de dois convidados especiais: Roberto Martins, representante do presidente da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), Eduardo Janot Pacheco, e o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Monserrat Filho.Na ocasião, Martins e Monserrat anunciarão a visita da delegação brasileira às instalações da ESO no Chile. A seguir, Monserrat proferirá palestra sobre “A Cooperação Internacional no Programa Espacial Brasileiro”.

A visita ao Chile A viagem, que será realizada de 21 a 27 de agosto, com apoio da SAB, tornou-se possível graças ao acordo firmado em 29 de dezembro último entre o Governo do Brasil e a ESO. Por esse acordo, o Brasil se converterá no primeiro país fora da Europa a ser membro pleno da organização, que hoje lidera as pesquisas astronômicas no mundo.

O Chefe do Escritório para Ciência no Chile do ESO, Michael West, receberá e acompanhará a delegação brasileira.

Mais informações no site: <http://cientistacriativo.org> (Com informações da AEB)

Tremores próximos ao Brasil!

Veja essa matéria de quinta-feira, 4 de agosto de 2011. Nada para se assustar! Apenas um pequeno tremor.

Tremor de magnitude 4.8 na cordilheira meso-oceânica em 04/08/2011.

    Hoje, 04 de agosto, ocorreu um novo tremor na cordilheira meso-oceânica, desta vez de magnitude 4.8. O tremor ocorreu a 450 km do arquipélago de São Pedro e São Paulo e a 1226 km de Natal.

A localização do tremor está no mapa abaixo.

Mapa de localização. O sismo de hoje é simbolizado pelo círculo vermelho. O círculo amarelo indica outro tremor ocorrido na dorsal meso-oceânica no dia 26/07. O triângulo azul, na quina oriental do Brasil, representa a estação de Riachuelo (RCBR).

    O registro do sismo na estação RCBR encontra-se abaixo.

Quer ser um astrônomo? Engenheiro aeronáutico? Ou simplesmente aprender um pouco mais sobre astronomia?

Acesse nossa seção Formação, e saiba mais sobre várias possibilidades de estudo na área espacial.

Confira nossas sugestões de aula!

Precisando de ideias para inovar em suas aulas, por meio da Astronomia, Astronáutica e Ciências Espaciais? Acesse nossa seção de sugestões de aula, todas extraídas do Portal do Professor!

Fotografe a Terra do espaço, a partir da Estação Espacial Internacional

A NASA possui um projeto internacional chamado EarthKAM (https://earthkam.ucsd.edu/), no qual estudantes podem selecionar a órbita, a latitude, a longitude e o horário em que querem obter uma foto. Assim, por exemplo, o aluno pode requisitar uma foto do Rio Amazonas, do litoral paranaense, ou de qualquer outro ponto no território brasileiro ou mundial. Atualmente, há mais de 130 países participando. Qualquer escola pode se inscrever, bastando para isso preencher um cadastro e ficar de olho no site do projeto para saber quando ocorrerá a próxima missão. Mais informações: https://educacaoespacial.files.wordpress.com/2011/07/earthkam.pdf

One Response to

  1. Márcia Morais says:

    Parabéns Leonardo Oliveira pelo empenho! gostaria de mais informaçoes a respeito do método Therapy4Kids. Sou terapeuta Ocupacional no Estado do Tocantins e gostaria de informaçoes a respeito. Meu e-mail: marcia.terapeuta1@gmail.com

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