Homem pisar em Marte em 20 anos é prioridade dos EUA, diz Nasa


Notícia extraída do sítio UOL
Charles Bolden, chefe da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), anunciou que a prioridade do programa de exploração da Agência é levar astronautas a Marte em 2030. “Um voo tripulado a Marte é, agora, o destino final da humanidade em nosso Sistema Solar e a prioridade da Nasa”, disse Bolden na abertura da Cúpula H2M (“Humans to Mars”), conferência dedicada à conquista de Marte que ocorre em Washington, nos Estados Unidos.

Os Estados Unidos mantêm seu compromisso de enviar astronautas a Marte em 2030 e todo o programa de exploração da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) se dirige a este objetivo, disse o chefe da Agência, Charles Bolden.

“Um voo tripulado a Marte é, agora, o destino final da humanidade em nosso Sistema Solar e a prioridade da Nasa”, disse na abertura de uma conferência em Washington dedicada à conquista do planeta vermelho. “Todo o nosso programa de exploração espacial está alinhado para apoiar este objetivo.”

O presidente americano, Barack Obama, enviou recentemente ao Congresso um orçamento de US$ 17,7 bilhões para a Nasa em 2014, menor que no ano anterior.

Mas apesar das restrições orçamentárias atuais, o governo de Obama “segue comprometido com uma estratégia coordenada e uma exploração dinâmica de Marte para que os Estados Unidos sigam desempenhando um papel dominante na exploração do planeta vermelho”, insistiu Bolden.

Agências anunciam as futuras missões espaciais

Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, destinou cerca de US$ 17 bilhões (mais de R$ 33 bilhões) do Orçamento do país em 2014 para a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) administrar. A Agência deve gastar aproximadamente US$ 100 milhões (cerca de R$ 200 milhões) no próximo ano para começar a construir uma nave-robô que rebocará um asteroide para a Lua até 2025 (foto). Se os cientistas conseguirem colocar o asteroide em órbita estável ao redor do satélite, eles vão criar postos permanentes no espaço que vão ajudar as longas viagens de missões espaciais – a Nasa planeja enviar astronautas para Marte em 2030. Além disso, a captura do asteroide ajudará na atividade de mineração espacial e nas pesquisas para desviar objetos em rota de colisão com a Terra.

A pesquisa na Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês), onde seis astronautas vivem cerca de seis meses, já tem como foco a preparação de missões de longa duração a um asteroide e ao planeta Marte, através do estudo dos efeitos da microgravidade no corpo humano e da realização de testes em tecnologias necessárias para estas viagens, disse.

Dois astronautas, um americano e um russo, devem passar um ano na plataforma orbital em 2015, o que corresponderia à duração de uma missão a Marte. A Nasa planeja enviar astronautas em 2025 a um pequeno asteroide, a fim de colocá-lo em órbita ao redor da Lua.

Esta missão permitirá “o desenvolvimento de tecnologias e capacidades exigidas para as missões tripuladas a Marte”, disse Bolden, citando melhores sistemas de sobrevivência e propulsão.

“A Nasa não tem atualmente a capacidade tecnológica para enviar seres humanos a Marte, mas acredito que estamos no caminho que nos levará lá na década de 2030″, afirmou o chefe da Nasa, negando-se a comentar projetos privados que têm por objetivo ir ao planeta vermelho muito antes.

Nave russa se acopla à ISS apesar de falha na antena


Notícia extraída do sítio UOL

Imagens do mês (abril/2013)

A nave russa Progress é lançada ao espaço por um foguete Soyuz a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, nesta quarta-feira (24). Sua antena de navegação não se abriu, mesmo depois de quatro horas de voo, segundo agências de notícias russas. No entanto, fonte do Centro de Controle de Voos russo afirma que a falha não deverá afetar o acoplamento na Estação Espacial Internacional, previsto para a próxima sexta-feira (26). A nave russa leva 2,5 toneladas de carga para a plataforma orbital  Roscosmos

A nave de carga russa Progress se acoplou com sucesso nesta sexta-feira (21) na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), apesar da falha técnica registrada dois dias antes da operação, anunciou o Centro de Controle de Voos Espaciais da Rússia e a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana).

“Há uma conexão entre a ISS e a Progress”, anunciou um comentarista da Nasa que transmitiu a operação ao vivo em seu site.

A antena do sistema de aproximação automática não pôde ser acionada, apesar de repetidas tentativas, o que levantou preocupações.

A operação, que ocorreu em regime automático, durou quase 10 minutos, um pouco mais do que o habitual, e foi concluída às 12h34 GMT (9h34, no horário de Brasília).

A nave, que transporta 2,5 toneladas de equipamentos e suprimentos para a tripulação da estação, foi lançada na última quarta-feira (24) do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, por um foguete Soyuz.

Assista ao vídeo em: http://tvuol.tv/bmc7Nl

Avião e Vênus em conjunção com o Sol


Imagem extraída do sítio NASA

avião e vênus na frente do sol

A imagem – tratada com um filtro que diminui a magnitude luminosa aparente dos corpos – nos apresenta um momento de rara felicidade, onde um distante avião faz seu trajeto entre as lentes da NASA e o Sol. O pequeno círculo escuro na parte superior é Vênus, que, para um observador na Terra, esteve em fase nova na ocasião.

O método dos trânsitos é um dos métodos que existem para a detecção de exoplanetas. Quando um planeta passa entre uma estrela e nós, os observadores, diz-se que esse planeta está em trânsito, como Vênus nesta foto. Contudo, é um pouco diferente em se tratando de exoplanetas. Apesar de não ser possível capturar fotos com uma resolução suficientemente grande que permita a diferenciação de um pequeno círculo escuro na imagem da estrela, os telescópios podem identificar pequenas quedas de luminosidade devidas à pequena parcela da estrela que o planeta em trânsito oculta. Atualmente, a precisão de nossos instrumentos de medida apenas nos permite a detecção de exoplanetas gigantes, através deste método.

Ano-luz


Uma excelente maneira de visualizar distâncias  em anos-luz, é assistindo ao vídeo acima.

Nasa mostra plano ousado para mudar órbita de asteroide


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A Nasa criou um plano ousado para capturar um asteroide e colocá-lo na órbita da lua. Tudo para que astronautas possam estudar o astro bem de perto.

Clicando no foto, você poderá acessar ao filme que detalha o plano.

 

Conjunção Solar fará Nasa suspender comunicações com Marte


texto extraído do sítio apolo11

Nos próximos dias, as comunicações com Marte ficarão extremamente prejudicadas devido à posição do Sol e para evitar maiores problemas a Nasa decidiu suspender o envio de qualquer comando às naves que estão na órbita do Planeta Vermelho.

Mars Odissey com Sol ao fundo

Visto da Terra, Marte está do lado oposto do Sol, visualmente quase colado a ele. Essa conjunção acontece a cada 26 meses, quando as posições orbitais fazem os dois ficarem 180 separados, tendo o Sol ao centro.

Da mesma forma que as ondas luminosas, as ondas de rádio também se propagam em linha reta, o que significa que o Sol está quase que no meio do caminho da linha de visada das antenas que fazem a comunicação entre os dois planetas, aumentando tremendamente a quantidade de ruído na conexão de dados com as naves que ali estão.

“Esta é a nossa sexta conjunção. Temos muita experiência com isso, mas cada uma tem características próprias, o que as torna diferentes.”, disse Chris Potts, diretor da missão espacial Odissey junto ao Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL.

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As transmissões da Terra aos satélites permanecerão suspensas até que a separação angular entre Marte e o Sol seja maior que 2 graus (um espaço de quatro luas cheias), permitindo que o pequeno ângulo de abertura das antenas consiga fazê-las enxergar uma a outra sem a interferência solar.

Segundo a Nasa, entre 9 de abril e 26 de abril as comunicações ficarão suspensas. Nesse período, os orbitadores continuarão a realizar suas tarefas científicas, mas de forma reduzida. Eles também continuarão a receber e armazenar os dados enviados pelos robôs e serão transmitidos à Terra assim que as operações forem reiniciadas.

Estima-se que durante esse tempo serão armazenados cerca de 40 gigabits de dados produzidos pelo orbitador MRO, que também deverá salvar os 12 gigabits produzidos pelo Curiosity. Os dados serão enviados à Terra a partir do dia 1 de maio.

A única comunicação que os engenheiros do JPL terão do Curiosity será na forma de bips, que serão enviados diariamente informando as condições básicas dos sistemas de bordo. Os bips serão transmitidos diretamente pelo jipe e também retransmitidos pelo orbitador Odissey, em taxa de transferência extremamente baixa para diminuir os erros produzidos pela interferência solar.

Importante: Não olhe na direção do Sol para tentar ver o planeta Marte, pois poderá causa cegueira permanente.

Universo é mais velho que se pensava.


Fonte Sítio Folha 

O Universo é um pouco mais velho do que se imaginava e a sua expansão após o Big Bang ocorreu de forma mais lenta do que se pensava, revelam os dados mais recentes do satélite Planck, da Agência Espacial Europeia. 

A revisão de números corrigiu a idade do cosmo de 13,7 bilhões para 13,8 bilhões de anos, e sua taxa de crescimento foi reduzida em 3%. Além disso, a energia escura, a forma predominante de tudo o que há no Cosmo, é menos abundante do que se imaginava (veja quadro acima). 

O Planck, lançado em 2009, investiga o Universo primordial mapeando flutuações de temperatura que enxerga em diferentes direções no céu. Para isso, capta a radiação cósmica de fundo: a luz emitida pelo Universo apenas 370 mil anos após o Big Bang, mas que ainda permeia o espaço, viajando na forma de micro-ondas. 

Apesar de as correções feitas pelas medições do Planck serem pequenas, elas são importantes, afirmaram ontem cientistas em entrevista coletiva em Washington (a missão é europeia, mas tem forte participação da Nasa). Os físicos dizem que o aumento da certeza sobre esses números permitirá a construção de equipamentos mais precisos para investigar os enigmas da cosmologia. 

Entre eles estão a energia escura, cuja natureza ainda é desconhecida, e a matéria escura, que exerce gravidade mas não interage com a luz. 

“Uma das coisas que o Planck faz bem é determinar parâmetros que precisam ser conhecidos pelos experimentos que tentam explicar como a energia escura e a matéria escura modificam a história de expansão do Universo”, disse Martin White, da Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos físicos que analisaram os dados. 

“Durante anos, os criadores desses experimentos esperaram o Planck para pegar carona no aumento de precisão que ele providenciou.” 

Minúcias à parte, os dados que o satélite coletou se encaixam bem nas previsões das principais teorias da cosmologia. Os dados confirmam o evento que os cosmólogos batizaram de “inflação”: um período de expansão acelerada logo após o Big Bang. Acredita-se que seja ele o responsável por o Universo não ser hoje uma mera nuvem homogênea de matéria, sem galáxias ou planetas. 

O novo mapa mostra que a matéria parece estar distribuída aleatoriamente, mas não totalmente a esmo, e sugere que as teorias que tentam explicar a inflação de maneira mais complicada devem ser abandonadas em favor de um modelo mais simples. 

Apesar de o panorama revelado pelo Planck ser o de um Universo majoritariamente homogêneo, algumas anomalias têm despertado o interesse dos cientistas. 

Uma delas é uma região grande do Cosmo que é mais fria do que outras, representada por uma mancha azul na parte direita do mapa. Outro problema é que uma das metades do mapa concentra mais áreas quentes do que a outra, uma assimetria não prevista pelas teorias. 

“Essas coisas já eram conhecidas, mas eram um pouco controversas”, afirmou o astrofísico Krzysztof Gorski, do JPL, em referência aos dados do satélite WMAP, que mapeou a radiação cósmica de fundo antes do Planck, mas com menor precisão. 

Esse desvios, porém, não invalidam os modelos cosmológicos reinantes, dizem os físicos. Teorias mais precisas precisam ser elaboradas e testadas no futuro para explicar as anomalias.

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